EJ - Escola de Aviação Civil


Quem Somos

Pilotar aviões é para mim?


Entendendo os primeiros passos

Antes de respondermos essa pergunta, precisamos fazer outra pergunta para você. Ser um piloto de avião sempre foi seu sonho?
Se a resposta para essa segunda pergunta é sim, podemos dizer que pilotar aviões é para você.
Existem dois perfils distintos para quem sonha em ser piloto:


Perfil 1

Quer que o seu sonho de voar seja sua
profissão. Deseja ser piloto comercial.
Ama voar.

Perfil 2

Já tem sua profissão e quer ter
a aviação como lazer e hobby.
Ama voar.


Curso de Piloto Privado

Tanto quem deseja ser um profissional da aviação, como para quem deseja voar por hobby, o curso de Piloto Privado é o primeiro passo. Neste curso você aprende a pilotar aviões monomotores em condições visuais. E começa a voar solo, sem o auxílio de instrutores, ainda no decorrer do curso.


Como se tornar piloto de avião em seis passos:

01

Exame médico e aulas teóricas

Fazer exame médico e comprar seus livros. Você pode fazer a prova da ANAC sem um curso teórico homologado e estudando por conta. Mas a EJ oferece um curso intensivo de 40 dias, para quem tem vontade de agilizar. O pré-requisito é ter 18 anos de idade e ensino médio completo.

02

Primeiras aulas

Com a aprovação na ANAC dos seus conhecimentos teóricos, você pode iniciar as aulas práticas. Recomendamos o Cessna 152, a aeronave mais popular do mundo para se ter aulas de voo. No início, logo no primeiro voo, você começa a aprender alguns procedimentos de segurança e a voar reto e nivelado!

03

Aprendizado

As primeiras horas, você aprende a controlar o avião em voo: curvas, subidas, descidas e voos planados, além disso, todos os procedimentos de segurança de cada momento do voo. E na metade do curso, começa aproximar para pouso, pousar e decolar, junto com o instrutor.

04

Seu primeiro voo solo!

É um voo curto próximo ao aeroporto de origem. Este momento é marcante e é o auge do curso, além disso, é o momento que fica marcado na memória de todos os aviadores pelo resto da vida e absolutamente importante para sua formação.

05

Navegações

Você volta a voar com o instrutor para aprender mais e mais, repassa detalhes e deixa sempre fresco na memória todos os procedimentos. E começa a navegar, ir de um aeroporto para outro, usando desde mapa e bússola, até recursos mais avançados, como o GPS. Você pode voar o Cessna 172 se desejar.

06

Navegações solo!

Você, no fim do seu curso de PP, começa a fazer pequenas navegações sozinho. É importante para o piloto, criar e ter auto-confiança. É obrigatório na nossa escola o aluno voar pelo menos 10h solo no curso que tem no seu total, 46h de voo. Variando um pouco de aluno para aluno.


Perfil 1

Quer que seu sonho de voar
seja sua profissão.

Agora é hora de se especializar. Seguir em frente para quem deseja ser um profissional. O primeiro passo é iniciar o Curso de Piloto Comercial e outras especializações, como o voo em aeronaves multimotoras e o IFR (Instrument Flight Rules), que é o voo de aeronaves por instrumento, essencial na aviação comercial. Conheça a página com todos os nossos cursos

Cursos

Perfil 2

Já tem sua profissão e quer levar
a aviação como lazer e hobby.

Você agora é um aviador. Seu sonho é mais fácil do que imaginava. Agora você está habilitado para voar aviões monomotores em condições visuais de meteorologia. A EJ aluga para você as aeronaves em que você fez o curso para que continue voando. As horas de voo que você fizer, além de tudo, serão válidas para o curso de piloto comercial, onde o piloto precisa de cerca de 100 horas após o curso de PP para se formar. Isso é bom para que se um dia lhe der vontade de mudar de profissão. Assim você tem, além de tudo, uma carta na manga. Claro, que para se formar PC, você precisará de outra prova teórica, outro exame médico, e outras especializações. Mas boa parte do próprio curso de PC são os voos visuais em comando. A mesma experiência que você adquire voando pelo prazer de voar.


Perguntas Frequentes

  • Existem diferenças no curso de PP para quem deseja voar por hobby ou para quem deseja ser profissional?

    Não. O curso é o mesmo, tanto para um, quanto para outro. Claro que por ser um curso personalizado, onde cada aluno faz seu voo com seu instrutor, existe um respeito ao tempo de aprendizado de cada um. Mas o rigor das exigências, tanto para quem deseja seguir na profissão como para quem deseja voar por hobby, é o mesmo.

  • Fora o rigor das operações de voo em si, como é o agendamento das aulas?

    Neste caso entra, sim, uma diferença, o respeito ao tempo que cada aluno pode se dedicar. Normalmente os que pretendem ser profissionais tem maior possibilidade de se dedicarem integralmente e os que aprendem a voar por hobby, voa mais aos fins de semana.
    Exemplos: você pode fazer a parte prática de seu curso completo de PP em um mês, em casos de férias de trabalho, ou fazer o agendamento apenas para voos aos fins de semana.
    Na EJ os alunos montam a sua escala de voos através de um sistema on-line. Onde eles tem a possibilidade de escolher qual o prefixo da aeronave que quer voar, o instrutor de voo, a data e hora de suas decolagens. Ou seja, você pode fazer seu curso em um mês ou em até 6 meses, dependendo de sua preferência. Não recomendamos que seja mais espaçado que isso. Claro que se você quiser fazer o curso compacto, em um mês, voando praticamente todos os dias, você terá mais dificuldade para escolher o mesmo instrutor de voo, por exemplo.

  • O exame médico, como é?

    Você tem duas formas de fazer o exame médico de Segunda Classe, que é o exigido para o curso de PP, a primeira forma é fazê-lo nos hospitais da aeronáutica, como o HASP em São Paulo, no Campo de Marte, a outra é em médicos credenciados pela ANAC, que existem em diversas cidades.

  • O exame é rigoroso?

    Um pouco, mas nada extremamente exigente. Não precisa ser um maratonista para ser aprovado. Basicamente só são reprovados pessoas com doenças graves e crônicas. Você quer ser piloto privado de avião, não astronauta da NASA.

  • Posso fazer o curso de PP em qual tipo de Aeronave?

    Recomendamos o Cessna 152. É uma aeronave mais barata para o aprendizado inicial. Mas também recomendamos voar outros aviões de nossa frota, como o Cessna 172. Este é muito bacana quando estiver próximo de completar o curso e estiver em suas navegações, porque além de tudo você já aprende a navegar com os recursos do Glass Cockpit, onde todas as informações de voo ficam dispostas em telas de LCD no painel do avião, como nos grandes aviões comerciais.

  • Qual o método de pagamento das horas de voo?

    Você pode pagar em até 10 vezes cada um de nossos cursos, no cartão de crédito.

  • Tenho mais dúvidas, o que faço?

    Mande uma mensagem para nós através da aba contato ou faça-nos uma visita em uma de nossas unidades, conheça a nossa estrutura, os aviões, converse com nossos instrutores e outros alunos.
    Lembre-se, voar não é difícil nem muito distante.


Aluno voa e navega solo. De verdade.
Este é um princípio de formação de
aviadores na EJ Escola de Aeronáutica

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    Mural Informativo


  • Membro da Esquadrilha EJ conclui curso de Airboss nos EUA

    Lucas Delcaro, membro da esquadrilha EJ, concluiu, no início do mês, o curso de Airboss promovido pelo ICAS (Internacional Council of Air Shows), em sua convenção anual, que ocorreu em Las Vegas, EUA. O curso foi um workshop avançado sobre a atividade e tem o objetivo de formar profissionais que coordenam eventos aéreos. O foco principal é a segurança das operações durante apresentações acrobáticas para o público. Delcaro, além de piloto da Esquadrilha EJ, havia sido o coordenador principal de eventos aeronáuticos ocorridos em Itápolis, como o Itápolis Air Show e o I Troféu Alberto Bertelli de acrobacias aéreas, eventos foram patrocinados pela EJ Escola de Aeronáutica e visam fomentar a paixão pela aviação e que se repetirão em 2018. Durante a convenção foi apresentado o regulamento da FAA (Federal Aviation Administration), o órgão fiscalizador da aviação nos EUA, equivalente a brasileira ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), para a função do Airboss, que é, além de coordenador dos shows e atividades em si, o responsável legal pelos eventos. “Nos EUA, a partir de 2019 será mandatória a habilitação de Airboss. Hoje essa atividade não é regulada, assim como no Brasil”, afirma Lucas. “Foram 5 anos de desenvolvimento deste regulamento e ainda está gerando uma série de comentários”, complementa. O ICAS convidou a comunidade brasileira de show aéreo para participar da quinquagésima edição de sua convenção. Antes, o presidente do ICAS, John Cudahy, já havia palestrado na segunda Convenção ASA, que é uma iniciativa da Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, para a criação de uma entidade representativa voltada para o desenvolvimento da atividade. “Existe um grande esforço pela comunidade aeronáutica em transformar o show aéreo no Brasil em uma atividade séria e profissional”, afirma Lucas. Além de Delcaro, mais membros da comunidade aeronáutica brasileira estavam presentes, como Líbero Caldas, comandante da Esquadrilha da Fumaça e Carlos Edo, da Esquadrilha Extreme, que deverá ser o presidente da entidade que está sendo criada, entre outros. “O objetivo é de buscar conhecimento, entender o que se passa não só no EUA mas em diversos países do mundo como Canadá, China, Austrália, Inglaterra, para depois discutir com a comunidade do show aéreo no Brasil e também com a ANAC como podemos fortalecer e transformar a atividade que hoje é mantida por amor à aviação em um negócio mais seguro, mais lucrativo e maior”, afirma Josué Andrade, diretor da EJ. Além dos temas relacionados à organização de eventos e regulações, houve a oportunidade de debater apresentações aéreas com Sean Tucker, Sue Gardner e membros da US Navy Blue Angels, reconhecidos pilotos e organizadores dos maiores shows aéreos dos EUA, conceitos que envolvem o espetáculo em si, com o objetivo de melhorar a apresentação da Esquadrilha EJ. “Além da segurança de voo, de como explorar as aeronaves e o display de apresentação, além das atividades não relacionadas ao voo, mas de enorme importância na compreensão e encantamento do público”, afirma. “O saldo foi muito positivo”, conclui.

  • Mário Villela, instrutor da EJ, é contratado pela Copa Airlines, do Panamá

    Na madrugada de céu limpo no dia 27 de novembro, estacionado no finger 232 do Aeroporto de Guarulhos, um Boeing 737-800 da Copa Airlines se preparava para o embarque de passageiros com destino a Cidade do Panamá. Mário Henrique Villela, 26 anos, estava concentrado ao momento do embarque. Os pilotos e comissários não sabiam que naquele avião, um dos passageiros logo mais fará parte também da equipe de tripulantes da companhia. Dali a 30 ou 40 minutos, depois de acomodado, ele poderia se dar ao luxo de uma comemoração silenciosa: ele se dirigia ao centro de treinamento da Copa Airlines, para ser copiloto dos Boeing 737 da frota da empresa, entre eles, o avião que estava voando. Foi uma longa jornada até este momento. O gosto por aviões, não diferente de muitas pessoas, veio da infância: “Tive influência de meu pai que me levava para o aeroporto de Congonhas quando era muito criança”, conta. “Após, com o passar do tempo, eu tenho um irmão engenheiro que trabalha na Latam e me convidou pra conhecer o centro de manutenção da empresa, e foi ali que o desejo pela aviação comercial se iniciou“, lembra. Mário trabalhava na World Tennis, rede de lojas com centenas de unidades no país, e o segredo, ali, no momento, era fazer muita economia. “Complicado era trabalhar com vendas pensado unicamente nas horas de voo”, conta. Aos 19, matriculou-se na EJ e seguiu trabalhando como vendedor, juntamente com um apoio decisivo dos pais: “meu dinheiro era para as minhas horas, mas sempre tive o apoio moral e financeiro de meus pais”, afirma. “Éramos como uma sociedade, cada um ajudava um pouco”, complementa. Logo, durante o curso de piloto comercial, ele trocou de emprego e conseguiu uma vaga na EJ. “O trabalho de estagiário foi um diferencial muito bom onde aprendi, digamos, os bastidores da aviação, cuidando da parte de diário de bordo e documentações”, diz. Com 22 já era instrutor, onde somou mais de 1800 horas de voo nos Cessnas 152, 172, Corisco e Seneca, além de instruções IFR nos simuladores de voo da escola. Atualmente acumulava mais um cargo: era coordenador dos cursos teóricos. “A EJ me deu toda a bagagem de experiência na aviação, que foi o suficiente pra obter uma vaga na aviação comercial, e o mais importante, em uma empresa internacional“, afirma. “Como instrutor, os voos mais memoráveis foram para o litoral, Ubatuba e para aeroportos de grande operação como Campinas para fazer ILS (aproximação por instrumentos) e dividir nossa operação com as demais aeronaves de voos comerciais”, afirma. Mário solou no final de 2011, em um Cessna 152 da EJ, de prefixo PR-EJQ, liberado solo pelo instrutor Marco Antônio Franco, que hoje é copiloto da Gol Linhas Aéreas, e fala sobre o dia: “Inesquecível, por que jamais imaginava que um sonho de criança estaria se tornando realidade, de decolar e pousar uma aeronave, sentir a sensação de ser, pela primeira vez, o piloto em comando. Foi a realização de um sonho pessoal”, afirma. “E também de toda a minha família, que embora não estivesse presente no dia, sempre aguardou e torceu pra que esse momento acontecesse”, complementa. “Independente de onde você esteja, sempre humildade para receber e passar as informações. Esse sempre é o lema, que levo para mim e sempre falava para todos os alunos”, finaliza. Mário está no Panamá, no centro de treinamento da Copa Airlines, fazendo, primeiramente, os cursos de convalidação das habilitações para o país, e logo já inicia o ground school do 737. Na sequência, inicia os treinamentos em simulador e de instrução em rota. A EJ deseja sucesso e bons voos.

  • Felipe Craveiro, instrutor da EJ, advogado e carioca da gema, é contratado por companhia aérea internacional

    Carioca da gema, formou-se em direito na Universidade Estácio de Sá em 2010, aos 22 anos de idade, logo passou na prova da OAB - Ordem dos advogados do Brasil e tornou-se advogado. “Porém não gostava da profissão”, conta. E um pensamento sempre rondava sua mente: “sempre gostei de aviação porque tinha costume de levar meus avós ao aeroporto quando eles viajavam pra Portugal”, conta. Durante dois anos Felipe trabalhou na oficina mecânica de seu pai e a noite estudava para concurso público, ele queria ser agente da Polícia Federal, e mesmo estudando para a prova, vislumbrava a oportunidade de ser piloto, desta vez, dentro da instituição, “a ideia era conseguir me tornar piloto depois, internamente”, explica. Com os voos sempre em mente, resolveu cortar caminho, conversou com a família e matriculou-se em um curso teórico de piloto privado em uma escola no Rio e logo começou a voar em um aeroclube próximo. “Após algumas horas de voo e já aprovado na banca de PP da ANAC, conheci a EJ e gostei muito da estrutura e da ideia do voo solo, que não aconteceria no aeroclube”, diz Craveiro. Na EJ ele terminou o prático de piloto privado, seguiu com os cursos de piloto comercial e outras especializações, como o curso de instrutor de voo e Jet Training. Com todas as habilitações conquistadas, não havia vaga naquele momento para Felipe assumir o posto de instrutor de voo, “Optei por aguardar a fila da EJ (para ser instrutor), trabalhando inicialmente na operações de voo por seis meses antes de ingressar como instrutor”, relembra Craveiro. Entre outras coisas, “puxava avião e abastecia”, conta, “me ensinou a ser humilde e dar um passo de cada vez”, complementa. Durante os últimos três anos, Craveiro atuou ensinando a voar, onde acumulou pouco mais que 1300 horas nas aeronaves da frota da escola, além disso, a EJ soube aproveitar sua expertise anterior e Felipe foi instrutor teórico de direito aeronáutico, aulas que só podem ser ministradas por quem é, pelo menos, bacharel em direito. “Entrei provisoriamente pra cobrir um outro professor que tinha saído, porém deu certo, gostei e fiquei de vez”, relembra. “E me mantinha atualizado, sempre estudando”, complementa. Voos mais legais enquanto atuava como instrutor? “Rio de Janeiro: pousar no Santos Dumont, Angra dos Reis e Cabo Frio”, responde Craveiro, apaixonado pelo seu estado. Ensinamento que aprendeu na EJ e fez questão de repassar para seus alunos de voo? “Responsabilidade e maturidade. Não estava ali pra brincar e sabia a responsabilidade da minha futura profissão”. Agora Felipe, aos 29, foi contratado pela Copa Airlines, companhia com sede no Panamá, que faz voos de Boeing 737-800 para cidades como Nova Iorque, Los Angeles, Las Vegas, Cidade do México e Buenos Aires, entre diversas outras, mas também para o Rio de Janeiro do Cristo Redentor, do Corcovado, de Ipanema, de Copacabana e do Leblon, cidade que ele realmente gosta de ver de cima, a partir das cabines dos Cessnas da EJ ou agora, a partir, de inicialmente, do assento de copiloto de Boeing 737. “Eu sou apaixonado pelo Rio”, conclui. A EJ agradece Craveiro pelo tempo que se dedicou ensinando a voar e deseja boa sorte em sua carreira.

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510