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Aviação é para mim?
Seguir uma carreira na aviação é ideal para aqueles que buscam a liberdade de voar. Na grande maioria das vezes, esse desejo vem acompanhado do sonho de ser piloto, o que torna essa profissão uma das mais gratificantes e recompensadoras que existe.
Entretanto, assumir o comando de uma aeronave não se resume apenas as companhias aéreas. Desde comandar grandes aeronaves comerciais até realizar voos de pulverização de solo, sua jornada na aviação pode seguir diversos caminhos, e é exatamente isso que iremos esclarecer. Você descobrirá quais são as principais possibilidades e as informações essenciais para cada ramo, como pré-requisitos, tempo para formação e remuneração.
Mas antes, vamos falar um pouco sobre os cursos de piloto, como funcionam e quais são necessários.
Como Iniciar na Carreira de Aviação
Antes de qualquer coisa, existem alguns passos iniciais que todo piloto deve seguir, independente de ramo que desejar.
Tudo começa com a Licença de Piloto Privado (PPA), que te permite voar em condições visuais e em aeronaves monomotores. Esse curso é a base para qualquer piloto, geralmente é realizado no Cessna-152 ou Cessna-172 e te dará a primeira oportunidade de assumir o comando de uma aeronave por conta própria e alcançar sua primeira habilitação. Geralmente, o tempo médio de formação é de 3 meses, dependendo da disponibilidade do aluno.
O próximo passo é a Licença de Piloto Comercial (PCA), que abre as portas para sua carreira profissional. Nesse curso, você passará por uma revisão das matérias vista no curso de Piloto Privado e aprenderá matérias mais aprofundadas. Para esse curso, o tempo médio varia de 3 a 4 meses para a formação.
Após a obtenção do PCA, especializações adicionais são frequentemente necessárias. As duas especializações mais comuns são:
IFR (Instrument Flight Rules):
Esta qualificação permite voar em condições meteorológicas adversas e durante a noite, navegando exclusivamente por instrumentos, ou seja, sem contato visual com o solo.
O curso de voo por instrumentos (IFR) é geralmente realizado junto ao curso de piloto comercial.
Multi-motor (MLTE):
O curso de Multi-motor te permite voar em aeronaves com mais de um motor, como o Seneca, Baron. Esse curso é uma habilitação adicional que o piloto de avião pode realizar dentro das licenças do curso de Piloto Privado, mas que geralmente, é realizada no curso de Piloto Comercial.
Jet Training:
O curso de Jet Training Realizada no simulador de voo do A320, o piloto recebe uma noção básica sobre o equipamento A320, performance da aeronave, noções sobre aeronaves a jato, operação normal e anormal, gerenciamento de cabine e atitudes e decisões em caso de panes e rotina operacional de uma empresa aérea. Essa especialização possui um tempo de formação médio de 2 a 4 semanas.
Além das licenças e habilitações, o ramo da aviação está exigindo cada vez mais a realização do curso superior. A Faculdade EJ possibilita formação de nível superior em apenas 2 anos, e pode ser realizada simultaneamente aos demais cursos.
Caso queira, você pode assistir nosso vídeo explicativo sobre como se tornar um Piloto de Avião.
Opções de Carreira na Aviação
Como dito anteriormente, iremos apresentar as principais possibilidades dentro da carreira de um aviador, são elas:
1. Instrutor de Voo
Tornar-se instrutor de voo por muitas vezes é a profissão que antecede todas as outras, visto que é uma excelente maneira de acumular horas de voo e ganhar a experiência necessária para avançar na carreira. Instrutores trabalham em escolas de aviação e desempenham um papel crucial na formação de novos pilotos, compartilhando conhecimentos e garantindo a segurança no treinamento.
Pré-requisitos:
Licença de Piloto Comercial (PCA) e Certificado de Instrutor de Voo (CFI).
Tempo Médio de Formação:
Aproximadamente 12 a 18 meses.
Faixa Salarial:
Inicialmente, entre R$ 3.000 e R$ 5.000 por mês, com aumento potencial à medida que se ganha experiência.
2. Piloto Comercial
Na maior parte das vezes, se tornar comandante de companhia aérea é a opção mais desejada pelos Pilotos. Transportando passageiros ao redor do mundo, esta carreira exige habilidades excepcionais de navegação, comunicação e gestão de recursos da tripulação. Ainda dentro desse ramo, existem diversas possibilidades, você pode se tornar um comandante de voos domésticos, internacionais e até mesmo atuar em empresas fora do país. Apesar de ser conhecida pelas altas remunerações, conquistar cargos mais altos, como os de comandante internacionais, requer tempo e experiência, é por isso que os aviadores iniciam essa carreira como copilotos.
Pré-requisitos:
Licença de Piloto Comercial (PCA), uma licença de Piloto de Linha Aérea (PLA), ensino de nível superior e certificações adicionais específicas da companhia aérea, como o treinamento em operações de voo específicas e qualificações de tipo de aeronave. As empresas também exigem uma determinada quantia de horas de voo como forma de experiência.
Tempo Médio de Formação:
Ingressar em uma companhia aérea pode levar de 2 a 4 anos. Porém tudo dependerá da dedicação do piloto.
Faixa Salarial:
Esses valores variam muito de acordo com a empresa e experiência do piloto. Entretanto, podemos levar como base:
Copiloto: Entre R$ 5.000 e R$ 12.000 por mês.
Comandante de voo: Entre R$ 10.000 e R$ 20.000 por mês.
Comandante de voo internacional: Entre R$ 20.000 e R$ 50.000 por mês.
3. Piloto Executivo
Pilotos executivos operam aeronaves particulares ou corporativas, oferecendo um serviço personalizado a clientes de alto nível. Esta carreira exige muito profissionalismo e habilidade para gerenciar voos exclusivos e muitas vezes complexos. Diferente do Piloto Comercial, quem deseja seguir essa carreira deve ser mais flexível, já que esse ramo pode contar com voos e folgas mais imprevisíveis, que variam de acordo com a demanda do proprietário do avião ou empresa.
Pré-requisitos:
Licença de Piloto Comercial (PCA) e, frequentemente, uma licença de Piloto de Linha Aérea (PLA).
Tempo Médio de Formação:
Aproximadamente 3 a 5 anos, incluindo a experiência de voo necessária.
Faixa Salarial:
De R$ 15.000 a R$ 40.000 por mês, dependendo da empresa e do tipo de aeronave.
4. Piloto Agrícola
Conhecida pelos voos baixos e rasantes, os Pilotos agrícolas operam aeronaves para a pulverização de culturas, plantio e outras atividades essenciais para a agricultura. Este papel é vital para a produção agrícola eficiente e segura.
Pré-requisitos:
Licença de Piloto Comercial (PCA) e treinamento específico de Piloto Agrícola (PAGA).
Tempo Médio de Formação:
Cerca de 1 a 2 anos, incluindo treinamento especializado.
Faixa Salarial:
Entre R$ 8.000 e R$ 20.000 por mês, variando conforme a região, demanda e tipo de cultura.
5. Comissário de Voo
Os comissários de voo são responsáveis por uma variedade de tarefas a bordo das aeronaves. Eles garantem a segurança dos passageiros, oferecem atendimento durante o voo e lidam com emergências de forma eficiente. Além disso, representam a companhia aérea e são a principal conexão entre a empresa e os passageiros durante o voo.
Pré-requisitos:
Ensino médio completo. Algumas companhias aéreas preferem candidatos com curso superior. Certificação médica, comprovando boa saúde e aptidão física. Fluência em inglês é geralmente exigida e apesar de não ser mais obrigatório, o curso de comissário de voo ainda é um grande diferencial para as empresas.
Tempo Médio de Formação:
O curso de formação para comissários de voo dura aproximadamente 2 a 3 meses. Este período inclui instrução teórica sobre segurança, primeiros socorros, atendimento ao cliente e treinamento prático em simuladores de cabine.
Faixa Salarial:
Os salários dos comissários de voo variam amplamente dependendo da companhia aérea, rota e experiência. No Brasil, os salários iniciais podem variar entre R$ 2.500 e R$ 5.000 por mês, podendo aumentar com a experiência e senioridade.
Voe mais alto na EJ.
A EJ é a maior escola de aviação da América Latina. Com mais de 10 mil pilotos formados, oferecemos uma estrutura completa e um corpo docente experiente para garantir o sucesso da sua formação. Junte-se a nós e transforme seu sonho de voar em realidade, clique e saiba mais.
Vídeo: tour pelo campus itápolis
Vídeo
Mural Informativo
A EJ Escola de Aviação recebeu a visita do jovem Gael, que está realizando um intercâmbio no Brasil e teve a oportunidade de conhecer de perto a rotina e a estrutura da maior escola de aviação da América Latina.Apaixonado pela aviação, Gael compartilhou durante a visita o sonho de se tornar piloto e seguir carreira profissional no setor. Acompanhado de amigos, irmãos e pessoas que fazem parte de sua experiência de intercâmbio no Brasil, ele conheceu as aeronaves, instalações e parte do ambiente de formação vivenciado diariamente pelos alunos da EJ.A visita aconteceu a convite do Sr. Edmir Gonçalves e proporcionou ao intercambista um contato mais próximo com a profissão que pretende seguir, transformando uma aspiração até então distante em uma experiência concreta dentro do universo da aviação.Receber estudantes de outros países faz parte da história da EJ. Ao longo de sua trajetória, a escola já recebeu mais de 200 alunos estrangeiros, vindos de diferentes partes do mundo em busca de formação aeronáutica no Brasil. Essa presença internacional reforça o alcance da instituição e a experiência da EJ na formação de pilotos de diferentes nacionalidades.Para Gael, a passagem pela escola representa mais uma experiência marcante durante seu período no Brasil e, possivelmente, um dos primeiros passos em direção à carreira que deseja construir.A EJ agradece a visita e deseja que Gael continue avançando em seu objetivo de se tornar piloto. O céu pode ser apenas o começo.
A EJ Escola de Aviação inaugurou um novo hangar em sua base sede, em Itápolis (SP), reforçando seu compromisso com a expansão da infraestrutura e a qualidade da formação oferecida aos alunos. O novo espaço foi desenvolvido para acompanhar o crescimento contínuo da escola e proporcionar ainda mais eficiência às operações, conforto e suporte às atividades de instrução.Projetado para ampliar a capacidade de atendimento da instituição, o hangar reúne uma estrutura completa de apoio às operações de voo. O espaço conta com cinco novas salas de briefing, duas salas dedicadas aos simuladores de voo, sala de instrutores e um novo ambiente para as operações de voo, concentrando em um único local os principais setores que dão suporte ao treinamento prático.Todas as salas foram planejadas para oferecer um ambiente mais organizado, confortável e funcional aos alunos e instrutores. Os espaços são individualizados e equipados com computadores, monitores e manuais de familiarização das aeronaves, proporcionando melhores condições para o planejamento, preparação e acompanhamento das missões de voo.A concepção do novo hangar foi inspirada nos padrões adotados por grandes centros internacionais de formação de pilotos, onde a integração entre infraestrutura, tecnologia e operação faz parte do processo de ensino. Ao investir em ambientes dedicados para briefing, simuladores e apoio operacional, a EJ aproxima ainda mais sua estrutura das melhores práticas utilizadas pelas principais escolas de aviação do mundo, proporcionando aos alunos uma experiência de treinamento alinhada às exigências da aviação moderna.A inauguração representa mais um investimento da EJ na evolução de sua estrutura, acompanhando o aumento da demanda por formação aeronáutica e contribuindo para uma operação cada vez mais eficiente. Com a nova infraestrutura, a escola amplia sua capacidade de atendimento, otimiza a logística das atividades práticas e oferece uma experiência ainda mais completa aos alunos durante toda a jornada de formação.A entrega do novo hangar faz parte do processo contínuo de expansão da EJ Escola de Aviação, que segue investindo em infraestrutura, tecnologia e qualidade operacional para oferecer um ambiente de ensino cada vez mais moderno, preparado para formar as próximas gerações de pilotos.
Somos a maior escola de aviação da América Latina. Mais de 60 aeronaves, quatro bases operacionais espalhadas pelo Brasil, mais de 10 mil pilotos formados, simuladores de última geração, aviões equipados com Glass Cockpit, cursos complexos de voo por instrumentos, multimotores, e temos uma faculdade reconhecida pelo MEC. Falamos isso não para nos vangloriarmos. É para que o que vem a seguir tenha o peso que merece.Os aeroclubes não são nossos concorrentes. Os aeroclubes são nossa raiz."Deem asas ao Brasil"Nos anos 1940, o Brasil era um país imenso e desconectado. Amazônia, sertão, planalto central, regiões inteiras onde estradas não chegavam, onde o rio era a única via, onde o isolamento definia o destino das pessoas. Foi nesse contexto que Getúlio Vargas, num dos gestos mais visionários de sua era, encampou a campanha "Deem Asas ao Brasil", idealizada pelo jornalista Assis Chateaubriand, e assinou em 1941 a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira.O plano era ousado: usar a aviação como instrumento de integração nacional. E o veículo escolhido para isso foram os aeroclubes, associações civis sem fins lucrativos, espalhadas por cada canto do território, que receberiam a missão de formar pilotos, difundir a cultura aeronáutica e costurar, pelo ar, um país que o asfalto ainda não tinha alcançado.Centenas de aeroclubes surgiram naquele período. Em cidades do interior de São Paulo, do Nordeste, da Amazônia, do Sul. O Aeroclube de Itápolis, cidade onde a EJ nasceria décadas depois, surgiu em 1941, nesse mesmo espírito.Foi política de Estado bem sucedida.A base que ninguém vêHoje o Brasil colhe os frutos daquele projeto. Somos um dos únicos países continentais do mundo autossuficientes em profissionais da aviação. Temos a Embraer, a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, nascida de uma cultura aeronáutica que precisou ser construída do zero, tijolo por tijolo, instrutor por instrutor, voo por voo. Nossas companhias aéreas são respeitadas globalmente. Nossos pilotos são exportados para o mundo: voam no Cazaquistão, nos Emirados, na Europa, na Ásia, nos EUA. O Brasil é um exportador líquido de mão de obra aeronáutica de altíssima qualificação, o que gera divisas para o país.De onde vem tudo isso?Vem do rapaz que, numa cidade do interior, foi ao aeroclube pela primeira vez. Que voou num Paulistinha ou num Aerobero envelhecido. Que voava planadores no fim de tarde enquanto aprendia a ler as térmicas. Que descobriu, ali, que era possível voar. Que era possível fazer disso uma vida.Os aeroclubes foram, e ainda são, a porta de entrada da aviação brasileira. O lugar onde a cultura aeronáutica se democratiza, onde o sonho de voar se torna acessível, onde jovens de cidades pequenas encontram seu primeiro contato com o céu.Não somos concorrentes. Somos complementares.A EJ nasceu dentro desse ecossistema. Seus fundadores presidiram o Aeroclube de Itápolis por anos e anos. A escola cresceu ao lado do aeroclube, em simbiose, e esse não é um detalhe da história. É a história.O aeroclube pequeno que ensina a voar no Paulistinha, no Aeroboero, no planador, dando o curso inicial, está ensinando amor ao voo. Esse aeroclube não está disputando espaço com a EJ. E quando esses mesmos alunos decidem se profissionalizar, quando querem o Piloto Comercial, o IFR, o multimotor, o simulador, o Glass Cockpit, o diploma de nível superior na área, quando querem a carreira nas companhias aéreas, é aí que eles procuram uma estrutura como a nossa.São mercados distintos. São públicos distintos. São sonhos distintos, mas complementares.O aeroclube planta. A aviação toda colhe junto.Destruir os aeroclubes não nos beneficia. Nos empobrece. Fecha a porta por onde entram os futuros aviadores que, um dia, vão sentar na cadeira do comandante de um Airbus, de um Embraer ou de um Boeing.O que está em jogo e quem está por trásÉ preciso ser direto sobre o que está acontecendo. Nas décadas de 1940 e 1950, os aeroportos eram distantes das cidades. Os aeroclubes se instalavam ali, no limite do perímetro urbano, construíam seus hangares, suas pistas, suas salas de aula. Eram pioneiros. Formavam a infraestrutura do nada.O tempo passou. As cidades cresceram. E chegaram até os aeroportos.O terreno que era barro virou asfalto. O entorno que era canavial virou loteamento. O aeroporto que era regional virou hub. E o aeroclube, que estava lá antes de tudo isso, passou a ser visto não como patrimônio, mas como obstáculo. Como área subutilizada. Como espaço que "poderia render mais".Essa é a lógica que está ameaçando os aeroclubes hoje. É a lógica imobiliária.Concessionárias privadas que assumiram aeroportos enxergam no aeroclube um ocupante inconveniente porque ocupa metros quadrados que poderiam virar hangar de luxo, estacionamento ou área comercial. E usam instrumentos administrativos, cobranças incompatíveis e ações de despejo para pressionar entidades que, por definição, não têm finalidade de lucro e não são capazes de competir nesse jogo. São 22 aeroclubes já despejados no Brasil. Outros 10 sob ameaça.Uma ameaça à toda a aviação brasileiraA lógica mercadológica tem seu lugar. Mas ela não pode ser o árbitro final de questões que transcendem o mercado. O Brasil construiu, ao longo de quase um século, algo raro no mundo: um ecossistema aeronáutico completo, robusto, soberano. Da pista de terra do aeroclube ao Embraer E2. Do planador ao cockpit do A320. Essa cadeia não comporta improvisos. Ela é um cultivo de longo prazo. Ela tem raízes.Quando um aeroclube fecha, não fecha uma empresa. Fecha uma escola. Fecha uma comunidade. Fecha uma porta. E essa porta, uma vez fechada, raramente se abre novamente.A EJ existe porque alguém, décadas atrás, teve a visão de espalhar a aviação, via aeroclubes, pelo Brasil. Nós devemos nossa existência a esse projeto.Por isso, nos posicionamos claramente: os aeroclubes devem ser protegidos como infraestrutura viva do presente e do futuro da aviação brasileira.O Brasil que voa tão alto hoje aprendeu a voar nos aeroclubes. Não podemos deixar que essa base seja demolida para virar estacionamento.EJ Escola de Aviação Civil — a maior escola de aviação da América Latina.Itápolis | Jundiaí | Americana | Campo Verde
EJ Escola Superior de Aviação Civil
Uma escola voltada para o mercado
Mais de 10 mil pilotos formados voando profissionalmente
Porque formamos os melhores aviadores do Brasil
Mecânico de Manutenção Aeronáutica
Performance Based Navigation (PBN)
Reduced Vertical Separation Minimum (RVSM)
Grupo EJ
EJ Escola Superior de Aviação Civil
DOU 03/05/18
Homologação ANAC Número 051
DOU 03/05/18
Homologação ANAC Número 051
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