EJ - Escola de Aviação Civil


Quem Somos

Perguntas frequentes

O Cessna 152 é recomendado para o início do treinamento


Leia as dúvidas mais comuns de nossos clientes

  • A Escola: Como é a instrução de voo na EJ?

    A EJ dispõe de mais de 40 instrutores totalmente capacitados, e como a padronização é fundamental, a escola fornece aos alunos manuais exclusivos, para cada curso e aeronave. Acompanhando os manuais, aluno e o instrutor garantem um treinamento contínuo e padronizado.

  • A Escola: Como faço para agendar meus voos?

    O agendamento deverá ser feito com um dia de antecedência e poderá ser feito com o Coordenador de Voo de cada unidade. Agendamento também poderá ser feito pelo sistema Flight Center.

  • A Escola: Como faço para chegar na EJ?

    Clique no link, preencha sua localização e destino para traçar a rota: mapa

  • A Escola: Como faço para realizar meus voos?

    Todos os voos são realizados com um agendamento antecipado. O aluno deverá se apresentar com uma hora de antecedência, para que o avião seja preparado e o Briefing seja realizado.

  • A Escola: E como os aviões são mantidos em perfeito estado?

    Para que os aviões estejam sempre operacionais, disponíveis para o treinamento dos alunos, a EJ dispõe de manutenção própria especializada, realizando reparos rápidos e eficientes, oferecendo aos alunos maior segurança e disponibilidade de aeronaves.

  • A Escola: E onde eu encontro a EJ?

    A EJ disponibiliza duas unidades de operação para melhor atender a todos seus alunos. Uma em Itápolis, localizada no interior de São Paulo, e outra em Jundiaí, próxima à capital paulista. As duas dispõem de recursos similares no que se refere a aviões, simuladores e instrutores, apresentando-se como alternativas que os alunos podem escolher de acordo com a sua conveniência.

  • A Escola: E quando eu terei meu acesso ao Flight Center?

    No ato da matrícula, um cadastro on-line será preenchido, automaticamente será criado um Login e Senha para que a liberação do acesso seja imediata.

  • A Escola: E se aparecer alguma dúvida relativa ao meu treinamento?

    Os instrutores acompanham de perto todas as etapas do voo, proporcionando um treinamento de segurança e maior confiança ao aluno. E caso alguma dúvida apareça, sempre terá um instrutor por perto para resolver seus eventuais problemas.

  • A Escola: O que é o sistema Flight Center?

    É um sistema exclusivo, totalmente informatizado, onde são registradas todas as informações referentes a cada aluno. Por meio de um Login, o aluno pode acessar os seus dados: voos realizados, horas de voo acumuladas, avaliações e recomendações dos instrutores, entre outras facilidades. Esse sistema também permite que a escola avalie a evolução de cada aluno e possa ajudá-los a atingir mais rapidamente o nível de excelência desejado.

  • A Escola: Precisarei me alojar na escola, como devo proceder?

    Na própria Secretaria da escola serão fornecidas todas as informações relativas ao alojamento. Com a disponibilidade de alojamento os alunos não se preocupam em ter um gasto muito alto com hotel ou aluguel de uma casa, já que maioria fica na escola apenas o tempo necessário para a conclusão de seu curso.

  • A Escola: Quais são os cursos que eu posso realizar na EJ?

    Na EJ você tem a disponibilidade de realizar os seguintes treinamentos:
    - Piloto Privado de Avião (PPA) - Teórico e prático
    - Piloto Comercial de Avião (PCA) - Teórico e prático
    - Voo em aeronaves multimotoras (MLTE)
    - Voo por instrumentos (IFR)
    - Instrutor de Voo de Avião (INVA) - Teórico e prático
    - Piloto Agrícola (PAGR)
    - Jet Trainer (Airbus A320 ou Boeing 737NG)
    - Revalidação de habilitações.
    - Inglês técnico para pilotos.
    - Familiarização Garmim 1000.

  • A Escola: Quais são os recursos da unidade Itápolis?

    A EJ Itápolis oferece a seus alunos:
    - 2 Simuladores MFD X-Plane, um dos mais modernos modelos, disponibilizado para o treinamento IFR.
    - Salas de aulas amplas, com ar-condicionado, computador, projetor, e outros recursos didáticos.
    - Alojamento: quartos com 4 camas, armário, roupa de cama, área para estudos com internet wireless.
    - Sala de Operações que oferece apoio aos alunos no solo e em voo, proporcionando maior segurança.
    - Salas de Briefing e De-Brienfing modernas, oferecendo um melhor aproveitamento em todos os voos.
    - CBT - Computer Basic Training: esta sala dispõe de computadores e programas especialmente voltados para o treinamento dos alunos, tornando o aprendizado ainda mais rápido e efetivo.
    - Aérea de lazer a disposição dos alunos, com churrasqueira, piscina e quadra poliesportiva.
    - Além de todos esses recursos, a EJ Itápolis ainda tem Estacionamento e um Restaurante/Lanchonete nas dependências da escola.

  • A Escola: Quais são os recursos da unidade Jundiaí?

    A EJ Jundiaí oferece a seus alunos:
    - Simulador MFD X-Plane, um dos mais modernos modelos, disponibilizado para o treinamento IFR.
    - Simulador G1000, que atende as novas exigências da ANAC, validando até 20 horas seu treinamento IFR.
    - Simulador do Airbus A 320, uma exclusividade da EJ utilizado no curso de Transição a Jato (Jet Trainer).
    - Simulador do Boeing 737 NG, moderno simulador utilizado no curso de Transição a Jato (Jet Trainer).
    - Sala de aula ampla, com ar-condicionado, computador, projetor, e outros recursos didáticos.
    - Sala de Operações que oferece apoio aos alunos no solo e em voo, proporcionando maior segurança.
    - Salas de Briefing e De-Brienfing modernas, oferecendo um melhor aproveitamento em todos os voos.
    - Além de todos esses recursos, a EJ Jundiaí ainda tem Estacionamento e Snack bar para maior comodidade dos alunos.

  • A Escola: Quando eu chegar na EJ, onde preciso ir?

    Assim que chegar na escola, em qualquer uma das duas bases, dirija-se até a Secretaria da escola, ali será encaminhado até o departamento que corresponda a sua necessidade.

  • A Escola: Segurança é levada a sério na EJ?

    Este tema é, e sempre será de extrema importância na aviação. Portanto, os alunos são instruídos a manter um alto padrão de segurança, como exemplo, realizando sempre a Inspeção Pré-voo.

  • A Escola: Terei disponibilidade de aeronave no horário que eu escolher?

    A apesar do grande número de alunos geralmente presentes na escola, a EJ dispõe de mais de 50 aeronaves, portanto, indisponibilidade de aeronaves é um problema que o aluno não enfrentará.

  • EJ Training: As horas de voo do curso EJ TRAINING eu vou realizar em qual avião?

    Vários aviões são utilizados de acordo com as características do voo.
    - Cessna ou Tupi: horas visuais.
    - Simulador de Voo MFD X-Plane: horas de adaptação em voo por instrumentos (IFR).
    - Tupi, Cessna 172 G1000 ou Corisco Turbo: horas de voo por instrumentos (IFR).
    - Sêneca II: horas de voo em aeronaves multimotoras.

  • EJ Training: Como funciona o EJ TRAINING?

    Após a conclusão do Curso Teórico de PC e aprovação na banca da ANAC, o piloto iniciará o treinamento prático dividido nas seguintes fases:
    - Fase I: Treinamento prático de piloto comercial visual
    - Fase II: Simulador IFR
    - Fase III: Treinamento de vôos por instrumentos
    - Fase IV: Treinamento em aeronaves multimotoras (opcional).

  • EJ Training: Quais são os requisitos para me tornar seguir no treinamento EJ TRAINING?

    Para o curso o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 18 anos de idade.
    - 2º Grau completo.
    - Ser portador da Licença de Piloto Privado.
    - Ser portador do Exame Médico de 1ª Classe.
    - Estar cursando ou já ter concluído o curso de Piloto Comercial Teórico.

  • EJ Training: Quero meu curso mais rápido, com preço acessível e com qualidade. Isso existe?

    Claro que sim, o EJ Training é a sua melhor opção.
    O EJ TRAINING foi desenvolvido para formação profissional a partir da licença de Piloto Privado. O desenvolvimento do piloto inicia-se no treinamento visual local e navegação para adquirir experiência em comando. Na fase avançada do treinamento é utilizado o simulador IFR e aeronaves equipadas para voos por instrumentos, monomotoras e multimotoras. Além de habilitar o piloto na categoria Piloto Comercial MLTE IFR, também é opcional realizar após o Ej Training o curso do Jet Training, que dará noções de aeronaves a jato com ênfase para piloto de linha aérea.

  • Instrutor de Voo: Após o PCA, qual a próxima etapa?

    Você poderá realizar treinamento para Instrutor de Vôo ou ainda voar em aviões de pequeno porte, acumulando experiência para prosseguir na sua carreira.

  • Instrutor de Vôo: As horas de vôo do curso de INVA eu vou realizar em qual avião?

    O mais indicado para este curso é o Cessna 152, o Tupi ou o Corisco Turbo.

  • Instrutor de Voo: Como é a etapa teórica do curso de Instrutor de Voo?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido em 10 matérias:
    - Relações Interpessoais
    - Recursos Audiovisuais
    - Instrutor e a Comunicação
    - Fichas de Vôo
    - Briefing e Debriefing
    - Medicina Aeroespacial
    - Direitos Aeronáuticos
    - Segurança de Vôo
    - Sistema de Aviação Civil
    - Processo Ensino – Aprendizagem

  • Instrutor de Voo: Como faço para me tornar um Instrutor de Voo (INVA)?

    O curso de Instrutor de Voo trata-se de uma ótima opção para quem deseja adquirir experiência antes de buscar novas oportunidades na aviação comercial. O curso de INVA permite, ainda, que o piloto atue como Instrutor em escolas de aviação civil, como a EJ. Este curso também é dividido em etapa teórica e prática.

  • Instrutor de Voo: E a fase Prática de INVA? Como funciona?

    O curso está dividido em 27 horas de voo, sendo:
    - 04 horas de adaptação
    - 17,5 horas de preparação
    - 04 horas de navegação
    - 1,5 de voo de cheque com examinador credenciado pela ANAC.

  • Instrutor de Voo: O que eu ganho com o curso de Instrutor de Voo?

    Experiência! Fundamental para quem deseja seguir mais além na aviação, podendo optar por voar na Linha Aérea Comercial, Executiva ou até mesmo na Aviação Agrícola.

  • Instrutor de Voo: Quais são os requisitos para me tornar Instrutor de Voo?

    Para o curso de Instrutor de Voo o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 18 anos de idade.
    - 2º Grau completo.
    - Ser portador da Licença de Piloto Comercial.
    - Ser portador do Exame Médico de 1ª Classe.

  • Jet Training: O que é o Jet Training?

    Esse treinamento visa fornecer conhecimentos sobre aeronaves a reação, sistemas EFIS, navegação inercial, manuseio dos computadores de bordo (FMS), peso e balanceamento, performance, gerenciamento de cabine, "Crew coordination" e áreas de responsabilidades dos pilotos. O aluno ainda tem a vantagem de poder escolher um dos 2 simuladores da EJ, o Airbus A320 ou Boeing 737NG, optando pela aeronave que mais lhe agrade.

  • Piloto Agrícola: As horas de voo do curso de PAGR eu vou realizar em qual avião?

    São utilizadas 3 aeronaves no curso de piloto agrícola.
    - Citabria: usado no treinamento inicial, para adaptação em aeronaves convencionais/agrícolas.
    - Pawnee: utilizada no treinamento intermediário.
    - Ipanema: por ser largamente empregada na aviação agrícola, esta aeronave é utilizada na etapa avançada. Estes aviões são equipados com GPS, instrumento que auxilia a balizar o vôo durante os trabalhos de pulverização.

  • Piloto Agrícola: Como é a etapa teórica do curso de Piloto Agrícola?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido nas seguintes matérias:
    - Aspectos Históricos
    - Aspectos Econômicos e Estatísticos
    - Segurança de Vôo e Prevenção de Acidentes
    - Legislação Aeronáutica
    - Legislação do Ministério da Agricultura e do Abastecimento
    - Regulamentos de Tráfego Aéreo
    - Produção Agropecuária
    - Aeronaves Agrícolas
    - Tecnologia de Aplicação Aeroagrícola
    - Planejamento Operacional
    - Medicina de Aviação
    - Primeiros Socorros
    - Toxilogia
    - Usos especiais da Aviação Agrícola

  • Piloto Agrícola: Como é o curso Piloto Agrícola (PAGR) na EJ?

    Ser um piloto agrícola requer grande habilidade e conhecimentos específicos. A EJ foi pioneira na instrução de piloto agrícola. Seu curso utiliza os aviões Citabria para treinamento básico; Pawnee, para treinamento intermediário e Ipanema, para treinamento avançado. Todos são equipados com GPS e, na retaguarda, a EJ conta com uma equipe de instrutores do mais alto gabarito.

  • Piloto Agrícola: E a fase Prática de PAGR? Como funciona?

    O curso está dividido em 31 horas de voo, sendo:
    - 12 horas de treinamento básico/DGPS.
    - 19 horas de treinamento avançado.

  • Piloto Agrícola: Existe outro treinamento relacionado a esta área?

    Além de atuar como piloto agrícola, você também pode se especializar no combate a incêndios florestais com a aeronave AirTractor 802, que é mais uma opção que a EJ oferece. Você ainda poderá usar sua experiência para seguir carreira como piloto de linha aérea ou na aviação executiva.

  • Piloto Agrícola: Quais são os requisitos para me tornar Piloto Agrícola?

    - Ser portador da licença de Piloto Comercial.
    - Ter no mínimo 370 horas de voo.

  • Piloto Comercial: Após o PPA, qual a próxima etapa?

    A próxima fase é o curso de Piloto Comercial (PCA). Este curso é o primeiro rumo à profissionalização. A EJ oferece o treinamento teórico e prático que permite ao piloto avançar com segurança em sua carreira. Paralelamente, o piloto pode fazer os cursos de Multimotor (MLTE) e Vôo por Instrumentos (IFR).

  • Piloto Comercial: As horas de voo do curso de PCA eu vou realizar em qual avião?

    Vários aviões são utilizados de acordo com as características do voo.
    - Cessna ou Tupi: horas visuais.
    - Simulador de Vôo MFD X-Plane: horas de adaptação em voo por instrumentos (IFR).
    - Tupi, Cessna 172 G1000 ou Corisco Turbo: horas de voo por instrumentos (IFR).
    - Sêneca II: horas de voo em aeronaves multimotoras.

  • Piloto Comercial: Com o curso de Piloto Comercial eu posso fazer o que?

    Você poderá pilotar aviões monomotores e multimotores em condições visuais e de voo por instrumentos (IFR, para voar sob condições adversas.

  • Piloto Comercial: Como é a etapa teórica do curso de Piloto Comercial?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido em 14 matérias, dando ênfase especial as matérias da prova da ANAC, que são:
    - Regulamentos de Tráfego Aéreo (IFR)
    - Meteorologia
    - Aerodinâmica e Teoria de Vôo de Alta Velocidade
    - Motores a Reação
    - Navegação Aérea (IFR)

  • Piloto Comercial: E a fase Prática de PCA? Como funciona?

    O curso está dividido em 150 horas de voo, sendo que as horas de PPA já estão inclusas:
    - 70 horas de vôo visual, local e rota.
    - 45 horas de vôo em simulador.
    - 35 horas de vôo por instrumentos.
    - 2,5 de vôo de cheque com examinador credenciado pela ANAC.
    * incluso curso IFR

  • Piloto Comercial: O que é o curso de Multimotor (MLTE)?

    No curso de MLTE o piloto estará apto a voar aviões com mais de um motor, realizando um treinamento mais amplo e avançado, com emergências monomotoras entre outras.

  • Piloto Comercial: O que é o curso de Voo por Instrumentos (IFR)?

    No curso de IFR o piloto estará apto a voar em condições meteorológicas adversas, utilizando apenas os instrumentos de bordo, sem nenhuma outra referência externa.

  • Piloto Comercial: Quais são os requisitos para me tornar Piloto Comercial?

    Para o curso de Piloto Comercial o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 18 anos de idade.
    - 2º Grau completo.
    - Ser portador da Licença de Piloto Privado.
    - Ser portador do Exame Médico de 1ª Classe.

  • Piloto Privado: As horas de voo do curso de PPA eu vou realizar em qual avião?

    A aeronave mais recomendada para esta etapa da carreira é o Cessna 152, considerada hoje como a melhor aeronave treinadora de pilotos do mundo. As horas noturnas são realizadas com o EMB-712 (Tupi) ou Cessna 172.

  • Piloto Privado: Com o curso de Piloto Privado eu posso fazer o que?

    Pilotar aviões monomotores em condições visuais. Mas o curso de PPA não habilita o piloto a trabalhar profissionalmente. Para que o piloto possa exercer a função, é necessário realizar o curso de Piloto Comercial.

  • Piloto Privado: Como é dividido o curso prático de PPA?

    O curso está dividido em 46 horas de voo, sendo:
    - 29,5 horas duplo comando, das quais 24,5 em vôos locais (2 noturnas) e 5 em navegação.
    - 15 horas solo, das quais 10 em vôos locais e 5 em navegação.
    - 1,5 hora de voo de cheque com examinador credenciado pela ANAC.

  • Piloto Privado: Como funciona a parte Teórica do curso de Piloto Privado (PPA)?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido em 9 matérias, dando ênfase especial as matérias da prova da ANAC, que são:
    - Regulamentos de Tráfego Aéreo
    - Meteorologia
    - Teoria de Voo
    - Conhecimentos Técnicos
    - Navegação Aérea

  • Piloto Privado: O que eu preciso para ingressar na carreira de Piloto Civil?

    O curso de Piloto Privado (PPA) é o primeiro passo para quem deseja se tornar um piloto profissional. O curso total é dividido em duas etapas: teórica e prática. A EJ oferece um curso teórico intensivo com duração de apenas um mês, e ao final desta primeira etapa o aluno se submeterá a uma prova teórica da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Caso seja aprovado, estará apto a seguir com o treinamento prático, este com duração aproximada de um mês. No final da etapa prática o candidato realizará um voo de avaliação (Cheque) com um Examinador Credenciado da ANAC.

  • Piloto Privado: Quais são os requisitos para começar como Piloto Privado?

    Para o curso de Piloto Privado o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 17 anos de idade (curso teórico).
    - 18 anos de idade (curso prático).
    - 1º Grau completo.
    - Ser portador do Exame Médico de 2ª Classe.

  • Projeto Primeiro Emprego: Após a conclusão dos meus cursos na EJ, como posso adquirir experiência no mercado?

    A EJ abre a oportunidade para os alunos que realizarem desde o PC até o INVA na escola participarem do Projeto Primeiro Emprego. Trata-se de um Programa onde damos a oportunidade do aluno atuar como instrutor na própria escola e assim atingir o objetivo em acumular experiência de voo, para no futuro ter a possibilidade de concorrer ao mercado de trabalho com mais chances.

  • Projeto Primeiro Emprego: Após realizado todos os cursos na EJ, o emprego é garantido?

    A Ej garante 90% da contratação do instrutor, os outros 10% dependem exclusivamente do aluno, de acordo com:
    - desempenho técnico durante o treinamento;
    - avaliação comportamental;
    - aprovação na avaliação psicológica; e
    - aprovação na prática de voo.

  • Projeto Primeiro Emprego: Como faço para participar do Projeto?

    Para participar do projeto o aluno deverá realizar todo o treinamento Ej Training + INVA na EJ e após a conclusão serão realizadas avaliações psicológicas para medir o perfil do instrutor e avaliações práticas de voo. Após aprovado nestes testes, o piloto será contratado pela escola.


Aluno voa e navega solo. De verdade.
Este é um princípio de formação de
aviadores na EJ Escola de Aeronáutica

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    Mural Informativo


  • Membro da Esquadrilha EJ conclui curso de Airboss nos EUA

    Lucas Delcaro, membro da esquadrilha EJ, concluiu, no início do mês, o curso de Airboss promovido pelo ICAS (Internacional Council of Air Shows), em sua convenção anual, que ocorreu em Las Vegas, EUA. O curso foi um workshop avançado sobre a atividade e tem o objetivo de formar profissionais que coordenam eventos aéreos. O foco principal é a segurança das operações durante apresentações acrobáticas para o público. Delcaro, além de piloto da Esquadrilha EJ, havia sido o coordenador principal de eventos aeronáuticos ocorridos em Itápolis, como o Itápolis Air Show e o I Troféu Alberto Bertelli de acrobacias aéreas, eventos foram patrocinados pela EJ Escola de Aeronáutica e visam fomentar a paixão pela aviação e que se repetirão em 2018. Durante a convenção foi apresentado o regulamento da FAA (Federal Aviation Administration), o órgão fiscalizador da aviação nos EUA, equivalente a brasileira ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), para a função do Airboss, que é, além de coordenador dos shows e atividades em si, o responsável legal pelos eventos. “Nos EUA, a partir de 2019 será mandatória a habilitação de Airboss. Hoje essa atividade não é regulada, assim como no Brasil”, afirma Lucas. “Foram 5 anos de desenvolvimento deste regulamento e ainda está gerando uma série de comentários”, complementa. O ICAS convidou a comunidade brasileira de show aéreo para participar da quinquagésima edição de sua convenção. Antes, o presidente do ICAS, John Cudahy, já havia palestrado na segunda Convenção ASA, que é uma iniciativa da Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, para a criação de uma entidade representativa voltada para o desenvolvimento da atividade. “Existe um grande esforço pela comunidade aeronáutica em transformar o show aéreo no Brasil em uma atividade séria e profissional”, afirma Lucas. Além de Delcaro, mais membros da comunidade aeronáutica brasileira estavam presentes, como Líbero Caldas, comandante da Esquadrilha da Fumaça e Carlos Edo, da Esquadrilha Extreme, que deverá ser o presidente da entidade que está sendo criada, entre outros. “O objetivo é de buscar conhecimento, entender o que se passa não só no EUA mas em diversos países do mundo como Canadá, China, Austrália, Inglaterra, para depois discutir com a comunidade do show aéreo no Brasil e também com a ANAC como podemos fortalecer e transformar a atividade que hoje é mantida por amor à aviação em um negócio mais seguro, mais lucrativo e maior”, afirma Josué Andrade, diretor da EJ. Além dos temas relacionados à organização de eventos e regulações, houve a oportunidade de debater apresentações aéreas com Sean Tucker, Sue Gardner e membros da US Navy Blue Angels, reconhecidos pilotos e organizadores dos maiores shows aéreos dos EUA, conceitos que envolvem o espetáculo em si, com o objetivo de melhorar a apresentação da Esquadrilha EJ. “Além da segurança de voo, de como explorar as aeronaves e o display de apresentação, além das atividades não relacionadas ao voo, mas de enorme importância na compreensão e encantamento do público”, afirma. “O saldo foi muito positivo”, conclui.

  • Mário Villela, instrutor da EJ, é contratado pela Copa Airlines, do Panamá

    Na madrugada de céu limpo no dia 27 de novembro, estacionado no finger 232 do Aeroporto de Guarulhos, um Boeing 737-800 da Copa Airlines se preparava para o embarque de passageiros com destino a Cidade do Panamá. Mário Henrique Villela, 26 anos, estava concentrado ao momento do embarque. Os pilotos e comissários não sabiam que naquele avião, um dos passageiros logo mais fará parte também da equipe de tripulantes da companhia. Dali a 30 ou 40 minutos, depois de acomodado, ele poderia se dar ao luxo de uma comemoração silenciosa: ele se dirigia ao centro de treinamento da Copa Airlines, para ser copiloto dos Boeing 737 da frota da empresa, entre eles, o avião que estava voando. Foi uma longa jornada até este momento. O gosto por aviões, não diferente de muitas pessoas, veio da infância: “Tive influência de meu pai que me levava para o aeroporto de Congonhas quando era muito criança”, conta. “Após, com o passar do tempo, eu tenho um irmão engenheiro que trabalha na Latam e me convidou pra conhecer o centro de manutenção da empresa, e foi ali que o desejo pela aviação comercial se iniciou“, lembra. Mário trabalhava na World Tennis, rede de lojas com centenas de unidades no país, e o segredo, ali, no momento, era fazer muita economia. “Complicado era trabalhar com vendas pensado unicamente nas horas de voo”, conta. Aos 19, matriculou-se na EJ e seguiu trabalhando como vendedor, juntamente com um apoio decisivo dos pais: “meu dinheiro era para as minhas horas, mas sempre tive o apoio moral e financeiro de meus pais”, afirma. “Éramos como uma sociedade, cada um ajudava um pouco”, complementa. Logo, durante o curso de piloto comercial, ele trocou de emprego e conseguiu uma vaga na EJ. “O trabalho de estagiário foi um diferencial muito bom onde aprendi, digamos, os bastidores da aviação, cuidando da parte de diário de bordo e documentações”, diz. Com 22 já era instrutor, onde somou mais de 1800 horas de voo nos Cessnas 152, 172, Corisco e Seneca, além de instruções IFR nos simuladores de voo da escola. Atualmente acumulava mais um cargo: era coordenador dos cursos teóricos. “A EJ me deu toda a bagagem de experiência na aviação, que foi o suficiente pra obter uma vaga na aviação comercial, e o mais importante, em uma empresa internacional“, afirma. “Como instrutor, os voos mais memoráveis foram para o litoral, Ubatuba e para aeroportos de grande operação como Campinas para fazer ILS (aproximação por instrumentos) e dividir nossa operação com as demais aeronaves de voos comerciais”, afirma. Mário solou no final de 2011, em um Cessna 152 da EJ, de prefixo PR-EJQ, liberado solo pelo instrutor Marco Antônio Franco, que hoje é copiloto da Gol Linhas Aéreas, e fala sobre o dia: “Inesquecível, por que jamais imaginava que um sonho de criança estaria se tornando realidade, de decolar e pousar uma aeronave, sentir a sensação de ser, pela primeira vez, o piloto em comando. Foi a realização de um sonho pessoal”, afirma. “E também de toda a minha família, que embora não estivesse presente no dia, sempre aguardou e torceu pra que esse momento acontecesse”, complementa. “Independente de onde você esteja, sempre humildade para receber e passar as informações. Esse sempre é o lema, que levo para mim e sempre falava para todos os alunos”, finaliza. Mário está no Panamá, no centro de treinamento da Copa Airlines, fazendo, primeiramente, os cursos de convalidação das habilitações para o país, e logo já inicia o ground school do 737. Na sequência, inicia os treinamentos em simulador e de instrução em rota. A EJ deseja sucesso e bons voos.

  • Felipe Craveiro, instrutor da EJ, advogado e carioca da gema, é contratado por companhia aérea internacional

    Carioca da gema, formou-se em direito na Universidade Estácio de Sá em 2010, aos 22 anos de idade, logo passou na prova da OAB - Ordem dos advogados do Brasil e tornou-se advogado. “Porém não gostava da profissão”, conta. E um pensamento sempre rondava sua mente: “sempre gostei de aviação porque tinha costume de levar meus avós ao aeroporto quando eles viajavam pra Portugal”, conta. Durante dois anos Felipe trabalhou na oficina mecânica de seu pai e a noite estudava para concurso público, ele queria ser agente da Polícia Federal, e mesmo estudando para a prova, vislumbrava a oportunidade de ser piloto, desta vez, dentro da instituição, “a ideia era conseguir me tornar piloto depois, internamente”, explica. Com os voos sempre em mente, resolveu cortar caminho, conversou com a família e matriculou-se em um curso teórico de piloto privado em uma escola no Rio e logo começou a voar em um aeroclube próximo. “Após algumas horas de voo e já aprovado na banca de PP da ANAC, conheci a EJ e gostei muito da estrutura e da ideia do voo solo, que não aconteceria no aeroclube”, diz Craveiro. Na EJ ele terminou o prático de piloto privado, seguiu com os cursos de piloto comercial e outras especializações, como o curso de instrutor de voo e Jet Training. Com todas as habilitações conquistadas, não havia vaga naquele momento para Felipe assumir o posto de instrutor de voo, “Optei por aguardar a fila da EJ (para ser instrutor), trabalhando inicialmente na operações de voo por seis meses antes de ingressar como instrutor”, relembra Craveiro. Entre outras coisas, “puxava avião e abastecia”, conta, “me ensinou a ser humilde e dar um passo de cada vez”, complementa. Durante os últimos três anos, Craveiro atuou ensinando a voar, onde acumulou pouco mais que 1300 horas nas aeronaves da frota da escola, além disso, a EJ soube aproveitar sua expertise anterior e Felipe foi instrutor teórico de direito aeronáutico, aulas que só podem ser ministradas por quem é, pelo menos, bacharel em direito. “Entrei provisoriamente pra cobrir um outro professor que tinha saído, porém deu certo, gostei e fiquei de vez”, relembra. “E me mantinha atualizado, sempre estudando”, complementa. Voos mais legais enquanto atuava como instrutor? “Rio de Janeiro: pousar no Santos Dumont, Angra dos Reis e Cabo Frio”, responde Craveiro, apaixonado pelo seu estado. Ensinamento que aprendeu na EJ e fez questão de repassar para seus alunos de voo? “Responsabilidade e maturidade. Não estava ali pra brincar e sabia a responsabilidade da minha futura profissão”. Agora Felipe, aos 29, foi contratado pela Copa Airlines, companhia com sede no Panamá, que faz voos de Boeing 737-800 para cidades como Nova Iorque, Los Angeles, Las Vegas, Cidade do México e Buenos Aires, entre diversas outras, mas também para o Rio de Janeiro do Cristo Redentor, do Corcovado, de Ipanema, de Copacabana e do Leblon, cidade que ele realmente gosta de ver de cima, a partir das cabines dos Cessnas da EJ ou agora, a partir, de inicialmente, do assento de copiloto de Boeing 737. “Eu sou apaixonado pelo Rio”, conclui. A EJ agradece Craveiro pelo tempo que se dedicou ensinando a voar e deseja boa sorte em sua carreira.

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510