EJ - Escola de Aviação Civil


Quem somos

Nossa Frota

Todos os modelos necessários para uma formação profissional.


Nossa frota de aeronaves

Aeronaves Quantidade
Cessna 152 25
Cessna 152 (AEROBAT) 5
Cessna 172 (G1000) 9
Tupi 3
Corisco 2
Seneca II 4
Seneca III 4
Cirrus SR20 1
Citabria 2
Super Decathlon 1
Ipanema 1
Pawnee 2
Baron B55 2
PA-18-150 2
Beagle B121-2 1
Citation Jet 1
RV-7A 1
Total: 66

Simuladores Quantidade
IFR 6
G1000 3
R-22 1
Jet Training A320 1
Total: 11



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sobre o que a EJ oferece

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    Mural Informativo


  • Editorial: ao que parece, a ANAC ainda não entendeu que há uma pandemia global e uma crise humanitária

    Nós, do Grupo EJ, reconhecemos que a ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, tem produzido, ao longo do tempo, resultados positivos para a aviação nacional. Isso é fruto de um estreitamento das relações entre os órgãos reguladores, os operadores da aviação e a comunidade aeronáutica. E como tudo que evolui, em alguns aspectos, as melhoras foram significativas, enquanto em outros, as evoluções foram menores. Mas há consistência na evolução. E o rumo da agência reguladora, no geral, tem sido correto. Entretanto, ao que parece, a agência ainda está longe de entender a excepcionalidade do momento: uma pandemia global e uma crise humanitária de grandes proporções. Tudo acontece agora, em todos os países do mundo. Vamos para a explicação na prática: uma parte imensa das aeronaves executivas são “tipo”. Ou seja, os pilotos, para operarem esses modelos, precisam de treinamentos específicos nestas aeronaves, seguindo as designações dos fabricantes. Em um cenário de normalidade na circulação global, isso jamais foi um problema. Entre os diversos modelos “tipo” existentes na frota brasileira, está o Cessna Citation da EJ Taxi Aéreo. Para operar este modelo, nossos pilotos, além do treinamento inicial, precisam, anualmente, refazer os treinamentos das emergências em simuladores de voo. Ali, todos os tipos de emergências são ensaiadas, como fogo nos motores, condições de operações excepcionais, falhas de equipamentos em momentos críticos dos voos, até situações inusitadas de mau tempo. São treinamentos feitos em simuladores porque não são recomendados para serem feitos em aviões de verdade, em um voo real. Ali, os pilotos são levados até os limites de situações extremas, onde os problemas vão se somando, como panes de motores ocorridas simultaneamente a temporais se formando, por exemplo. Os modelos “tipo”, como o helicóptero Agusta, o Embraer Phenom 100 ou o Cessna Citation, entre outros, possuem graus diferentes de exigência de treinamento de seus tripulantes por parte da ANAC. Varia dependendo do tipo de utilização. Se esses modelos forem operados como taxi aéreo, os pilotos precisam treinar anualmente. Se a aeronave for operada por uma empresa particular para voos de seus próprios executivos, esse treinamento é feito a cada dois anos. Em um mundo globalizado e de fácil acesso, essas exigências sempre representaram procedimentos relativamente simples. Os pilotos brasileiros de Citation iam até os EUA ou Europa, onde estão presentes os simuladores desse modelo, e em poucos dias voltavam certificados, com os treinamentos rotineiros atualizados. No Brasil, por exemplo, há o simulador do Phenom 100. Os pilotos brasileiros que operam este modelo não precisam fazer viagens internacionais para se manterem treinados. Neste caso, o inverso ocorria. Muitos pilotos do exterior se dirigiam para cá para treinar. Mas com a pandemia tudo mudou. Em uma recente notícia, publicada site do Ministério da Infraestrutura, formos informados: “EUA permitem entrada de pilotos brasileiros para treinamento em CTACs”, dizia o título da nota publicada em 5 de março. “Não haverá necessidade de quarentena prévia em terceiros países para o ingresso em território americano para fins de realização do treinamento em CTACs (Centros de Treinamento de Aviação Civil), que é exigido para habilitação de tipo”, informou. Mas com os cenários de novas mutações do vírus causador da COVID-19, como a variante P1 de Manaus, entre outras que tem surgido simultaneamente em diversos locais do mundo, como a variante inglesa, a cada dia as regras de entrada e de saída dos países tornam-se voláteis. Ou seja, o informado pelo ministério há menos de dois meses já não reflete a realidade. Assim, para estes treinamentos obrigatórios das tripulações da EJ Taxi-Aéreo, já tivemos que determinar, como parte do procedimento de entrada nos EUA, o cumprimento de quarentena de nossos pilotos no México. Deste modo, um ciclo de treinamento completo, que levava cerca de 10 dias em situações normais, tornou-se uma via sacra de quase dois meses. Nesta semana mesmo, ao agendarmos um treinamento de rotina, fomos informados da necessidade de quarentena para uma de nossas tripulações. Eles iriam para o centro de treinamento em Orlando, Flórida, EUA. Todos esses novos procedimentos geram uma insegurança não só na EJ Taxi Aéreo, mas em todas as empresas do ramo. A falta de pilotos devidamente habilitados, disponíveis, desarruma toda a previsibilidade de funcionamento do transporte doméstico, com todos os reflexos previsíveis disso. Vale lembrar que é um ramo essencial, inclusive no combate contra a pandemia. Ao mesmo tempo, a própria ANAC, devido as dificuldades do momento, tem demonstrado ineficácia até em situações em que viagens internacionais não são necessárias, demonstrando assim não entender o momento até em questões internas. Explicamos: nós tivemos alguns pilotos treinados em simuladores nos EUA, que depois de cumprirem todos procedimentos de quarentenas, e de volta ao Brasil, levaram quase quatro meses para serem checados pelas autoridades brasileiras da ANAC. Isso é uma realidade que precisa de uma atenção urgente, e apenas brasileira, sem a necessidade de acordos internacionais. Neste contexto, nós, da EJ, fazemos algumas demandas. A primeira é que, em situações excepcionais que geram dificuldades em viagens internacionais, que as habilitações dos taxis-aéreos sejam encaradas pela ANAC no mesmo patamar dos aviões executivos privados de empresas: que as habilitações e treinamentos sejam renovados a cada dois anos. Não pedimos um relaxamento eterno de todas as regras, mas a possibilidade de manter organizado um ramo essencial: o de transporte. Este “plano b” poderia ser acionado a partir do ponto em que as empresas comprovem, naquele momento, que há dificuldade em viagens internacionais. Nós, diretores da EJ, com larga experiência como comandantes de grandes jatos na aviação comercial e com a experiência de termos construído o maior centro de formação de pilotos da América Latina, afirmamos que, em um cenário de crise humanitária, falta de insumos em hospitais e distribuição de vacinas, equalizar aos taxis aéreos com a aviação executiva privada não trará nenhum prejuízo significativo para a segurança de voo. Isso era, inclusive, uma das demandas do projeto governamental do “Voe Simples”, ainda não concluído. Entendemos essa atual necessidade, na verdade, como uma questão de soberania nacional. Na prática, hoje, uma pequena mudança de regra em outro país, desde tempo de quarentena ou tipo de visto solicitado, afeta o funcionamento de todo um ramo essencial brasileiro. Informamos mais: em casos de precisarmos transportar medicamentos para intubação, respiradores, médicos intensivistas para UTIs lotadas, nós, por razões humanas, quebraremos as regras que considerarmos necessárias em cada situação. E temos um nome para isso: chama-se bom senso.Link para a matéria no site governamental

  • Vídeo: entenda como é o curso de Jet Training

    Veja o vídeo sobre o Jet Training EJ. Conheça nosso simulador do Airbus A320.

  • 2021: EJ Taxi Aéreo inicia decolagem sólida

    O Taxi Aéreo do Grupo EJ está em operação há pouco mais de um ano e meio. Até o momento, operava com apenas uma aeronave, o nosso Citation Jet. Durante este período, trabalhamos sem o objetivo de atingir a capacidade máxima nas escalas de voos. Para nós, era como se fosse um projeto piloto.Não operar em capacidade total, principalmente no começo, foi uma estratégia conservadora que escolhemos. De aviação sempre conhecemos, afinal, nós, fundadores da EJ, fomos comandantes de grandes jatos internacionais e criamos o que é hoje o maior centro de formação de pilotos da América Latina. Entretanto, não tínhamos todo o domínio do ramo do taxi aéreo. É uma operação com peculiaridades que vão muito além de decolar do ponto A e pousar no ponto B em segurança.Uma “decolagem lenta” nos deu tempo de ajustar todos os procedimentos internos. Desde operações, segurança de voo, até qualidade de atendimento. Nosso foco sempre foi a excelência e a pontualidade. Com mais tempo entre uma operação e outra, houve a oportunidade de pensar em cada detalhe. Em nosso pensamento, não bastava apenas cumprirmos os regulamentos governamentais e de treinamentos internacionais das tripulações. Nós precisávamos estar à frente, sendo mais rigorosos que os padrões exigidos.Deu certo. Foi um crescimento constante e seguro. Agora demos o segundo passo: começamos a incluir mais aeronaves na frota e aumentar o número de tripulantes. O segundo avião é um Seneca. Começou a operar essa semana. É uma aeronave bimotora extremamente versátil. Para sermos um Taxi Aéreo completo, no Brasil, precisávamos oferecer essa opção. O Seneca cumpre voos que o jato não cumpre. É perfeito para voos mais curtos, em raios de até 800 km, ou quando são operações em pistas despreparadas, como as de fazendas. Agora estamos cumprindo um amplo espectro do ramo. Além disso, o Seneca também é um avião muito seguro e confiável.Assim ampliamos nossa equipe e contratamos mais pilotos. Para nós, não houve nenhuma dificuldade em promover instrutores mais experientes da EJ e professores da EJ - Escola Superior de Aviação Civil, para a aviação executiva. Afinal, eles estavam sendo preparados para isso, tanto para o mercado em geral, de linha aérea, como aviação executiva.Estamos prontos para ampliar cada dia mais nossa escala e frota, de acordo com as necessidades do marcado. Nossos clientes estão gostando e sempre retornam. Além disso, poderemos oferecer oportunidades para mais e mais pilotos. É interessante dominar todo o ciclo, desde a formação básica, comercial, de nível superior, e agora, até oportunidades de trabalhos na aviação executiva.Devagar o Brasil está retomando. As oportunidades também. O mundo andava um pouco em marcha lenta em 2020. Foi a necessidade do momento. Agora há muito a fazer e há muitos horizontes para explorar, com a mesma qualidade de sempre.Edmir Gonçalves e Josué Andrade, diretores.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

Americana-SP 55 19 3467-4454 - Campo Verde-MT 55 66 3419-4157