EJ - Escola de Aviação Civil


Cursos

Piloto Agrícola


O Único curso de Piloto Agrícola no Brasil com treinamento de estol avançado e parafuso

Ser um piloto de avião agrícola requer grande habilidade e conhecimentos específicos. A EJ Escola de Aviação foi pioneira no curso de piloto agrícola com o uso de FGPS, hoje, amplamente utilizado na aviação agrícola. Seu curso utiliza os aviões Citabria para treinamento básico; Pawnee e Ipanema, para treinamento avançado. Todos são equipados com DGPS e, na retaguarda, a EJ Escola de Aviação conta com uma equipe de instrutores do mais alto gabarito.

A EJ é a única escola no Brasil que possui aviões acrobáticos, como os Citabrias, para o treinamento inicial do curso, e neles, o aluno aprende estol avançado, diversos tipos de estol de alta velocidade e parafusos. E assim o aluno termina seu curso mais qualificado e sabendo evitar as perigosas perdas de sustentação nos balões agrícolas.


Experiência

- Ser portador da licença de Piloto Comercial
- Ter no mínimo 370 horas de voo


Você pode

Iniciar uma carreira na área, como empregado ou de forma autônoma, aplicando produtos químicos em áreas de produção agrícola.


Próxima etapa

Além de pilotar avião agrícola, você também pode se especializar no combate a incêndios florestais ou ainda usar sua experiência para seguir carreira como piloto de linha aérea ou na aviação executiva.


Pré-requisitos

- Ser portador da licença de Piloto Comercial
- Ter no mínimo 370 horas de voo


Matérias

- Aspectos Históricos
- Aspectos Econômicos e Estatísticos
- Segurança de Voo e Prevenção de Acidentes
- Legislação Aeronáutica
- Legislação do Ministério da Agricultura e do Abastecimento
- Regulamentos de Tráfego Aéreo
- Produção Agropecuária
- Aeronaves


Treinamento prático

Está dividido em 31 horas de voo, sendo:

- 12 horas de treinamento básico/DGPS
- 19 horas de treinamento avançado


Aeronaves utilizadas

- Citabria
- Pawnee
- Ipanema

Vídeo: entenda o curso de Piloto Agrícola

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Uma estrutura de apoio de primeira
linha está à sua espera, saiba mais
sobre o que a EJ oferece

Infraestrutura


    Mural Informativo


  • Mais um instrutor EJ contratado por uma companhia aérea.

    A EJ anuncia a contratação de mais um de nossos instrutores pela Avianca, trata-se do Instrutor Paulo Henrique Vieira, 32 anos, da cidade de São Paulo/SP. Conheça um pouco de sua história:

    "Comecei a gostar da aviação desde meus 5 anos, pois tinha um tio que morava perto do aeroporto de Guarulhos, então quando ia visitá-lo ficava observando os aviões que decolavam e pousavam, até que um dia de tanto insistir, meus pais me levaram ao aeroporto para ver as aeronaves, era uma época onde existiam aquelas maiores linhas aéreas como VARIG,TRANSBRASIL e VASP.

    Porém demorei muito para poder fazer minha primeira viagem de avião que foi aos 14 anos, época que o transporte aéreo começou a se tornar mais acessível a outras classes.

    Infelizmente não pode ingressar na aviação aos 18 anos, devido ao custo do curso. Com 17 anos comecei a trabalhar nos correios onde trabalhei por 10 anos.

    O sonho de ser piloto estava acabando, mas não o amor pela aviação, alguns anos se passaram e quando estava com 24 anos decidi fazer o curso de piloto privado e de lá para cá não parei mais. Foram 4 anos de formação para chegar ao curso de instrutor. Na EJ participei de um projeto de estágio onde trabalhava na operação de voo, o que me ajudou a custear o curso, e muito mais que isso, ajudou no meu amadurecimento e crescimento profissional.

    Na fase de Instrutor percebi que a cada voo que o aluno realizava eu aprendia a lidar com diversos tipos de situações, voos, personalidade, ideais, sonhos e objetivos de cada um de meus alunos. Hoje em dia tenho contato com bastante alunos, destes, alguns acabaram se tornando grandes amigos.

    Após 6 anos deixo a EJ com 2400 horas de voo, incontáveis horas de amizade, parcerias e carinho que não serão esquecidas jamais.

    Agradeço a EJ, a gerencia que sempre me ajudou no que precisei, a diretoria, operações, secretaria técnica e outros setores.

    Essa conquista dedico in memoriam de minha Mãe Rita Damasceno L. Vieira que fez com que eu nunca desistisse de meus sonhos e objetivos." disse Vieira.

    Devido ao nome e a qualidade do treinamento que a EJ oferece, quando o aluno se torna um piloto profissional, é reconhecido pelo mercado de trabalho como um piloto seguro e preparado para qualquer empresa aérea, principalmente se o candidato possuir experiência como instrutor de voo.

    Nós agradecemos por ter escolhido a EJ e desejamos muito sucesso em sua nova etapa profissional.

    Para saber mais sobre o curso de Instrutor EJ, mande um e-mail para nossa equipe de atendimento, contato@ej.com.br ou ligue:

    Itápolis - SP - 16 3263 9160
    Jundiaí - SP - 11 4815 2325
    São Paulo - SP - 11 3459 5233
    Campo Verde - MT - 66 3419 4157

    Whatsapp: 11 95203 9968

    Voe mais alto.

  • Divulgadas as sequencias acrobáticas do I Troféu Alberto Bertelli

     A competição de acrobacia e festa aviatória acontecerá no Aeroclube de Itápolis, entre os dias 8, 9 e 10 de setembro/16

    O Aeroclube de Itápolis divulga hoje as sequencias acrobáticas que serão voadas pelos competidores que participarão do Primeiro Troféu Alberto Bertelli de acrobacia aérea, que será sediado no Aeroclube de Itápolis, agora em setembro.

    As competições terão quatro categorias, sendo três de precisão e uma categoria estilo livre. As de precisão são a Acrobacia Tradicional, a Super Esporte e a Elite. E a estilo livre se chamará Categoria Bertelli.

    O Campeonato tem sequencias acrobáticas próprias, o que é inédito no país, e é uma adaptação para a realidade brasileira de pilotos competidores e equipamentos que existem no país.

    A categoria de entrada, a Acrobacia Tradicional, é um pouco mais avançada que que Primary, desenhada nos EUA pelo IAC, Internacional Aerobatic Club, e implantado em diversos países. A grande novidade, e um pedido da comunidade nacional de competidores, foi a inclusão do parafuso, que normalmente só aparece a nas categorias superiores.

    A categoria Super Esporte é um pouco mais avançada que a categoria Sportsman do IAC, e foi desenhada para ser voada, no mínimo, com os aviões RV (4, 6 e 7), Decathlon de 150hp e CAP-10, aeronaves muito usadas pelos competidores Brasileiros, sem forçar as aeronaves e sem prejuízos de ponto por possíveis faltas de energia.

    A categoria Elite foi desenhada de modo que será possível ser voada, no mínimo, com o Christen Eagle, sem grandes prejuízos frente a aviões com mais potência de motor.

    "Vale lembrar que no Brasil, temos tanto Christen Eagle e Super Decathlons públicos, pertencentes a aeroclubes e associações, o que faz o campeonato ser mais democrático e faz os pilotos explorarem ao máximo o evelope desses aviões", conta Lucas Delcaro, diretor de prova do Troféu Alberto Bertelli. "O Aeroclube de Erechim, por exemplo, tem formado diversos pilotos e eles estão ativos com o Christen Eagle vermelho deles e participando bastante de competições, completa.

    Concepção das sequencias
    A concepção das sequencias ficou a cargo de Balila Anunciação, natural de Poços de Caldas, piloto agrícola e competidor da Categoria Primary no último campeonato CBA - Comitê Brasileiro de Acrobacia e Competições Aéreas, que ocorreu em julho, na AFA, Academia da Força Aérea.

    A concepção da competição e aprovação das sequencias ficaram a cargo de competidores experientes, como Camilo Freitas, de Porto Alegre, que já foi campeão na categoria Intermediária por duas vezes no Campeonato CBA e especialista em Christen Eagle, Leonardo Gutierres, engenheiro de São José dos Campos, e Antônio Carvalho engenheiro e piloto de linha aérea, competidores de Aeronaves RVs e Oswaldo Guerra, piloto agrícola de Alegrete e Filipe Rafaeli, designer grafico de Atibaia, competidores de Aeronaves Decathlon e Super Decathlon.

    E a concepção visa trazer mais competitividade pro campeonato: "o numero de competidores por categoria é maior, e o desafio de voar a sequencia tambem é maior", diz Balila Anunciação.


    Fomento ao Esporte
    O campeonato é um fomento ao esporte, uma iniciativa do Aeroclube de Itápolis com Patrocínio da EJ Escola de Aviação Civil. Tem como objetivo de incentivar a prática do esporte com segurança e para criar uma base sólida de aviadores acrobatas de precisão. "Além de tudo, a acrobacia de competição tem muita disciplina e é o tipo de acrobacia mais segura que existe, pois envolve muita técnica e os voos são dentro do box acrobático", diz Josué Andrade, presidente do Aeroclube de Itápolis e diretor da EJ Escola de Aviação.

    Bertelli
    Alberto Bertelli nasceu no dia 3 de outubro de 1914 numa fazenda no município de São Roque em São Paulo, mudando-se cinco anos mais tarde para a capital. Alberto Bertelli foi a última figura legendária da aviação brasileira, o último representante da aviação romântica. Foi um dos maiores acrobatas Brasileiros de todos os tempos e um dos maiores incentivadores da acrobacia no Brasil. Ele fez mais de duas mil apresentações e faleceu de causas naturais no início da década de 80.


    Faça o Dowload das sequencias:
    https://dl.dropboxusercontent.com/u/1582183/sequencias-bertelli.zip

  • Acrobacia aérea: é a vez das mulheres

    Aos 29 anos, ela vai vai participar do Campeonato Brasileiro de Acrobacias Aéreas, que acontece em Pirassununga (SP), até domingo, 24. “O impossível é só uma etapa”, afirma a piloto, que integra a equipe da EJ Escola de Aeronáutica.

    "Por que não eu"? Foi com essa pergunta que Juliana Fraschetti interrompia a conversa entre Newton, seu pai, e Daniel, seu irmão. Newton estava sugerindo que Daniel deveria aprender a pilotar aviões. Era uma conversa de oportunidade, pois os irmãos moravam próximos ao Aeroclube de Bauru e viam sempre aviões decolando e pousando.

    Juliana, que é natural de Jaú, havia se mudado para Bauru para cursar Veterinária. Formou-se, mas não quis seguir profissão. Daniel resolveu não levar adiante a ideia de voar. O irmão não aprendeu a pilotar, mas Juliana seguiu em frente com apoio de toda a família.

    De modo diferente da maioria dos aviadores, a história da Juliana com o ato de voar não é um sonho de infância ou alguma influência de algum amigo aviador. "Não tive ninguém da família na aviação, nunca enxerguei que isso poderia ser uma profissão", conta Juliana.

    "Sempre gostei muito de pilotagem. Andava de kart, batia recordes de pista. Sempre tive um 'negócio' com pilotagem.", conta Juliana, que afirma ter aprendido a voar pelo desafio. E ela começou voando com helicópteros, onde brevetou-se desde o Piloto Privado até o curso de Instrutor de Voo.

    Mas foi por acrobacias que ela se apaixonou. E seu instrutor de helicóptero, ao ser questionado, disse que isso só poderia ser feito aeronaves de asas fixas. Foi quando ela se matriculou na EJ Escola de Aeronáutica e fez todos os cursos. Para Juliana os voos foram um pouco reduzidos em relação a quantidade de horas necessárias para as habilitações, devido sua formação prévia em helicópteros. Ela fez Piloto Privado, Comercial, IFR e INVA (de Instrutor de Voo) na EJ e logo partiu para o curso de acrobacias.

    Hoje Juliana voa o RV-7, que é o avião da frota da EJ para acrobacias de competição. Sobre a preferência entre avião e helicóptero, para voar, Juliana define: "Eu prefiro helicóptero ao avião, mas prefiro acrobacia ao helicóptero", comenta, entusiasmada.

    Juliana Fraschetti tem 29 anos. Ela foi selecionada entre os alunos da EJ para ser a número 1 do time de Acrobacias de Competição, que vai participar do Campeonato Brasileiro de Acrobacias Aéreas, que acontece em Pirassununga, na AFA, Academia da Força Aérea, a partir desta sexta-feira e vai até domingo (24).

    FAIXA PRETA

    E mesmo antes de se aventurar pilotando pelos ares e em terra com pequenas corridas de kart, ela tornou-se faixa preta em karatê e taekwondo, onde coleciona medalhas, inclusive, diversas de ouro. Juliana foi Campeã Paulista de Karatê e Bicampeã Paulista de Tawekwondo. obre a relação entre artes marciais e os voos acrobáticos Juliana faz um paralelo: "O primeiro fator é psicológico e disciplina de treinamento, somado ao objetivo de querer competir".

    Entre os diversos ensinamentos que as artes marciais lhe passaram, ela enumera: "disciplina, respeito e comprometimento são os principais", diz.

    Em sua carreira como lutadora, da qual Juliana participa ativamente desde os cinco anos de idade, a acrobata áérea passou por desafios e dificuldades. Em relação aos momentos difíceis, Juliana lembra facilmente de uma frase: "o impossível é só uma etapa".

    Mas ela precisou vencer um certo machismo que existe na aviação. "Existe sim, mas eu não estou nem aí", diz. "Quando o voo é bom, acham que é um homem. Nunca é a mulher. Isso é nítido", explica.

    O instrutor de competição de Juliana Fraschetti é Marcos Geraldi, que esconde o jogo sobre o que espera do campeonato que começa amanhã, sexta-feira, 22. "A expectativa é que ela faça uma demonstração segura e profissional". "Eu nunca acho que a pessoa vai ganhar ou vai perder, isso pra mim é irrelevante. Como instrutor quero deixar a pessoa preparada, treinada corretamente e tranqüila para competir - e que faça o dever de casa".

    O objetivo de Juliana é seguir carreira na acrobacia aérea: "Quero chegar na Red Bull Air Race", sonha Juliana. Afinal, “o impossível é só uma etapa”.

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66 3419-4157