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EJ - Escola de Aviação Civil


Cursos

EAD - Comissário de Voo (Ensino a distância)


O curso de COMISSÁRIO DE VOO da EJ proporciona ao aluno experiências de aprendizagem indispensáveis a sua formação, preparando-o de maneira objetiva para a realização da prova da ANAC.


Valor do Curso:
De R$ 3.000,00 Por R$ 2.600,00   em 6 vezes de R$ 433,33 sem juros no cartão
Obs: valor não compreende sobrevivência na selva.

Requisitos

- 18 anos de idade;

- Ensino médio completo;

- CMA de 2ª classe.

Orientações sobre as atividades

Em nossa plataforma de ensino você encontrará aquilo de que necessita para bem conduzir os seus estudos. Você navegará pelas disciplinas de forma dinâmica e prática, sendo informado pelo sistema sobre o que já foi completado e aquilo que ainda resta ser feito.

O sistema lhe avisará sobre o que é obrigatório e o que é opcional. Você encontrará aulas em vídeos, mas também exercícios propostos e leituras recomendadas.


Grade Curricular e Distribuição das Disciplinas

Em cumprimento às diretrizes estabelecidas pela a ANAC, a programação do curso obedece a distribuição em duas partes: teórica (disciplinas básicas e técnicas) e prática (disciplinas técnicas). Depois de iniciado, o curso deve ser concluído no período mínimo de 1 mês e máximo de 6 meses. As provas finais deverão ser realizadas presencialmente na EJ.

O aluno deverá realizar o seu curso respeitando a seguinte regra: considera-se concluída a disciplina em que o aluno, tendo percorrido todo o seu conteúdo e realizado as atividades propostas, realizou avaliação online.


As disciplinas que serão cursadas

- Comissário de Voo
- Sistema de Aviação Civil
- Segurança de Voo
- Regulamentação da Profissão de Aeronauta
- Regulamentos da Aviação Civil
- Conhecimentos Básicos sobre Aeronaves
- Navegação Aérea
- Meteorologia
- Primeiros Socorros na Aviação Civil
- Aspectos Fisiológicos da atividade de Comissário de voo
- Emergências a bordo
- Fatores Humanos na Aviação Civil


Tutoria

O curso é projetado para que o aluno usufrua de autonomia em seus estudos, entretanto, seguem muito relevantes as interações humanas. Para cada tipo de necessidade de interação, desenhou-se um tipo de tutoria. São elas:

Tutoria de conteúdo
O professor-tutor responde a dúvidas sobre o conteúdo ministrado, propõe exercícios e atividades. Ele orienta o aluno para que obtenha melhor desempenho;

Tutoria da plataforma
A equipe técnica esclarece dúvidas sobre o uso de recursos da plataforma de ensino à distância;

Tutoria de curso
A Coordenação orienta sobre questões atinentes à organização do curso, de suas disciplinas, de seus pré-requisitos, além de colher sugestões e reclamações para a melhoria contínua dos processos de ensino.


O contato entre aluno e escola estabelece-se sob duas formas:

Canais interativos
São aqueles em que os interlocutores encontram-se simultaneamente disponíveis para o ato de comunicação. São eles:
Chat - Para as tutorias de conteúdo (agendadas em dia e hora divulgados ao longo do curso)
Telefone - Para as tutorias de tecnologia e de curso (de segunda a sexta, entre 9:00 e 18:00 hs)

Canais não interativos
São aqueles em que os interlocutores não estão simultaneamente disponíveis para o ato de comunicação.
Os canais não interativos respondem em até 48 horas úteis do acionamento.


Frequência mínima

No método "EAD" a frequência sempre será de 100%, ou seja, o aluno obrigatoriamente deverá concluir todos os conteúdos do curso.


Aprovação

Para cada disciplina, o aluno fará dois exames: o primeiro, em modalidade online. O segundo, em modalidade presencial;

O contínuo acompanhamento dos alunos é feito no transcorrer de cada uma das partes do curso, significando dizer que o aluno será avaliado em todas as disciplinas curriculares.

O aluno será avaliado quanto à sua:

- Aprendizagem (ou rendimento):
- Participação em cada disciplina da parte teórica:
- Frequência em cada disciplina da parte teórica:


Treinamento de sobrevivência na selva

O treinamento prático é constituído pelas disciplinas de Combate ao fogo, Sobrevivência na selva e Primeiros Socorros após Acidente Aéreo e Sobrevivência no Mar.

Este treinamento só poderá ser realizado após o término da parte teórica do curso. A Coordenação do Curso indicará as datas ofertadas, conforme cronograma ajustado com o centro de treinamento prático, em Arujá/SP.

O treinamento prático não está incluído no valor do curso, podendo ser agendado uma vez, conforme regras preestabelecidas. O valor do treinamento é de R$ 300,00, podendo ser pago em até 6x no cartão.


Certificado de Conclusão do Curso Teórico

O Certificado será entregue diretamente ao aluno ao término do curso via online, mediante aprovação dentro dos limites anteriormente citados.


Saiba mais

- O curso CMS EAD segue padrões de qualidade da EJ semelhantes aos cursos presenciais, com foco na qualidade de ensino e aprovação nas provas da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil.


Vídeo de exemplo

EAD - Comissário de Voo - Assista essa aula de exemplo do ensino a distancia do curso de CMS.

Valor do Curso:
De R$ 3.000,00 Por R$ 2.600,00   em 6 vezes de R$ 433,33 sem juros no cartão
Obs: valor não compreende sobrevivência na selva.


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  • Editorial: ao que parece, a ANAC ainda não entendeu que há uma pandemia global e uma crise humanitária

    Nós, do Grupo EJ, reconhecemos que a ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, tem produzido, ao longo do tempo, resultados positivos para a aviação nacional. Isso é fruto de um estreitamento das relações entre os órgãos reguladores, os operadores da aviação e a comunidade aeronáutica. E como tudo que evolui, em alguns aspectos, as melhoras foram significativas, enquanto em outros, as evoluções foram menores. Mas há consistência na evolução. E o rumo da agência reguladora, no geral, tem sido correto. Entretanto, ao que parece, a agência ainda está longe de entender a excepcionalidade do momento: uma pandemia global e uma crise humanitária de grandes proporções. Tudo acontece agora, em todos os países do mundo. Vamos para a explicação na prática: uma parte imensa das aeronaves executivas são “tipo”. Ou seja, os pilotos, para operarem esses modelos, precisam de treinamentos específicos nestas aeronaves, seguindo as designações dos fabricantes. Em um cenário de normalidade na circulação global, isso jamais foi um problema. Entre os diversos modelos “tipo” existentes na frota brasileira, está o Cessna Citation da EJ Taxi Aéreo. Para operar este modelo, nossos pilotos, além do treinamento inicial, precisam, anualmente, refazer os treinamentos das emergências em simuladores de voo. Ali, todos os tipos de emergências são ensaiadas, como fogo nos motores, condições de operações excepcionais, falhas de equipamentos em momentos críticos dos voos, até situações inusitadas de mau tempo. São treinamentos feitos em simuladores porque não são recomendados para serem feitos em aviões de verdade, em um voo real. Ali, os pilotos são levados até os limites de situações extremas, onde os problemas vão se somando, como panes de motores ocorridas simultaneamente a temporais se formando, por exemplo. Os modelos “tipo”, como o helicóptero Agusta, o Embraer Phenom 100 ou o Cessna Citation, entre outros, possuem graus diferentes de exigência de treinamento de seus tripulantes por parte da ANAC. Varia dependendo do tipo de utilização. Se esses modelos forem operados como taxi aéreo, os pilotos precisam treinar anualmente. Se a aeronave for operada por uma empresa particular para voos de seus próprios executivos, esse treinamento é feito a cada dois anos. Em um mundo globalizado e de fácil acesso, essas exigências sempre representaram procedimentos relativamente simples. Os pilotos brasileiros de Citation iam até os EUA ou Europa, onde estão presentes os simuladores desse modelo, e em poucos dias voltavam certificados, com os treinamentos rotineiros atualizados. No Brasil, por exemplo, há o simulador do Phenom 100. Os pilotos brasileiros que operam este modelo não precisam fazer viagens internacionais para se manterem treinados. Neste caso, o inverso ocorria. Muitos pilotos do exterior se dirigiam para cá para treinar. Mas com a pandemia tudo mudou. Em uma recente notícia, publicada site do Ministério da Infraestrutura, formos informados: “EUA permitem entrada de pilotos brasileiros para treinamento em CTACs”, dizia o título da nota publicada em 5 de março. “Não haverá necessidade de quarentena prévia em terceiros países para o ingresso em território americano para fins de realização do treinamento em CTACs (Centros de Treinamento de Aviação Civil), que é exigido para habilitação de tipo”, informou. Mas com os cenários de novas mutações do vírus causador da COVID-19, como a variante P1 de Manaus, entre outras que tem surgido simultaneamente em diversos locais do mundo, como a variante inglesa, a cada dia as regras de entrada e de saída dos países tornam-se voláteis. Ou seja, o informado pelo ministério há menos de dois meses já não reflete a realidade. Assim, para estes treinamentos obrigatórios das tripulações da EJ Taxi-Aéreo, já tivemos que determinar, como parte do procedimento de entrada nos EUA, o cumprimento de quarentena de nossos pilotos no México. Deste modo, um ciclo de treinamento completo, que levava cerca de 10 dias em situações normais, tornou-se uma via sacra de quase dois meses. Nesta semana mesmo, ao agendarmos um treinamento de rotina, fomos informados da necessidade de quarentena para uma de nossas tripulações. Eles iriam para o centro de treinamento em Orlando, Flórida, EUA. Todos esses novos procedimentos geram uma insegurança não só na EJ Taxi Aéreo, mas em todas as empresas do ramo. A falta de pilotos devidamente habilitados, disponíveis, desarruma toda a previsibilidade de funcionamento do transporte doméstico, com todos os reflexos previsíveis disso. Vale lembrar que é um ramo essencial, inclusive no combate contra a pandemia. Ao mesmo tempo, a própria ANAC, devido as dificuldades do momento, tem demonstrado ineficácia até em situações em que viagens internacionais não são necessárias, demonstrando assim não entender o momento até em questões internas. Explicamos: nós tivemos alguns pilotos treinados em simuladores nos EUA, que depois de cumprirem todos procedimentos de quarentenas, e de volta ao Brasil, levaram quase quatro meses para serem checados pelas autoridades brasileiras da ANAC. Isso é uma realidade que precisa de uma atenção urgente, e apenas brasileira, sem a necessidade de acordos internacionais. Neste contexto, nós, da EJ, fazemos algumas demandas. A primeira é que, em situações excepcionais que geram dificuldades em viagens internacionais, que as habilitações dos taxis-aéreos sejam encaradas pela ANAC no mesmo patamar dos aviões executivos privados de empresas: que as habilitações e treinamentos sejam renovados a cada dois anos. Não pedimos um relaxamento eterno de todas as regras, mas a possibilidade de manter organizado um ramo essencial: o de transporte. Este “plano b” poderia ser acionado a partir do ponto em que as empresas comprovem, naquele momento, que há dificuldade em viagens internacionais. Nós, diretores da EJ, com larga experiência como comandantes de grandes jatos na aviação comercial e com a experiência de termos construído o maior centro de formação de pilotos da América Latina, afirmamos que, em um cenário de crise humanitária, falta de insumos em hospitais e distribuição de vacinas, equalizar aos taxis aéreos com a aviação executiva privada não trará nenhum prejuízo significativo para a segurança de voo. Isso era, inclusive, uma das demandas do projeto governamental do “Voe Simples”, ainda não concluído. Entendemos essa atual necessidade, na verdade, como uma questão de soberania nacional. Na prática, hoje, uma pequena mudança de regra em outro país, desde tempo de quarentena ou tipo de visto solicitado, afeta o funcionamento de todo um ramo essencial brasileiro. Informamos mais: em casos de precisarmos transportar medicamentos para intubação, respiradores, médicos intensivistas para UTIs lotadas, nós, por razões humanas, quebraremos as regras que considerarmos necessárias em cada situação. E temos um nome para isso: chama-se bom senso.Link para a matéria no site governamental

  • Vídeo: entenda como é o curso de Jet Training

    Veja o vídeo sobre o Jet Training EJ. Conheça nosso simulador do Airbus A320.

  • 2021: EJ Taxi Aéreo inicia decolagem sólida

    O Taxi Aéreo do Grupo EJ está em operação há pouco mais de um ano e meio. Até o momento, operava com apenas uma aeronave, o nosso Citation Jet. Durante este período, trabalhamos sem o objetivo de atingir a capacidade máxima nas escalas de voos. Para nós, era como se fosse um projeto piloto.Não operar em capacidade total, principalmente no começo, foi uma estratégia conservadora que escolhemos. De aviação sempre conhecemos, afinal, nós, fundadores da EJ, fomos comandantes de grandes jatos internacionais e criamos o que é hoje o maior centro de formação de pilotos da América Latina. Entretanto, não tínhamos todo o domínio do ramo do taxi aéreo. É uma operação com peculiaridades que vão muito além de decolar do ponto A e pousar no ponto B em segurança.Uma “decolagem lenta” nos deu tempo de ajustar todos os procedimentos internos. Desde operações, segurança de voo, até qualidade de atendimento. Nosso foco sempre foi a excelência e a pontualidade. Com mais tempo entre uma operação e outra, houve a oportunidade de pensar em cada detalhe. Em nosso pensamento, não bastava apenas cumprirmos os regulamentos governamentais e de treinamentos internacionais das tripulações. Nós precisávamos estar à frente, sendo mais rigorosos que os padrões exigidos.Deu certo. Foi um crescimento constante e seguro. Agora demos o segundo passo: começamos a incluir mais aeronaves na frota e aumentar o número de tripulantes. O segundo avião é um Seneca. Começou a operar essa semana. É uma aeronave bimotora extremamente versátil. Para sermos um Taxi Aéreo completo, no Brasil, precisávamos oferecer essa opção. O Seneca cumpre voos que o jato não cumpre. É perfeito para voos mais curtos, em raios de até 800 km, ou quando são operações em pistas despreparadas, como as de fazendas. Agora estamos cumprindo um amplo espectro do ramo. Além disso, o Seneca também é um avião muito seguro e confiável.Assim ampliamos nossa equipe e contratamos mais pilotos. Para nós, não houve nenhuma dificuldade em promover instrutores mais experientes da EJ e professores da EJ - Escola Superior de Aviação Civil, para a aviação executiva. Afinal, eles estavam sendo preparados para isso, tanto para o mercado em geral, de linha aérea, como aviação executiva.Estamos prontos para ampliar cada dia mais nossa escala e frota, de acordo com as necessidades do marcado. Nossos clientes estão gostando e sempre retornam. Além disso, poderemos oferecer oportunidades para mais e mais pilotos. É interessante dominar todo o ciclo, desde a formação básica, comercial, de nível superior, e agora, até oportunidades de trabalhos na aviação executiva.Devagar o Brasil está retomando. As oportunidades também. O mundo andava um pouco em marcha lenta em 2020. Foi a necessidade do momento. Agora há muito a fazer e há muitos horizontes para explorar, com a mesma qualidade de sempre.Edmir Gonçalves e Josué Andrade, diretores.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

Americana-SP 55 19 3467-4454 - Campo Verde-MT 55 66 3419-4157