EJ - Escola de Aviação Civil


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Diretor da EJ Escola de Aviação, conta como acompanha o desenvolvimento dos alunos, mesmo voando mais de 4 mil horas por mês.


 O Diretor da EJ Escola de Aviação, Comandante Josué de Andrade, responde com simplicidade a forma em que comanda o setor operacional de desenvolvimento de pilotos.

Qual a media de horas voadas na EJ por mês?
Em 2011 voamos em media 3.800 horas/mês somando as duas unidades de Itápolis e Jundiaí, neste ano aumentou consideravelmente chegando no primeiro semestre a 4.400 horas/mês.

Quais os motivos que levaram este aumento de horas voadas?
Houve uma procura maior, além de incorporarmos mais  5 aeronaves na frota e melhorar o sistema de apontamento de voos.

Quais aeronaves foram incorporadas na frota?
foram quatro Cessnas 172 G1000 para treinamento nos cursos de piloto comercial e voos por instrumentos e um Cessna 152.

Como é feito o agendamento de voos?
Os alunos tem acesso ao nosso sistema operacional Flight Center onde conseguem escolher o horário e instrutor que desejam voar, em seguida a equipe da escala de voos analisa a solicitação e valida conforme a disponibilidade.

A EJ consegue atender  as solicitações com esta demanda de voos?
Na verdade, fazemos o possível para atender as solicitações, mas nem sempre é possível devido algumas alterações que poderão ocorrer no período.

Que tipo de alterações ocorrem que não consegue atender o aluno?
Meteorologia, instrutor indisponível, manutenção da aeronave,  coisas deste tipo.

Já aconteceu casos de não atendimento por estar com a escala lotada?
Sim, aconteceu e acontece, mas trabalhamos para evitar "overbooking" ficamos por exemplo, 40 dias sem vender horas para o curso de Piloto Privado na Unidade de Jundiaí, sabemos da nossa capacidade de atendimento.

Como a EJ acompanha o desenvolvimento dos alunos? 
Todos os dias analisamos as fichas de voos e os gráficos de desenvolvimento  de cada aluno, o sistema é on line e permite que em qualquer lugar podemos acompanhar diariamente as fichas de voos e discutirmos os casos que exigem maior atenção nas reuniões de instrução.

Os alunos conseguem cumprir o programa de instrução dentro do previsto?
Nossos programas possuem uma quantidade maior de horas do que as exigidas no RBAC 61, portanto, trabalhamos com folga para garantir a segurança e qualidade.

Os alunos do curso de piloto privado realmente voam as horas solos?
Sim, essa é a marca registrada da EJ, alunos tem que voar solo para se sentirem seguros e capazes, alunos que não evoluem para o voo solo, preferimos não formar para evitar problemas futuros.

Com quantas horas o aluno realiza seu primeiro voo solo?
Com 17 horas de instrução estará apto para o primeiro voo solo, isso contando com bom aproveitamento das horas.

O que quer dizer, bom aproveitamento das horas?
É a utilização total da hora em instrução, isso geralmente acontece na unidade de Itápolis, já em Jundiaí, na maioria das vezes não conseguimos o aproveitamento total, pelo motivo da área de instrução ficar mais distante, aeródromo congestionado ocupando parte do tempo para decolagem,  espera para pouso, não autorização de manobras sobre a pista, etc...

Mesmo assim, os alunos da EJ conseguem solar com 18 horas?
Na unidade de Itápolis 98% dos alunos não precisam de horas extras para conclusão do curso e solam com 18 horas de voo. Em Jundiaí, infelizmente não conseguimos este feito, nossa média é solar com 25 horas, mas estamos trabalhando firme para diminuir esta média. 

O que a EJ está fazendo para melhorar esta média?
Na fase Pré solo, tomamos o cuidado de não variar mais que três instrutores por aluno, apesar da padronização, a variação de instrutores prejudica o desenvolvimento do aluno, também pedimos aos alunos manterem as aulas constantes nesta fase, evitarem períodos acima de uma semana sem voar.

Quais ferramentas a EJ utiliza para medir satisfação e melhorar os serviços?
A EJ utiliza pesquisas, canais de contatos através do site, reportes pelo sistema Flight Center e ouvindo pessoalmente as críticas, reclamações e sugestões dos nossos clientes.

O Sistema de atendimento destes canais são rápidos e realmente resolvem as solicitações?
Sim, nossa equipe está estruturada para atender dentro de 12 horas e dar solução.

Quais as novidades da EJ para o segundo semestre de 2012?

Iremos lançar a franquia EJ em outubro deste ano e pretendemos abrir pelo menos cinco unidades franqueadas no Brasil nos próximos anos. Estamos montando um centro de manutenção de aeronaves em Itápolis para atender aeronaves de clientes e desenvolver novos mecânicos, também iremos aumentar a frota com mais dois Senecas e seis Cessnas 152.


Publicado em 29/07/2012


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    Mural Informativo


  • Formada a primeira turma da Faculdade EJ

    “O curso foi muito bom. Claro que éramos a primeira turma e muitas coisas ainda estavam em adaptação. Foi uma quebra de paradigma dentro da própria EJ, que teve que se preparar para oferecer um curso superior”, afirma Ricardo Miranda, 38, do Rio de Janeiro. Ele é um dos 15 alunos que iniciou o curso no segundo semestre de 2018 e acabou de se formar na EJ - Escola Superior de Aviação Civil. Para Ricardo, a faculdade de aviação foi uma vontade antiga que foi sendo adiada. É a segunda faculdade em que se formou. Ele cursou engenharia na CEFET/RJ, um centro de Educação Federal de alto conceito e especializou-se na British Columbia Institute of Technology, no Canadá. “Eu sempre quis ser piloto comercial, desde adolescente, mas minha família não podia arcar com os custos das horas de voo. Eu cheguei a fazer a banca do DAC quando tinha 18 anos, mas depois acabei parando o curso porque não consegui voar”, afirma.Ricardo já soma 230 horas de voo, sendo 31 horas solo. Paralelamente à Faculdade, fez os cursos práticos, do piloto privado ao comercial, entre outras especializações, como INVA - Instrutor de voo. “O fato de poder fazer as aulas práticas enquanto estuda é muito bom. Sair do voo e ir direto pra aula me ajudou a completar tudo em dois anos”, afirma.Quem também viu vantagens em possuir tanto a parte teórica como a prática no mesmo Campus foi Marcello Manno, 20, de Atibaia-SP. “O aluno não perde contato com os aviões ficando só na teoria”, explica. Marcello já possui 160 horas totais, com cerca de 25 em voos solo.Uma formação teórica mais sólida do que a dos pilotos comunsAlém das aulas de Filosofia, Matemática e Língua Portuguesa, que são partes essenciais de qualquer curso superior aprovado pelo MEC - Ministério da Educação, os alunos tiveram oportunidade de se aprofundar no ensino teórico. “Um exemplo bom é em segurança de voo. No curso teórico comum falam bastante sobre CRM (Crew Resource Management), mas de modo bem superficial. Na faculdade tivemos uma matéria específica sobre isso, e deu para aprofundar muito bem no assunto”, afirma Marcelo Grohmann, 21, de Lutécia-SP, que já possui 202 horas de voo, com 40 horas em voos solo e conseguiu uma oportunidade de dar aulas de navegação no curso normal de piloto privado na própria EJ enquanto fazia o curso superior.“A bagagem que tivemos nas matérias que nos passaram foi além do que era cobrado na banca para se tornar piloto, até mesmo tivemos aulas de inglês voltado à aviação nos dois últimos semestres”, complementa Grohmann.“Um curso superior tem outras matérias que fazem os alunos aprenderem a raciocinar, tomar decisões, melhorar os aspectos da comunicação e postura. E na parte técnica, como estudamos vários assuntos a fundo, é um diferencial tanto para o nosso próprio voo, quanto para uma possível seleção” diz Ricardo Miranda.“A sinalização para o mercado acho importante. Só o fato de você se propor a passar por um processo, ficar um tempo se dedicando, sinaliza que você é alguém diferente. Acho que também por isso a faculdade é um diferencial na aviação. Mas também não basta ser qualquer faculdade. Nosso curso foi muito bom por isso. Tivemos ótimos professores e acho que isso nos deu uma boa base. Agora é aprimorar e nos mantermos sempre atualizados”, afirma Daniel Casimiro, que já possui 140 horas de voo, de Ibitinga-SP, cidade vizinha a Itápolis. Casimiro é um dos poucos que não morou em Itápolis. Ele ia e voltava de Ibitinga e manteve-se trabalhando com criação de cavalos, negócio da família.Mulher voa, simEsta turma contou com duas mulheres, uma delas foi Lany Amorim, 24, de Barretos-SP. “Sempre tem um pessoal meio ignorante, mas isso não me atinge”, afirma. “Já escutei comentários como ‘se eu souber que a piloto é mulher, eu nem voo’. O pai de um amigo comentou perto de mim. É ridículo. Mas na EJ é bem diferente, o pessoal me acolheu mesmo”, complementa Lany, que divide um casa em Itápolis com outra aluna, do segundo semestre, e trabalha em Home Office na loja online de Aeromodelos de seus pais.Lany iniciou o curso de Piloto Privado no Aeroclube de Barretos e seguiu para a EJ, onde finalizou o PP. Agora ela já está com 57 horas de voo, cursando Piloto Comercial prático.Além de Lany, outro que manteve-se conciliando a faculdade com o trabalho foi Ricardo Miranda. Ele manteve sua atividade em engenharia consultiva em Home office enquanto voava e estudava. Miranda ainda encontrou tempo para fazer alguns voos mais longos. “Fiz umas navegações bacanas, como Belo Horizonte e Foz do Iguaçu”, afirma.Tempo de retração na aviaçãoA primeira turma terminou em um momento onde a aviação mundial está represada, devido a pandemia de COVID-19, que ainda perdura. “Mas uma hora a aviação vai voltar e vai precisar de profissionais, o mundo sempre passou por turbulências e sempre evoluímos”, afirma Josué Andrade, diretor da EJ.“E vai ter muita oportunidade, pois apenas como exemplo, o mercado de turismo que faturou mais de 136 bilhões de reais em 2019, e que respondeu por 8,1% do PIB brasileiro, está afoito para voltar. Esse mercado que impulsiona as viagens aéreas nacionais e internacionais”, complementa Luiz Lopes, coordenador do curso.“Acho que o diploma vai acabar sendo sim importante, mas independente se vão pedir ou não numa linha aérea, o curso valeu. Eu acho que a gente acabou ganhando conhecimento que muito provavelmente não veríamos nos cursos teóricos”, afirma Antonio Jorge, 21, de Boa Vista, Roraima, que fazia parte da equipe de monitoria da faculdade, ajudando outros alunos em aulas de reforço. FormandosAntonio Jorge de Souza NetoAntonio Mario RinaldiBruno CartolanoDaniel Martins CasimiroEduardo Pierobon PlastinaEmanuel de Aguiar DuarteIsadora Broseghini CostaLany Caroline Amorim Rodrigues Luis Fernando dos Santos Farias da Silva Marcelo José Simões Grohmann Marcelo Manno de Oliveira Nilson Marcos de Oliveira Dorta Junior Rafael Lourenço de Castro SantosRicardo Miranda RodriguesWeslley Munhoz CardosoA EJ deseja boa sorte e bons voos os aviadores e aviadoras formados na primeira turma da EJ - Escola Superior de Aviação Civil.Próximo vestibularO próximo vestibular ocorrerá em 6 de dezembro de 2020. As inscrições ocorrerão entre outubro e novembro.

  • Itápolis Airshow 2020 foi transmitido por live, veja vídeo completo

    Dia 30 de agosto ocorreu o Itápolis Airshow 2020. O evento com demonstrações acrobáticas já é um dos mais tradicionais da agenda nacional. Este ano, devido às restrições de saúde pública, foi executado de modo que pudesse ser transmitido por live pelo youtube. “Um show aéreo é um evento de dia inteiro. Este ano compactamos em duas horas todas as apresentações e transmitimos pela internet. Como não podíamos ter aglomerações de pessoas, levamos as acrobacias para as casas dos fãs de aviação”, afirma Josué Andrade, diretor da EJ.O evento contou com boa parte dos maiores pilotos da modalidade do Brasil. As apresentações acrobáticas contemplaram desde as manobras de alto desempenho, como os voos de Gunar Armin, no One Design, de Marcio Oliveira e Richieri, nos Sukhois 26 e 31, e de Beto Bazaia, no Extra-300, até as acrobacias mais clássicas, como as do Planador Grob sob o comando do Bolafly, do NA-T6 com Beto Bazaia, e do Cessna Aerobat e Super Decathlon pilotados por Filipe Rafaeli.O show foi finalizado com uma marcante apresentação da Esquadrilha Fox, composta por ex-militares voando três aeronaves do modelo RV. Durante a transmissão foram solicitadas doações para o Lar São José, entidade de assistência social, em Itápolis, no interior de São Paulo. “Foi um evento muito bacana, como todos os anos. E este foi especial, pois estávamos revertendo doações para as obras sociais”, disse Lucas Delcaro, o Airboss do evento.Próximos anosCom diversas câmeras e mesa de edição ao vivo, a transmissão foi feita em ritmo de cobertura televisiva, com Vadico como narrador. “Foi um sucesso. Não tínhamos experiência em transmissão ao vivo. A equipe funcionou muito bem e foram transmitidas ótimas imagens. O saldo foi positivo”, afirma Andrade. “Não sabemos se ano que vem já poderemos ter público, vamos aguardar o que as autoridades e cientistas vão dizer, mas mesmo se tivermos público, pretendemos, em 2021, transmitir online também”, complementa.Acrobacia como inventivo e como treinamentoA acrobacia aérea possui duas funções. Ela desenvolve a paixão pela aviação e também tem o objetivo de treinamento para segurança de voo. “Acrobacia não é só beleza das manobras. Um piloto treinado, por exemplo, em entrar e sair de parafusos, se torna um piloto mais seguro. Aqui na EJ ensinamos essas manobras em nosso curso de Upset Recovery”, afirma Edmir Gonçalves, diretor da EJ.Veja a transmissão completa

  • Lista dos Aprovados para o Curso de Pilotagem Profissional de Aeronaves

    Abaixo segue o resultado do processo seletivo 2º semestre 2020, realizado no dia 19/07/2020 e provas agendadas, em ordem alfabética:  Adeilson Gabriel Lourenço Bezerra - AprovadoAdrielli Andreina de Souza Reversi - AprovadoAlberto De Paula Edwards Neto - AprovadoAlexandre Teixeira Dizarro - AprovadoÂngelo Monnerat Rivas - AprovadoBruno Gonçalves Tapparo - AprovadoErick Ferreira Vieira - AprovadoGabriel Augusto Bartholomeu - AprovadoGabriel Eliziari - AprovadoGabriel Gonçalves da Silveira - AprovadoGiulia Dótele Pandolpho - AprovadoIgor Carlos Lopes Costa - AprovadoJader Tulio Satiro - AprovadoJairo de Carvalho Santos Neto - AprovadoJosé Coimbra Freire Neto - AprovadoJose Henrique de Lima Freitas - AprovadoJuan Carlos Nobre Galloza - AprovadoMatheus Brito Martins - AprovadoNatham Fernandes Rodrigues - AprovadoNathan Vieira Cardozo - AprovadoNedson Rafael Aguiar da Silva - AprovadoNorberto Auzier Vieira Neto - AprovadoOtavio Franco Moraes Neto - AprovadoPedro Paulo Miranda - AprovadoPhilipe César de Oliveira Cardoso - AprovadoRafael de Morais Tinoco - AprovadoRenan Silva Seabra Pinto - AprovadoRodrigo Furlan - AprovadoVictória Beraha de Mello Rodrigues - AprovadoVinicius da SilvaTanaka Nascimento - AprovadoVinicius Frajuca Cunha - AprovadoVitor Nascimento Sá - Aprovado  * Os candidatos que foram reprovados no vestibular não aparecem nesta lista. * Aos aprovados, fiquem atentos, pois as matrículas serão realizadas entre os dias 27/07 a 31/07.*Os documentos exigidos para a matrícula deverão ser enviados para o e-mail da Secretária Acadêmica secretaria.academica@ej.com.br digitalizados no formato PDF.Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou equivalente;Histórico Escolar de Conclusão do Ensino Médio ou equivalente;Prova de quitação do Serviço Militar ou Certificado de Alistamento Militar, se do sexo masculino;Certidão de Nascimento ou Casamento;Título de Eleitor com comprovante de votação da última eleição;Duas fotos 3x4 recentes;Cédula de Identidade:CPF.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

Americana-SP 55 19 3467-4454 - Campo Verde-MT 55 66 3419-4157