EJ - Escola de Aviação Civil


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Editorial: por uma necessária evolução conceitual na ANAC


Nós não negamos a consistente evolução que tem havido na ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, nos últimos anos. Ultimamente tem sido em avanços relacionadas ao bom uso da tecnologia que a agência tem feito. Isso tem agilizado diversos tipos de processos. A agência também tem frequentemente ouvido os operadores da aviação para desenvolverem todas as regulamentações. Tudo isso é benéfico e tem produzido bons resultados no âmbito geral.

O que falta é uma necessária evolução conceitual e de reposicionamento de toda a agência. Muitas vezes sentimos que a ANAC ainda não tem a completa consciência do salto que ela pode dar em influência positiva para o país.

Há algum tempo a EJ solicitou que fossem feitas provas em inglês para todas as habilitações que a agência emite: do piloto privado ao mecânico de aeronaves. Isso ainda não foi atendido e não há previsão para que ocorra. E é algo simples de ser feito.

Acreditamos que a ANAC ainda não tenha feito isso possivelmente por uma deficiência de compreensão da grandiosidade que há na aviação brasileira, algo que pode ser reflexo da falta de consciência geral de muitos de nós brasileiros, inclusive pilotos, sobre o tema. Entretanto, se há algo que o Brasil pode ser orgulhar, é de sua aviação.

Não custa lembrar: temos uma das maiores frotas da aviação geral e de agrícolas do mundo, temos uma das maiores frotas de helicópteros do planeta, o Brasil criou a Embraer, a terceira maior fábrica de aviões do hemisfério, que produz aeronaves com muitas tecnologias que são consideradas superiores à Boeing e Airbus.

Durante a segunda Guerra Mundial, os pilotos brasileiros do “Senta a Pua” tiveram um desempenho percentual superior à média da Força Aérea dos EUA. As nossas companhias aéreas são reconhecidas globalmente como excelentes. O país exporta pilotos para empresas do mundo todo por serem reconhecidamente bons. Temos uma esquadrilha militar admirada nos cinco continentes, e voando aviões projetados e fabricados aqui. E finalmente, um brasileiro foi o primeiro a decolar um avião de uma superfície plana. Sim, inventamos o avião.

Isso são fatos. Nós brasileiros somos fortes na aviação, e o mundo, ao olhar para a nossa capacidade na área, vê com admiração.

A EJ já recebeu e formou dezenas de alunos de Angola, na África, mas neste caso é um país que também fala português. Resultado também do esforço dos países lusófonos em padronizar e aproximar as regras ortográficas para que haja uma maior troca cultural e comercial.

Também já recebemos alunos, poucos, da América Central. Bem poucos da América Latina e já recebemos também alunos da Espanha, França e Itália. Entre todos eles, além do esforço de estudo da aviação, também tiveram que se esforçar na língua portuguesa para fazer as provas, ou, por algum motivo, já tinham uma familiaridade com a língua. Por isso pedimos as provas em inglês.

Dito isto, podemos afirmar com tranquilidade que o Brasil tem condições de disputar de igual para igual com escolas da Europa e EUA, tanto em qualidade como em preço, principalmente nos mercados da América Latina, África e Ásia. A EJ tem hoje condições de implantar rapidamente turmas para os cursos desde o piloto privado ao comercial e especializações, no teórico e prático, totalmente em inglês, a língua universal da aviação, e conhece outras escolas também podem fazer o mesmo, nos diversos ramos de ensino da área.

O povo brasileiro é acolhedor e hospitaleiro, é diferente das dificuldades que encontram os asiáticos, os africanos e os latinos, hoje em dia, nos EUA e Europa. Estrategicamente a nação pode ser aproveitar de maneira mais eficiente de todo esse prestígio aeronáutico, e isso traria, além de divisas e empregos, uma maior projeção e influência para o país.

Publicado em 17/05/2018


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  • Vestibular: Leia o edital da EJ Escola Superior de Aviação Civil

     R E S O L U Ç Ã O N° 001/2018 – CONSU APROVA, AD REFERENDUM DO CONSU, AS NORMAS PARA A REALIZAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO E O NÚMERO DE VAGAS A SEREM OFERT ADAS NO CURSO TECNOLÓGICO SUPERIOR DE PILOTAGEM PROFISSIONAL DE AERONAVES - CÂMPUS ITÁPOLIS O Diretor Acadêmico, no uso de suas atribuições estatutárias e considerando as disposições contidas no Artigo 10°, § 14°, do Regimento Geral da EJ FACULDADE DE TECNOLOGIA EM AVIAÇÃO CIVIL, R E S O LV E: Art. 1° Aprovar, ad referendum do CONSU, as normas para a realização do Processo Seletivo e o número de vagas a serem ofertadas nos CURSO TECNOLÓGICO SUPERIOR DE PILOT AGEM PROFISSIONAL DE AERONA VES - CÂMPUS ITÁPOLIS, para os ingressantes no 2o. Semestre de 2018. Art. 2° Fixar a vigência desta Resolução a partir da presente data, revogadas as disposições em contrário. EJ FACULDADE DE TECNOLOGIA EM AVIAÇÃO CIVIL Sala de Sessões do Consu – Conselho Superior. Itápolis, 04 de junho de 2018 Anderson Carlos da Silva DIRETOR ACADÊMICO ANEXO EDITAL N° 01/2018PROCESSO SELETIVO E O NÚMERO DE VAGAS A SEREM OFERTADAS NO CURSO TECNOLÓGICO SUPERIOR DE PILOTAGEM PROFISSIONAL DE AERONAVES CÂMPUS ITÁPOLIS A EJ FACULDADE DE TECNOLOGIA EM AVIAÇÃO CIVIL,em conformidade à Portaria Normativa MEC no. 01 de 03 de janeiro de 2017 e parecer CNE/CES 162/2018, e-MEC 201609064o,torna pública a abertura das inscrições para o Processo Seletivo de Junho de 2018, para o preenchimento de 40 (quarenta) vagas no CURSO TECNOLÓGICO SUPERIOR DE PILOTAGEM PROFISSIONAL DE AERONAVES. Ocurso funcionará no período noturno, no Campus da Faculdade, situada na Rua Paraná, no. 450, Aeroporto, Itápolis, Estado de São Paulo. Art. 1°As inscrições estarão abertas no período de 18 de junho a 27 de junho de 2018. No caso de haver vagas remanescentes, após o período de matrículas do 1o Processo, as inscrições serão reabertas no período de 16 a 17 de julho de 2018, num 2o Processo. Art. 2° O primeiro vestibular está marcado para as 09:00 hrs do dia 01de julho de 2018, no Campus da Faculdade, situada na Rua Paraná, no. 450, Aeroporto, cidade de Itápolis, Estado de São Paulo. Em caso de vagas remanescentes, o 2o. Vestibular está marcado para o dia 18de julho de 2018, às 19:30 também no Campus da Faculdade em Itápolis. Art. 3° As vagas do curso de graduação tecnológica ofertadas, sua carga horária, seus respectivos turnos estão previstos conforme: Turno: Noturno?Carga Horária: 1760 horas?Aulas: De Segunda-feira à Sábado?Horário: 19:10 hrs às 22:40 hrs – 08:00 hrs às 11:30 hrs Vagas: 40 vagas noturnas Art. 4°Poderão inscrever-se candidatos que estejam formados no Ensino Médio (ou equivalente) ou que possuam o Certificado de Conclusão deste nível de ensino, obtido pela via regular ou da suplência; Art. 5° Ao se inscrever, o candidato aceita de forma irrestrita as normas e condições estabelecidas neste Edital, não podendo delas alegar desconhecimento; Art. 6° No dia da realização do Processo Seletivo o candidato deverá apresentar o original ou cópia de sua Carteira de Identidade; Art. 7° O Processo Seletivo da EJ, em consonância com a legislação vigente, tem por finalidade selecionar candidatos para ingresso no curso de graduação tecnológica da EJ, avaliando o domínio de conhecimento gerais, interpretar fatos e dados e de raciocinar de maneira lógica; Art. 8°Prova de múltiplas escolhas: Será avaliado o uso das disciplinas do ensino médio, através de prova de múltiplas escolha, perfazendo um valor de 10,00 pontos; Art. 9°Resultado do ENEM: O candidato que optar pelo aproveitamento dos resultados do ENEM, terá sua nota final para efeito de classificação, calculada da seguinte forma: Nota Final = {[4x (nota da prova EJ) + 1x (pontuação do ENEM-proporcional a 10,00)]/5}. Os candidatos que não optarem pelo aproveitamento de resultado do ENEM terão como nota final, para efeito de classificação, a própria nota do processo seletivo. Art. 10° O tempo mínimo para realização da prova será de 60 (sessenta) minutos. ART 11°O resultado do Processo Seletivo será publicado no dia de 04 de julho de 2018 – 1o Processo, 19de julho de 2018 – 2o Processo, nas dependências e no site da EJ FACULDADE DE TECNOLOGIA EM AVIAÇÃO CIVIL. Não haverá revisão de resultados. ART 12°A classificação final obedecerá à ordem decrescente de pontos para fins de chamada dos candidatos. Em caso de empate, e a fim de que apenas um candidato ocupe cada uma das posições classificatórias, a posição será ocupada pelo candidato que se autodeclarar, no ato da inscrição e nesta ordem, negro, pardo ou indígena. Persistindo o empate, a posição será ocupada pelo candidato mais idoso. Serão excluídos da classificação os candidatos que não alcançarem, no mínimo, 4,0 (quarto) pontos na prova. ART 13°As matrículas serão realizadas de 09 a 13 de julho de 2018 - 1o Processo; 19 a 20 de julho de 2018 - 2o Processo; na Secretaria da Faculdade, das 13hrs às 22hrs. Serão exigidos os seguintes documentos em duas cópias, sendo que uma das cópias deverá ser autenticada: Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou equivalente; Histórico Escolar de Conclusão do Ensino Médio ou equivalente; Prova de quitação do Serviço Militar ou Certificado de Alistamento Militar, se do sexo masculino; Certidão de Nascimento ou Casamento; Título de Eleitor com comprovante de votação da última eleição; Duas fotos 3x4 recentes; CPF; Cédula de Identidade. No ato da apresentação dos documentos o candidato preencherá e assinará, em duas vias, Requerimento de Matrícula e Contrato de Prestação de Serviços Educacionais. O candidato classificado e regularmente matriculado que solicitar cancelamento de matrícula por motivo de ingresso em outra Instituição de Ensino, ou qualquer outro motivo, será reembolsado em 80% (oitenta por cento) do valor da matricula, devendo o requerimento de cancelamento de matrícula ser protocolizado junto à Secretaria da Faculdade até dois dias úteis antes do início do período letivo. ART 14°Cláusula Condicionante: A EJ FACULDADE DE TECNOLOGIA EM AVIAÇÃO CIVIL, reserva-se o direito de não implantar turmas ou cursos que não totalizarem a quantidade mínima de 20 (vinte) alunos por classe.

  • Fabrício Luizetti, instrutor chefe da Unidade Campo Verde da EJ, é contratado pela LATAM

    Com menos de dez anos de idade, em Agudos, interior de São Paulo, Fabricio Luizetti, hoje com 31, começou a se interessar por aeromodelismo. Havia um campinho perto de sua casa onde praticantes da modalidade se reuniam e colocavam seus modelos em voo. Sobre a cidade alguns silenciosos planadores que decolavam do Aeroclube de Bauru, apenas 15 km dali, e voavam em círculos procurando térmicas. “Aquilo me fascinava”, relembra. Na adolescência se manteve acompanhando os aeromodelistas agudenses. Aos 18 mudou-se para o Paraná e seguiu com estudos acadêmicos. Formou-se em Administração pela Universidade Estadual de Maringá, emendou sua segunda graduação, em Comércio Exterior, na CESPAR, também na mesma cidade, e pós graduação em finanças no Instituto Paranaense de ensino. Paralelamente enquanto estudava, achava que podia satisfazer sua vontade de aviação mantendo o hobby com aeromodelos, construindo e voando os pequenos aviões com o grupo de aeromodelistas de Maringá. Formado e bem qualificado, não foi difícil arrumar um bom emprego. Logo começou a trabalhar em um conglomerado de usinas exportadoras de açúcar e etanol. Rapidamente foi subindo de cargos, aumentando seu salário e construindo a tão almejada estabilidade profissional. “Mas eu não estava feliz”, conta Luizetti que pediu demissão depois de dois anos de empresa, aos 25, e mudou-se para a Itália para um ano sabático, onde pode se aprofundar na cultura européia e aprender mais uma língua. Foi também um tempo de reflexão e da volta ao sonho de adolescência: a aviação. Estava decidido a começar uma nova carreira e iniciou um estudo a distância de piloto privado pela Oxford Aviation, escola da Inglaterra. Voltou ao Brasil e passou na prova teórica da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, no curso de piloto privado, e logo já iniciou seus voos na EJ Itápolis, onde concluiu o curso inicial. Na sequência, fez o curso o de piloto comercial e instrutor de voo. Dois anos depois, em 2014, estava formado e entrou na fila para se tornar instrutor da EJ, o que durou um ano. “Nesse tempo aproveitei para fazer o multi, tirar o ICAO, fazer o PLA teórico e voar aviões convencionais”, afirma. “O tempo de espera foi produtivo e necessário para eu me qualificar”. Foi contratado pela EJ Itápolis e iniciou na instrução. Por ter se adaptado à aeronaves convencionais no Aeroclube de Itápolis, foi transferido para a unidade da EJ em Campo Verde, Mato Grosso. Esta unidade que por estar em uma região polo do agronegócio ensina tanto nos cursos piloto privado como comercial, operações nos modelos PA-18, convencionais. É uma preparação para os alunos que desejam atuar na aviação agrícola. Na unidade se tornou chefe de instrução. “Fui ganhando experiência, me aprofundando nos regulamentos ANAC, no SOP da empresa, evoluindo como professor teórico e instrutor de voo, além disso fui melhorando minha capacidade de comunicação, flexibilidade e determinação”, conta Fabrício, que ficou entusiasmado em ser instrutor por influência de sua mãe, Maria Celina, professora de Geografia e História. “Adoro ensinar. Minha mãe é professora e carrego isso como inspiração”, afirma. Na EJ como instrutor atuou por 3 anos, voou 1100 horas em todas as aeronaves da unidade, desde o Pa-18, passando pelos Cessnas 152, Tupi, Corisco e Seneca, em aulas de multimotor. Quando pediu demissão da empresa onde trabalhava e tinha bons salários, seus colegas de trabalho estranharam. “Perceberam que seria uma mudança arriscada, porém positiva. Esse fato até serviu para impulsionar colegas para novos rumos na carreira. Um colega que trabalhava comigo saiu alguns meses depois para fazer um mestrado. Hoje é economista de destaque, professor e colunista de uma importante radio.”, conta Luizetti, enquanto finaliza as aulas teóricas na LATAM, para voar aviões da linha Airbus da empresa. “Um ato de coragem acaba contagiando as pessoas, motivando-as a buscar desafios”, complementa. Dicas para quem está começando? “Dedicação, vontade de estudar, vontade de aprender e humildade. As coisas vão acontecendo aos poucos, e eu acredito que esse tempo tem que ser respeitado e a gente sempre busca evoluir durante essa transição”, afirma. “O estudo do inglês é muito importante se a intenção for aviação comercial. Criar um piloto comercial do zero é mais fácil do que ensinar uma pessoa a falar inglês do zero. Se a intenção for aviação comercial, vale a pena começar estudar inglês antes mesmo de iniciar o curso”. Luizetti segue agora para Dubai, onde inicia os treinamentos em simulador de voo. Em breve volta ao Brasil e inicia seu treinamento em rota, já com passageiros. A EJ deseja boa sorte em sua carreira como aviador de linha aérea.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

QUALIDADE
ISO 9001:2008

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510