EJ - Escola de Aviação Civil


Quem Somos

Perguntas frequentes

O Cessna 152 é recomendado para o início do treinamento


Leia as dúvidas mais comuns de nossos clientes

  • A Escola: Como é a instrução de voo na EJ?

    A EJ dispõe de mais de 40 instrutores totalmente capacitados, e como a padronização é fundamental, a escola fornece aos alunos manuais exclusivos, para cada curso e aeronave. Acompanhando os manuais, aluno e o instrutor garantem um treinamento contínuo e padronizado.

  • A Escola: Como faço para agendar meus voos?

    O agendamento deverá ser feito com um dia de antecedência e poderá ser feito com o Coordenador de Voo de cada unidade. Agendamento também poderá ser feito pelo sistema Flight Center.

  • A Escola: Como faço para chegar na EJ?

    Clique no link, preencha sua localização e destino para traçar a rota: mapa

  • A Escola: Como faço para realizar meus voos?

    Todos os voos são realizados com um agendamento antecipado. O aluno deverá se apresentar com uma hora de antecedência, para que o avião seja preparado e o Briefing seja realizado.

  • A Escola: E como os aviões são mantidos em perfeito estado?

    Para que os aviões estejam sempre operacionais, disponíveis para o treinamento dos alunos, a EJ dispõe de manutenção própria especializada, realizando reparos rápidos e eficientes, oferecendo aos alunos maior segurança e disponibilidade de aeronaves.

  • A Escola: E onde eu encontro a EJ?

    A EJ disponibiliza duas unidades de operação para melhor atender a todos seus alunos. Uma em Itápolis, localizada no interior de São Paulo, e outra em Jundiaí, próxima à capital paulista. As duas dispõem de recursos similares no que se refere a aviões, simuladores e instrutores, apresentando-se como alternativas que os alunos podem escolher de acordo com a sua conveniência.

  • A Escola: E quando eu terei meu acesso ao Flight Center?

    No ato da matrícula, um cadastro on-line será preenchido, automaticamente será criado um Login e Senha para que a liberação do acesso seja imediata.

  • A Escola: E se aparecer alguma dúvida relativa ao meu treinamento?

    Os instrutores acompanham de perto todas as etapas do voo, proporcionando um treinamento de segurança e maior confiança ao aluno. E caso alguma dúvida apareça, sempre terá um instrutor por perto para resolver seus eventuais problemas.

  • A Escola: O que é o sistema Flight Center?

    É um sistema exclusivo, totalmente informatizado, onde são registradas todas as informações referentes a cada aluno. Por meio de um Login, o aluno pode acessar os seus dados: voos realizados, horas de voo acumuladas, avaliações e recomendações dos instrutores, entre outras facilidades. Esse sistema também permite que a escola avalie a evolução de cada aluno e possa ajudá-los a atingir mais rapidamente o nível de excelência desejado.

  • A Escola: Precisarei me alojar na escola, como devo proceder?

    Na própria Secretaria da escola serão fornecidas todas as informações relativas ao alojamento. Com a disponibilidade de alojamento os alunos não se preocupam em ter um gasto muito alto com hotel ou aluguel de uma casa, já que maioria fica na escola apenas o tempo necessário para a conclusão de seu curso.

  • A Escola: Quais são os cursos que eu posso realizar na EJ?

    Na EJ você tem a disponibilidade de realizar os seguintes treinamentos:
    - Piloto Privado de Avião (PPA) - Teórico e prático
    - Piloto Comercial de Avião (PCA) - Teórico e prático
    - Voo em aeronaves multimotoras (MLTE)
    - Voo por instrumentos (IFR)
    - Instrutor de Voo de Avião (INVA) - Teórico e prático
    - Piloto Agrícola (PAGR)
    - Jet Trainer (Airbus A320 ou Boeing 737NG)
    - Revalidação de habilitações.
    - Inglês técnico para pilotos.
    - Familiarização Garmim 1000.

  • A Escola: Quais são os recursos da unidade Itápolis?

    A EJ Itápolis oferece a seus alunos:
    - 2 Simuladores MFD X-Plane, um dos mais modernos modelos, disponibilizado para o treinamento IFR.
    - Salas de aulas amplas, com ar-condicionado, computador, projetor, e outros recursos didáticos.
    - Alojamento: quartos com 4 camas, armário, roupa de cama, área para estudos com internet wireless.
    - Sala de Operações que oferece apoio aos alunos no solo e em voo, proporcionando maior segurança.
    - Salas de Briefing e De-Brienfing modernas, oferecendo um melhor aproveitamento em todos os voos.
    - CBT - Computer Basic Training: esta sala dispõe de computadores e programas especialmente voltados para o treinamento dos alunos, tornando o aprendizado ainda mais rápido e efetivo.
    - Aérea de lazer a disposição dos alunos, com churrasqueira, piscina e quadra poliesportiva.
    - Além de todos esses recursos, a EJ Itápolis ainda tem Estacionamento e um Restaurante/Lanchonete nas dependências da escola.

  • A Escola: Quais são os recursos da unidade Jundiaí?

    A EJ Jundiaí oferece a seus alunos:
    - Simulador MFD X-Plane, um dos mais modernos modelos, disponibilizado para o treinamento IFR.
    - Simulador G1000, que atende as novas exigências da ANAC, validando até 20 horas seu treinamento IFR.
    - Simulador do Airbus A 320, uma exclusividade da EJ utilizado no curso de Transição a Jato (Jet Trainer).
    - Simulador do Boeing 737 NG, moderno simulador utilizado no curso de Transição a Jato (Jet Trainer).
    - Sala de aula ampla, com ar-condicionado, computador, projetor, e outros recursos didáticos.
    - Sala de Operações que oferece apoio aos alunos no solo e em voo, proporcionando maior segurança.
    - Salas de Briefing e De-Brienfing modernas, oferecendo um melhor aproveitamento em todos os voos.
    - Além de todos esses recursos, a EJ Jundiaí ainda tem Estacionamento e Snack bar para maior comodidade dos alunos.

  • A Escola: Quando eu chegar na EJ, onde preciso ir?

    Assim que chegar na escola, em qualquer uma das duas bases, dirija-se até a Secretaria da escola, ali será encaminhado até o departamento que corresponda a sua necessidade.

  • A Escola: Segurança é levada a sério na EJ?

    Este tema é, e sempre será de extrema importância na aviação. Portanto, os alunos são instruídos a manter um alto padrão de segurança, como exemplo, realizando sempre a Inspeção Pré-voo.

  • A Escola: Terei disponibilidade de aeronave no horário que eu escolher?

    A apesar do grande número de alunos geralmente presentes na escola, a EJ dispõe de mais de 50 aeronaves, portanto, indisponibilidade de aeronaves é um problema que o aluno não enfrentará.

  • EJ Training: As horas de voo do curso EJ TRAINING eu vou realizar em qual avião?

    Vários aviões são utilizados de acordo com as características do voo.
    - Cessna ou Tupi: horas visuais.
    - Simulador de Voo MFD X-Plane: horas de adaptação em voo por instrumentos (IFR).
    - Tupi, Cessna 172 G1000 ou Corisco Turbo: horas de voo por instrumentos (IFR).
    - Sêneca II: horas de voo em aeronaves multimotoras.

  • EJ Training: Como funciona o EJ TRAINING?

    Após a conclusão do Curso Teórico de PC e aprovação na banca da ANAC, o piloto iniciará o treinamento prático dividido nas seguintes fases:
    - Fase I: Treinamento prático de piloto comercial visual
    - Fase II: Simulador IFR
    - Fase III: Treinamento de vôos por instrumentos
    - Fase IV: Treinamento em aeronaves multimotoras (opcional).

  • EJ Training: Quais são os requisitos para me tornar seguir no treinamento EJ TRAINING?

    Para o curso o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 18 anos de idade.
    - 2º Grau completo.
    - Ser portador da Licença de Piloto Privado.
    - Ser portador do Exame Médico de 1ª Classe.
    - Estar cursando ou já ter concluído o curso de Piloto Comercial Teórico.

  • EJ Training: Quero meu curso mais rápido, com preço acessível e com qualidade. Isso existe?

    Claro que sim, o EJ Training é a sua melhor opção.
    O EJ TRAINING foi desenvolvido para formação profissional a partir da licença de Piloto Privado. O desenvolvimento do piloto inicia-se no treinamento visual local e navegação para adquirir experiência em comando. Na fase avançada do treinamento é utilizado o simulador IFR e aeronaves equipadas para voos por instrumentos, monomotoras e multimotoras. Além de habilitar o piloto na categoria Piloto Comercial MLTE IFR, também é opcional realizar após o Ej Training o curso do Jet Training, que dará noções de aeronaves a jato com ênfase para piloto de linha aérea.

  • Instrutor de Voo: Após o PCA, qual a próxima etapa?

    Você poderá realizar treinamento para Instrutor de Vôo ou ainda voar em aviões de pequeno porte, acumulando experiência para prosseguir na sua carreira.

  • Instrutor de Vôo: As horas de vôo do curso de INVA eu vou realizar em qual avião?

    O mais indicado para este curso é o Cessna 152, o Tupi ou o Corisco Turbo.

  • Instrutor de Voo: Como é a etapa teórica do curso de Instrutor de Voo?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido em 10 matérias:
    - Relações Interpessoais
    - Recursos Audiovisuais
    - Instrutor e a Comunicação
    - Fichas de Vôo
    - Briefing e Debriefing
    - Medicina Aeroespacial
    - Direitos Aeronáuticos
    - Segurança de Vôo
    - Sistema de Aviação Civil
    - Processo Ensino – Aprendizagem

  • Instrutor de Voo: Como faço para me tornar um Instrutor de Voo (INVA)?

    O curso de Instrutor de Voo trata-se de uma ótima opção para quem deseja adquirir experiência antes de buscar novas oportunidades na aviação comercial. O curso de INVA permite, ainda, que o piloto atue como Instrutor em escolas de aviação civil, como a EJ. Este curso também é dividido em etapa teórica e prática.

  • Instrutor de Voo: E a fase Prática de INVA? Como funciona?

    O curso está dividido em 27 horas de voo, sendo:
    - 04 horas de adaptação
    - 17,5 horas de preparação
    - 04 horas de navegação
    - 1,5 de voo de cheque com examinador credenciado pela ANAC.

  • Instrutor de Voo: O que eu ganho com o curso de Instrutor de Voo?

    Experiência! Fundamental para quem deseja seguir mais além na aviação, podendo optar por voar na Linha Aérea Comercial, Executiva ou até mesmo na Aviação Agrícola.

  • Instrutor de Voo: Quais são os requisitos para me tornar Instrutor de Voo?

    Para o curso de Instrutor de Voo o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 18 anos de idade.
    - 2º Grau completo.
    - Ser portador da Licença de Piloto Comercial.
    - Ser portador do Exame Médico de 1ª Classe.

  • Jet Training: O que é o Jet Training?

    Esse treinamento visa fornecer conhecimentos sobre aeronaves a reação, sistemas EFIS, navegação inercial, manuseio dos computadores de bordo (FMS), peso e balanceamento, performance, gerenciamento de cabine, "Crew coordination" e áreas de responsabilidades dos pilotos. O aluno ainda tem a vantagem de poder escolher um dos 2 simuladores da EJ, o Airbus A320 ou Boeing 737NG, optando pela aeronave que mais lhe agrade.

  • Piloto Agrícola: As horas de voo do curso de PAGR eu vou realizar em qual avião?

    São utilizadas 3 aeronaves no curso de piloto agrícola.
    - Citabria: usado no treinamento inicial, para adaptação em aeronaves convencionais/agrícolas.
    - Pawnee: utilizada no treinamento intermediário.
    - Ipanema: por ser largamente empregada na aviação agrícola, esta aeronave é utilizada na etapa avançada. Estes aviões são equipados com GPS, instrumento que auxilia a balizar o vôo durante os trabalhos de pulverização.

  • Piloto Agrícola: Como é a etapa teórica do curso de Piloto Agrícola?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido nas seguintes matérias:
    - Aspectos Históricos
    - Aspectos Econômicos e Estatísticos
    - Segurança de Vôo e Prevenção de Acidentes
    - Legislação Aeronáutica
    - Legislação do Ministério da Agricultura e do Abastecimento
    - Regulamentos de Tráfego Aéreo
    - Produção Agropecuária
    - Aeronaves Agrícolas
    - Tecnologia de Aplicação Aeroagrícola
    - Planejamento Operacional
    - Medicina de Aviação
    - Primeiros Socorros
    - Toxilogia
    - Usos especiais da Aviação Agrícola

  • Piloto Agrícola: Como é o curso Piloto Agrícola (PAGR) na EJ?

    Ser um piloto agrícola requer grande habilidade e conhecimentos específicos. A EJ foi pioneira na instrução de piloto agrícola. Seu curso utiliza os aviões Citabria para treinamento básico; Pawnee, para treinamento intermediário e Ipanema, para treinamento avançado. Todos são equipados com GPS e, na retaguarda, a EJ conta com uma equipe de instrutores do mais alto gabarito.

  • Piloto Agrícola: E a fase Prática de PAGR? Como funciona?

    O curso está dividido em 31 horas de voo, sendo:
    - 12 horas de treinamento básico/DGPS.
    - 19 horas de treinamento avançado.

  • Piloto Agrícola: Existe outro treinamento relacionado a esta área?

    Além de atuar como piloto agrícola, você também pode se especializar no combate a incêndios florestais com a aeronave AirTractor 802, que é mais uma opção que a EJ oferece. Você ainda poderá usar sua experiência para seguir carreira como piloto de linha aérea ou na aviação executiva.

  • Piloto Agrícola: Quais são os requisitos para me tornar Piloto Agrícola?

    - Ser portador da licença de Piloto Comercial.
    - Ter no mínimo 370 horas de voo.

  • Piloto Comercial: Após o PPA, qual a próxima etapa?

    A próxima fase é o curso de Piloto Comercial (PCA). Este curso é o primeiro rumo à profissionalização. A EJ oferece o treinamento teórico e prático que permite ao piloto avançar com segurança em sua carreira. Paralelamente, o piloto pode fazer os cursos de Multimotor (MLTE) e Vôo por Instrumentos (IFR).

  • Piloto Comercial: As horas de voo do curso de PCA eu vou realizar em qual avião?

    Vários aviões são utilizados de acordo com as características do voo.
    - Cessna ou Tupi: horas visuais.
    - Simulador de Vôo MFD X-Plane: horas de adaptação em voo por instrumentos (IFR).
    - Tupi, Cessna 172 G1000 ou Corisco Turbo: horas de voo por instrumentos (IFR).
    - Sêneca II: horas de voo em aeronaves multimotoras.

  • Piloto Comercial: Com o curso de Piloto Comercial eu posso fazer o que?

    Você poderá pilotar aviões monomotores e multimotores em condições visuais e de voo por instrumentos (IFR, para voar sob condições adversas.

  • Piloto Comercial: Como é a etapa teórica do curso de Piloto Comercial?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido em 14 matérias, dando ênfase especial as matérias da prova da ANAC, que são:
    - Regulamentos de Tráfego Aéreo (IFR)
    - Meteorologia
    - Aerodinâmica e Teoria de Vôo de Alta Velocidade
    - Motores a Reação
    - Navegação Aérea (IFR)

  • Piloto Comercial: E a fase Prática de PCA? Como funciona?

    O curso está dividido em 150 horas de voo, sendo que as horas de PPA já estão inclusas:
    - 70 horas de vôo visual, local e rota.
    - 45 horas de vôo em simulador.
    - 35 horas de vôo por instrumentos.
    - 2,5 de vôo de cheque com examinador credenciado pela ANAC.
    * incluso curso IFR

  • Piloto Comercial: O que é o curso de Multimotor (MLTE)?

    No curso de MLTE o piloto estará apto a voar aviões com mais de um motor, realizando um treinamento mais amplo e avançado, com emergências monomotoras entre outras.

  • Piloto Comercial: O que é o curso de Voo por Instrumentos (IFR)?

    No curso de IFR o piloto estará apto a voar em condições meteorológicas adversas, utilizando apenas os instrumentos de bordo, sem nenhuma outra referência externa.

  • Piloto Comercial: Quais são os requisitos para me tornar Piloto Comercial?

    Para o curso de Piloto Comercial o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 18 anos de idade.
    - 2º Grau completo.
    - Ser portador da Licença de Piloto Privado.
    - Ser portador do Exame Médico de 1ª Classe.

  • Piloto Privado: As horas de voo do curso de PPA eu vou realizar em qual avião?

    A aeronave mais recomendada para esta etapa da carreira é o Cessna 152, considerada hoje como a melhor aeronave treinadora de pilotos do mundo. As horas noturnas são realizadas com o EMB-712 (Tupi) ou Cessna 172.

  • Piloto Privado: Com o curso de Piloto Privado eu posso fazer o que?

    Pilotar aviões monomotores em condições visuais. Mas o curso de PPA não habilita o piloto a trabalhar profissionalmente. Para que o piloto possa exercer a função, é necessário realizar o curso de Piloto Comercial.

  • Piloto Privado: Como é dividido o curso prático de PPA?

    O curso está dividido em 46 horas de voo, sendo:
    - 29,5 horas duplo comando, das quais 24,5 em vôos locais (2 noturnas) e 5 em navegação.
    - 15 horas solo, das quais 10 em vôos locais e 5 em navegação.
    - 1,5 hora de voo de cheque com examinador credenciado pela ANAC.

  • Piloto Privado: Como funciona a parte Teórica do curso de Piloto Privado (PPA)?

    O curso é realizado por professores capacitados e é dividido em 9 matérias, dando ênfase especial as matérias da prova da ANAC, que são:
    - Regulamentos de Tráfego Aéreo
    - Meteorologia
    - Teoria de Voo
    - Conhecimentos Técnicos
    - Navegação Aérea

  • Piloto Privado: O que eu preciso para ingressar na carreira de Piloto Civil?

    O curso de Piloto Privado (PPA) é o primeiro passo para quem deseja se tornar um piloto profissional. O curso total é dividido em duas etapas: teórica e prática. A EJ oferece um curso teórico intensivo com duração de apenas um mês, e ao final desta primeira etapa o aluno se submeterá a uma prova teórica da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Caso seja aprovado, estará apto a seguir com o treinamento prático, este com duração aproximada de um mês. No final da etapa prática o candidato realizará um voo de avaliação (Cheque) com um Examinador Credenciado da ANAC.

  • Piloto Privado: Quais são os requisitos para começar como Piloto Privado?

    Para o curso de Piloto Privado o candidato precisa ter os seguintes pré-requisitos:
    - 17 anos de idade (curso teórico).
    - 18 anos de idade (curso prático).
    - 1º Grau completo.
    - Ser portador do Exame Médico de 2ª Classe.

  • Projeto Primeiro Emprego: Após a conclusão dos meus cursos na EJ, como posso adquirir experiência no mercado?

    A EJ abre a oportunidade para os alunos que realizarem desde o PC até o INVA na escola participarem do Projeto Primeiro Emprego. Trata-se de um Programa onde damos a oportunidade do aluno atuar como instrutor na própria escola e assim atingir o objetivo em acumular experiência de voo, para no futuro ter a possibilidade de concorrer ao mercado de trabalho com mais chances.

  • Projeto Primeiro Emprego: Após realizado todos os cursos na EJ, o emprego é garantido?

    A Ej garante 90% da contratação do instrutor, os outros 10% dependem exclusivamente do aluno, de acordo com:
    - desempenho técnico durante o treinamento;
    - avaliação comportamental;
    - aprovação na avaliação psicológica; e
    - aprovação na prática de voo.

  • Projeto Primeiro Emprego: Como faço para participar do Projeto?

    Para participar do projeto o aluno deverá realizar todo o treinamento Ej Training + INVA na EJ e após a conclusão serão realizadas avaliações psicológicas para medir o perfil do instrutor e avaliações práticas de voo. Após aprovado nestes testes, o piloto será contratado pela escola.


Aluno voa e navega solo. De verdade.
Este é um princípio de formação de
aviadores na EJ Escola de Aeronáutica

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    Mural Informativo


  • Editorial: SNA faz populismo sindical e joga contra a segurança de voo

    O SNA - Sindicado Nacional do Aeronautas, inicia na justiça perante a EJ uma batalha onde deseja modificar as relações de trabalho da escola com seus instrutores. A EJ vinha acompanhando o trabalho do SNA, que desde sua renovação, e somos justos, havia feito boas coisas pela aviação, pelos aviadores, e travado boas lutas pela melhoria da profissão, dos regulamentos e das leis. Entretanto, neste ponto, da relação das escolas privadas e aeroclubes com seus instrutores, eles erraram, ou melhor, erraram no “pé e mão”, como dizemos no meio aeronáutico. H. L. Mencken certa vez disse: “Para todo problema complexo existe sempre uma solução simples, elegante e completamente errada.” É o caso, e essa intransigência irresponsável, sem diálogo, cedendo à tentação populista, típica do velho sindicalismo, se consumada, trará, no logo prazo, resultados negativos para a segurança de voo, e aqui nós vamos explicar todas as razões. Para chegarmos ao ponto que desejamos, começaremos com duas perguntas: qual a única profissão do mundo que quando a pessoa é contratada, já entra pensando em sair? E qual a única profissão do mundo, que quando a pessoa pede demissão, faz isso feliz, e o empregador comemora junto com o colaborador sua saída? E muitas vezes, inclusive, para ganhar um salário pior, porque deseja ter outras experiências de aeronaves. É o instrutor de voo. Porque ser instrutor, na imensa maioria das vezes, não é uma profissão em si. Ser instrutor é costumeiramente um degrau na carreira do aviador. O aviador sempre deseja mais. A grande maioria dos profissionais que atuam na linha aérea, na executiva ou na agrícola, atuaram como instrutores no início de suas carreiras, e suas memórias são de uma época de aprendizado. A única comparação razoavelmente próxima é a figura do médico residente. Ou seja, ser instrutor é a pós-graduação do piloto. Além disso, o aprendizado só é completo quando a pessoa passa a ensinar outras. E sendo a EJ formadora de boa porcentagem dos profissionais do Brasil, nós temos o dever de pensar o sistema de formação integralmente, e assim também contribuir com a segurança de voo, essencial como um todo, e nosso principal objetivo. E nós temos a consciência que encabeçamos boas iniciativas no mercado: fomos a primeira a colocar como pré-condição para a formação de um bom aviador, que ele deva voar solo, e inclusive navegar, tanto no curso de piloto privado como no de comercial. Quando um aluno se forma no curso de PC na EJ, ele tem, no mínimo, 20 horas solo, no comando. Nós comunicamos isso em nossos materiais. Voar solo é essencial para o aprendizado e autoconfiança do futuro profissional. Entretanto isso é simplesmente cumprir a lei. Posteriormente conduzimos o mercado novamente com a implantação do curso de Upset Recovery, que é apenas uma recomendação da ANAC - na FAA, agência dos EUA, já é obrigatório para instrutores - e aqui incentivamos todos nossos alunos que o façam para melhorar seus currículos, proficiência e habilidade técnica. Hoje, algumas outras escolas e aeroclubes já foram na mesma direção, em favor do Upset Recovery, e juntos, todos, na concorrência do livre mercado, estamos contribuindo com a melhoria da qualidade dos aviadores no país todo. Hoje o instrutor começa sua carreira com cerca de 170 horas de voo, que é a formação do curso de PC mais INVA, aqui exigimos o completo conhecimento de parafusos, na prática, para que se inicie na instrução. Com essas horas, seguindo rigorosamente a lei, que está correta, mas com uma sólida formação e doutrina, o instrutor está plenamente apto a iniciar os primeiros degraus dando instruções, e aqui na EJ, quanto mais horas ele vai adquirindo na função, mais para frente na instrução ele segue, até chegar a dar aulas em bimotores e operações IFR, voo por instrumentos, em aeroportos complexos. Neste ponto o aviador está pleno, com cerca de 1000 horas de voo, e pronto para assumir um avião com mais de 100 passageiros a bordo. Isso chama-se oportunidade. Normalmente quando um instrutor atinge os requisitos das linhas aéreas, dependendo do humor do mercado e do ritmo das contratações pelas empresas na aviação executiva, eles automaticamente seguem em frente, dando oportunidade aos novos INVAs recém formados. E os formados na casa tem a oportunidade de participar desse processo seletivo. Portanto hoje nós temos uma boa rotatividade de instrutores, sem deixar de lado a segurança de voo, para dar mais chances para mais pessoas terem experiência, aprendizado e currículo o suficiente para entrar em uma companhia aérea. E claro, nós temos instrutores que ficam mais tempo, juntam muito mais horas e atingem um rendimento melhor. Eles são o que internamente chamamos de “disseminadores de doutrina”, são os mestres dos professores. Em setembro agora, a EJ voou 3.252,5 horas, e mais 425,5 h de simuladores, com um total de 70 instrutores na instrução regular de PP/PC/INVA - já tivemos 120 simultâneos e momentos de alta do mercado - Eles voaram uma média de 46.4 horas de voo por instrutor. O quê o SNA propôe? Aumentos de salários. E isso vai gerar uma menor demanda de instrutores. Com instrutores voando dentro do regulamento, de 80 horas por mês, precisaremos de apenas 40 profissionais aproximadamente. Além disso, pelas novas burocracias, teremos um desestímulo para fazer a renovação e rotatividade de profissionais, e daremos menos oportunidades para esses aviadores, oportunidades que já nem são tantas. Como resultado teremos poucos instrutores, mas com muitas horas de voo cada um. Tudo isso vai gerar uma legião de aviadores com 170 horas de voo, não só entre nossos clientes, mas em todo o Brasil. Ficarão travados nesta quantidade de horas. Com PC/INVA, mas sem empregos, sem oportunidades e sem horizontes. Afinal, quem, além das escolas e aeroclubes, empregam um piloto com essa quantidade de horas? As linhas aéreas, que mudam constantemente seus requisitos para admissão devido ao mercado, pedem geralmente entre 1000 e 1500 horas de voo, e em algumas raras excessões, pedem 500 horas. Vamos elitizar mais ainda a aviação fazendo as pessoas comprarem, no mínimo, mais 300 horas de voo e fazer seu custo de formação, que já é caro e elitizado, custar o triplo? E mais: a fila para ser contratado como instrutor começará a andar de modo excessivamente lento, deixando os aviadores formados afastados, sem vivenciar a aviação por um bom tempo. Isso é benéfico para a aviação como um todo? Nós acompanhamos a legislação referente a figura do Piloto de Tripulação Múltipla, novidade polêmica, mas que a EJ não vê como prática do mercado nos próximos, pelo menos, 10 anos. Esta seria a única saída para um profissional da linha aérea sem horas de voo. Vislumbramos o risco de voltar aquela velha prática do meio, de tempos atrás: a famosa canetada, que é a falsificação de horas de voo, atitude que a EJ tem combatido ferozmente desde que foi fundada. E esse combate por nós travado é exatamente o que fez com que os currículos de aviadores formados aqui tenham peso no mercado: a confiabilidade de horas voadas lançadas da EJ. É comum quando uma empresa aérea recebe um currículo de um aluno formado por nós, entrarem em contato conosco para pedir a confirmação de horas, porque fazemos isso de maneira rápida por nosso sistema, que é avançado, onde temos todos os voos, desde 2008, lançados e anotados à distância de um click. E esta deveria ser a preocupação séria do SNA: a segurança de voo. Inclui a formação como parte importante do processo. Não deveriam apenas manter a preocupação com profissionais já empregados e campanhas para aumentar o número de associados. E mesmo se fosse apenas uma questão apenas monetária, de lucros e salários, para a EJ, todo o sistema, se remodelado assim, pode fazer com que nos faça atingir uma participação maior no mercado. Obviamente todas as horas de voo em todo o sistema aumentarão de preços, em todas as escolas e aeroclubes, mas o aumento será ainda maior nos aeroclubes e escolas menores. A EJ tem 70 aviões e 80 instrutores, somando os instrutores de acrobacia, agrígola e outras especialidades, e monta, se for o caso, sua escala para maximizar as horas de voo dentro do regulamento: as 80 horas mensais, e faz todos os instrutores regulares chegarem próximos a essa quantidade, minimizando o impacto de custos. E um aeroclube que voa 100 horas? Ele não consegue aumentar em 50% suas vendas e colocar dois instrutores para fazer cerca de 80 horas cada. Ele terá que reduzir seus voos para oitenta horas. E a escola que voa duzentas horas? Como eles fecham a conta? A tendência é a inviabilidade dessas instituições como formadora de aviadores, reduzindo a concorrência. Neste modelo a EJ teria apenas custos iniciais, para a dispensa desses 30 instrutores, que por meio das mudanças propostas, poderiam vir a perder oportunidades, e no longo prazo, teríamos vantagem. Mas é em todo o processo, globalmente, que estamos pensando. Nunca praticamos atos desleais como dumping e, inclusive, até porque pagamos impostos que aeroclubes não pagam, cobramos um pouco mais caro, geralmente. Nós somos as maiores por investimento em qualidade. Além disso, nossos instrutores que mais voam chegam ao limite da regulamentação: 80 horas mensais, e a média dos que menos voam gira em torno de 30 horas, isso porque em nosso sistema o aluno pode escolher, no momento de agendar, com qual instrutor deseja voar. Com o pensamento do SNA, isso terá que mudar, pois teremos, com menos instrutores, que maximizar cada um deles para o limite de horas. Nós acreditamos na meritocracia, mas claro, a partir do momento em que todos partem das mesmas possibilidades. E meritocracia é uma palavra que nunca esteve presente no dicionário desse velho sindicalismo. Para a EJ, a evolução das relações pessoais e do relacionamento humano é parte da formação de um bom aviador. Não acreditamos que precisaremos explicar para o SNA os benefícios do CRM - Corporate Resource Management, onde, com esse formato, melhoramos o entendimento e atendimento entre instrutores e alunos, e além disso, geramos uma saudável competição interna onde cada instrutor busca melhoria constante na qualidade de seus briefings, da preparação de materiais de apoio, das aulas, da segurança e relacionamentos interpessoais. Sabemos que isso é bom bom quando eles chegam em uma cabine de comando de uma grande empresa. Em sua ruidosa retórica sobre segurança de voo quando pleiteiam qualquer coisa, o SNA deveria ter uma preocupação com o integral. Deveriam ajudar na luta contra com a cultura das escolas onde o piloto finaliza seu PC/MULTI/IFR/INVA com 20 minutos de voo solo, ou com o ainda pior “solo psicológico”. Deveriam ajudar na luta contra a cultura da canetagem de horas. Deveriam ajudar na luta contra cultura de escolas que vendem as horas baratas porque voam uma parte e canetam o restante. Qualquer um que esteja minimamente por dentro da aviação ouve histórias de pilotos que fizeram seus cursos, não solaram, depois viraram copilotos de um taxi aéreo ou malote onde não podiam colocar a mão no manche, juntaram suas horas sem qualidade e entram na linha aérea. E só fizeram, um voo no comando realmente, com duzentos passageiros sob sua responsabilidade. É isso que combatemos. Por isso discordamos com esse velho sindicalismo travestido de novo. Que solta uma nota onde julga, sentencia e condena a EJ de “irregular”, publicamente, jogando para a torcida, como parte de sua campanha para adquirir mais associados. E obviamente os instrutores não tem seus rendimentos equivalentes a de um tripulante de um Boeing, de um Airbus, de um Embraer, ou ATR em alguma grande empresa aérea. Mas a EJ está regular, cumpre e está em pleno acordo com o Ministério Público do Trabalho, com seus instrutores em regime de CLT, e com a última homologação no MTE - Ministério do Trabalho e Emprego, de Jundiaí, em 21/02/13. Portanto, a EJ repudia esse populismo propagandista, feito de modo difamatório pelo SNA, e tomará as medidas cabíveis, além de informar aqui, seus grosseiros erros conceituais.

  • Prova ICAO: entenda as mudanças

    Nos dias 27 e 28 de Setembro, ocorreu em São José dos Campos o Simpósio Comemorativo ANAC-ICEA, dos Requisitos de Proficiência em Inglês Aeronáutico no Brasil. O Simpósio marca a celebração de 10 anos de implementação dos requisitos de proficiência linguística no Brasil e teve como objetivo a troca de experiências entre os profissionais da área. A partir desta reunião, foi atualizado o modelo de prova ICAO, que entrou em vigor desde de 30/09/2017. Resumo das atualizações: PART 1: AVIATION TOPICS A primeira parte da prova é como se fosse uma entrevista; a novidade é que das sete perguntas, do modelo anterior, agora são apenas três, porém existe a possibilidade do avaliador aumentar os questionamentos se achar que o candidato não se comunicou o suficiente. PART 2: INTERACTING AS A PILOT Na segunda parte do teste o piloto interage com o controle de tráfego aéreo, o callsign é ANAC 123. O candidato pode, se desejar, pedir a repetição de cada áudio apenas uma vez. A novidade é que em vez de três situações como na prova anterior, agora são cinco, aumentando essa exigência. Além disso, todos esses áudios foram atualizados. O formato das primeiras três situações mantém-se semelhante ao da prova anterior: o candidato ouve o controlador e tem que responder. Posteriormente, o examinador vai explicar uma situação em que o candidato precisa se comunicar com o controlador. Em seguida, ele ouve novamente o controlador e precisa respondê-lo. Após a resposta, o examinador perguntará o que foi entendido de toda a comunicação. As novidades estão nas situações quatro e cinco da Parte 2: primeiramente o candidato ouve o controlador e tem que responder. Na hora de apresentar a situação a ser comunicada para o controlador, o examinador mostrará uma foto e o candidato terá que resolver o problema representado pela fotografia. Deverá comunicar a situação e as suas intenções, e posteriormente, responder ao controlador como nas primeiras três situações. E novamente, o examinador perguntará o que foi entendido de toda a comunicação simulada. PART 3: UNEXPECTED SITUATIONS A terceira parte do teste, “Unexpected Situations”, avalia sua capacidade de compreender situações reais de emergência e explicar tais situações. O candidato vai ouvir cada situação duas vezes. A única coisa que mudou nesta parte da prova é que agora os callsigns não são mais ANAC123, são de várias companhias aéreas diferentes. E todos os áudios foram atualizados. Nesta parte, o candidato ouvirá três situações de emergência. Depois de cada situação o examinador perguntará o que foi entendido e fará uma pergunta sobre a situação. Depois de respondida a pergunta sobre a terceira situação, o examinador pedirá para fazer uma comparação das três situações, devendo o candidato explicar qual é a mais difícil. PART 4: PICTURE DESCRIPTION AND DISCUSSION Na quarta parte da prova, “Picture Description and Discussion”, o examinador mostrará uma foto em que a situação precisará ser narrada. A única novidade é que depois da sua descrição, o examinador pode fazer até cinco perguntas sobre a situação na foto, aumentando a quantidade de questões em relação a prova anterior, que eram apenas três. Além disso, todas as imagens foram atualizadas. Link: A ANAC já disponibilizou o novo modelo teste no seguinte endereço: http://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/profissionais-da-aviacao-civil/arquivos/sdeamodelo.pdf A EJ oferece o Curso de Inglês Técnico preparatório para a prova ICAO da ANAC: - O curso é ministrado 100% em inglês por professores nativos com larga experiência na área, e tem por objetivo preparar o piloto para realizar o exame de proficiência linguística da ANAC; - Formato intensivo com duração de 5 dias, as aulas são de segunda a sexta das 8h30 às 16h30. Carga horária total de 35h; - Curso oferecido exclusivamente pela Unidade de São Paulo; - Diferencial: a EJ oferece também a prova ICAO na Unidade de Jundiaí. Normalmente os alunos preferem agendar a prova na sequência do curso. Contato por Whatsapp: WhatsApp São Paulo (11) 94159-2768 WhatsApp Jundiaí: (11) 95203-9968 Telefones fixos: Jundiaí: (11) 4815-1984 São Paulo: (11) 3459-5233

  • Bryan Malkin, instrutor da EJ, é contratado pela Azul

    Bryan Malkin, 28 anos, de Araçatuba-SP, instrutor da EJ, foi contratado pela Azul Linhas Aéreas para ser copiloto de ATR, aeronave comercial turboélice. Bryan é formado no curso de Aviação Civil pela Universidade Anhembi Morumbi, e atuou por dois anos e meio como instrutor da EJ. Na EJ, como instrutor, ele voou 913,9 horas, dividindo seus voos entre os Cessnas 152, 172 e no Embraer Tupi. Também deu 132 horas de instrução nos simuladores para alunos do curso de IFR (voo por instrumentos). “Gostava bastante de ser instrutor, porém no inicio foi bem desafiador devido eu ser um tanto tímido”, conta. Sobre os melhores voos? “Eu já era instrutor, porém foi fazer o curso de Upset Recovery, e o momento mais memorável foi definitivamente fazer 3 loopings na vertical do aeródromo de Jundiai”, lembra. Confira seu depoimento: “Desde criança eu gostava de aviões, e com 16 anos quando próximo de terminar o colégio decidi que iria me tornar piloto, e iniciei a minha jornada cursando a faculdade de aviação civil. Sempre consultando minha família, e principalmente com meu pai que desde sua juventude atua na área, iniciei a faculdade e o curso de PP no aeroclube de Bragança Paulista. Após checar o PP e terminar a faculdade, ingressei na EJ e realizei os cursos de PCA, IFR, MLTE, INVA e Jet Training e Upset Recovery, assim me tornando elegível para as oportunidade futuras. Após o termino dos cursos, a EJ me deu a oportunidade de atuar como um dos seus instrutores, o que me fez adquirir uma experiência que com certeza fez a diferença na hora das seleções”. A EJ deseja parabéns e boa sorte a Bryan em seu novo passo na carreira de aviador.

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510