EJ - Escola de Aviação Civil


Quem Somos

Pilotar aviões é para mim?


Entendendo os primeiros passos

Antes de respondermos essa pergunta, precisamos fazer outra pergunta para você. Ser um piloto de avião sempre foi seu sonho?
Se a resposta para essa segunda pergunta é sim, podemos dizer que pilotar aviões é para você.
Existem dois perfils distintos para quem sonha em ser piloto:


Perfil 1

Quer que o seu sonho de voar seja sua
profissão. Deseja ser piloto comercial.
Ama voar.

Perfil 2

Já tem sua profissão e quer ter
a aviação como lazer e hobby.
Ama voar.


Curso de Piloto Privado

Tanto quem deseja ser um profissional da aviação, como para quem deseja voar por hobby, o curso de Piloto Privado é o primeiro passo. Neste curso você aprende a pilotar aviões monomotores em condições visuais. E começa a voar solo, sem o auxílio de instrutores, ainda no decorrer do curso.


Como se tornar piloto de avião em seis passos:

01

Exame médico e aulas teóricas

Fazer exame médico e comprar seus livros. Você pode fazer a prova da ANAC sem um curso teórico homologado e estudando por conta. Mas a EJ oferece um curso intensivo de 40 dias, para quem tem vontade de agilizar. O pré-requisito é ter 18 anos de idade e ensino médio completo.

02

Primeiras aulas

Com a aprovação na ANAC dos seus conhecimentos teóricos, você pode iniciar as aulas práticas. Recomendamos o Cessna 152, a aeronave mais popular do mundo para se ter aulas de voo. No início, logo no primeiro voo, você começa a aprender alguns procedimentos de segurança e a voar reto e nivelado!

03

Aprendizado

As primeiras horas, você aprende a controlar o avião em voo: curvas, subidas, descidas e voos planados, além disso, todos os procedimentos de segurança de cada momento do voo. E na metade do curso, começa aproximar para pouso, pousar e decolar, junto com o instrutor.

04

Seu primeiro voo solo!

É um voo curto próximo ao aeroporto de origem. Este momento é marcante e é o auge do curso, além disso, é o momento que fica marcado na memória de todos os aviadores pelo resto da vida e absolutamente importante para sua formação.

05

Navegações

Você volta a voar com o instrutor para aprender mais e mais, repassa detalhes e deixa sempre fresco na memória todos os procedimentos. E começa a navegar, ir de um aeroporto para outro, usando desde mapa e bússola, até recursos mais avançados, como o GPS. Você pode voar o Cessna 172 se desejar.

06

Navegações solo!

Você, no fim do seu curso de PP, começa a fazer pequenas navegações sozinho. É importante para o piloto, criar e ter auto-confiança. É obrigatório na nossa escola o aluno voar pelo menos 10h solo no curso que tem no seu total, 46h de voo. Variando um pouco de aluno para aluno.


Perfil 1

Quer que seu sonho de voar
seja sua profissão.

Agora é hora de se especializar. Seguir em frente para quem deseja ser um profissional. O primeiro passo é iniciar o Curso de Piloto Comercial e outras especializações, como o voo em aeronaves multimotoras e o IFR (Instrument Flight Rules), que é o voo de aeronaves por instrumento, essencial na aviação comercial. Conheça a página com todos os nossos cursos

Cursos

Perfil 2

Já tem sua profissão e quer levar
a aviação como lazer e hobby.

Você agora é um aviador. Seu sonho é mais fácil do que imaginava. Agora você está habilitado para voar aviões monomotores em condições visuais de meteorologia. A EJ aluga para você as aeronaves em que você fez o curso para que continue voando. As horas de voo que você fizer, além de tudo, serão válidas para o curso de piloto comercial, onde o piloto precisa de cerca de 100 horas após o curso de PP para se formar. Isso é bom para que se um dia lhe der vontade de mudar de profissão. Assim você tem, além de tudo, uma carta na manga. Claro, que para se formar PC, você precisará de outra prova teórica, outro exame médico, e outras especializações. Mas boa parte do próprio curso de PC são os voos visuais em comando. A mesma experiência que você adquire voando pelo prazer de voar.


Perguntas Frequentes

  • Existem diferenças no curso de PP para quem deseja voar por hobby ou para quem deseja ser profissional?

    Não. O curso é o mesmo, tanto para um, quanto para outro. Claro que por ser um curso personalizado, onde cada aluno faz seu voo com seu instrutor, existe um respeito ao tempo de aprendizado de cada um. Mas o rigor das exigências, tanto para quem deseja seguir na profissão como para quem deseja voar por hobby, é o mesmo.

  • Fora o rigor das operações de voo em si, como é o agendamento das aulas?

    Neste caso entra, sim, uma diferença, o respeito ao tempo que cada aluno pode se dedicar. Normalmente os que pretendem ser profissionais tem maior possibilidade de se dedicarem integralmente e os que aprendem a voar por hobby, voa mais aos fins de semana.
    Exemplos: você pode fazer a parte prática de seu curso completo de PP em um mês, em casos de férias de trabalho, ou fazer o agendamento apenas para voos aos fins de semana.
    Na EJ os alunos montam a sua escala de voos através de um sistema on-line. Onde eles tem a possibilidade de escolher qual o prefixo da aeronave que quer voar, o instrutor de voo, a data e hora de suas decolagens. Ou seja, você pode fazer seu curso em um mês ou em até 6 meses, dependendo de sua preferência. Não recomendamos que seja mais espaçado que isso. Claro que se você quiser fazer o curso compacto, em um mês, voando praticamente todos os dias, você terá mais dificuldade para escolher o mesmo instrutor de voo, por exemplo.

  • O exame médico, como é?

    Você tem duas formas de fazer o exame médico de Segunda Classe, que é o exigido para o curso de PP, a primeira forma é fazê-lo nos hospitais da aeronáutica, como o HASP em São Paulo, no Campo de Marte, a outra é em médicos credenciados pela ANAC, que existem em diversas cidades.

  • O exame é rigoroso?

    Um pouco, mas nada extremamente exigente. Não precisa ser um maratonista para ser aprovado. Basicamente só são reprovados pessoas com doenças graves e crônicas. Você quer ser piloto privado de avião, não astronauta da NASA.

  • Posso fazer o curso de PP em qual tipo de Aeronave?

    Recomendamos o Cessna 152. É uma aeronave mais barata para o aprendizado inicial. Mas também recomendamos voar outros aviões de nossa frota, como o Cessna 172. Este é muito bacana quando estiver próximo de completar o curso e estiver em suas navegações, porque além de tudo você já aprende a navegar com os recursos do Glass Cockpit, onde todas as informações de voo ficam dispostas em telas de LCD no painel do avião, como nos grandes aviões comerciais.

  • Qual o método de pagamento das horas de voo?

    Você pode pagar em até 10 vezes cada um de nossos cursos, no cartão de crédito.

  • Tenho mais dúvidas, o que faço?

    Mande uma mensagem para nós através da aba contato ou faça-nos uma visita em uma de nossas unidades, conheça a nossa estrutura, os aviões, converse com nossos instrutores e outros alunos.
    Lembre-se, voar não é difícil nem muito distante.


Aluno voa e navega solo. De verdade.
Este é um princípio de formação de
aviadores na EJ Escola de Aeronáutica

Ver Video


    Mural Informativo


  • Editorial: SNA faz populismo sindical e joga contra a segurança de voo

    O SNA - Sindicado Nacional do Aeronautas, inicia na justiça perante a EJ uma batalha onde deseja modificar as relações de trabalho da escola com seus instrutores. A EJ vinha acompanhando o trabalho do SNA, que desde sua renovação, e somos justos, havia feito boas coisas pela aviação, pelos aviadores, e travado boas lutas pela melhoria da profissão, dos regulamentos e das leis. Entretanto, neste ponto, da relação das escolas privadas e aeroclubes com seus instrutores, eles erraram, ou melhor, erraram no “pé e mão”, como dizemos no meio aeronáutico. H. L. Mencken certa vez disse: “Para todo problema complexo existe sempre uma solução simples, elegante e completamente errada.” É o caso, e essa intransigência irresponsável, sem diálogo, cedendo à tentação populista, típica do velho sindicalismo, se consumada, trará, no logo prazo, resultados negativos para a segurança de voo, e aqui nós vamos explicar todas as razões. Para chegarmos ao ponto que desejamos, começaremos com duas perguntas: qual a única profissão do mundo que quando a pessoa é contratada, já entra pensando em sair? E qual a única profissão do mundo, que quando a pessoa pede demissão, faz isso feliz, e o empregador comemora junto com o colaborador sua saída? E muitas vezes, inclusive, para ganhar um salário pior, porque deseja ter outras experiências de aeronaves. É o instrutor de voo. Porque ser instrutor, na imensa maioria das vezes, não é uma profissão em si. Ser instrutor é costumeiramente um degrau na carreira do aviador. O aviador sempre deseja mais. A grande maioria dos profissionais que atuam na linha aérea, na executiva ou na agrícola, atuaram como instrutores no início de suas carreiras, e suas memórias são de uma época de aprendizado. A única comparação razoavelmente próxima é a figura do médico residente. Ou seja, ser instrutor é a pós-graduação do piloto. Além disso, o aprendizado só é completo quando a pessoa passa a ensinar outras. E sendo a EJ formadora de boa porcentagem dos profissionais do Brasil, nós temos o dever de pensar o sistema de formação integralmente, e assim também contribuir com a segurança de voo, essencial como um todo, e nosso principal objetivo. E nós temos a consciência que encabeçamos boas iniciativas no mercado: fomos a primeira a colocar como pré-condição para a formação de um bom aviador, que ele deva voar solo, e inclusive navegar, tanto no curso de piloto privado como no de comercial. Quando um aluno se forma no curso de PC na EJ, ele tem, no mínimo, 20 horas solo, no comando. Nós comunicamos isso em nossos materiais. Voar solo é essencial para o aprendizado e autoconfiança do futuro profissional. Entretanto isso é simplesmente cumprir a lei. Posteriormente conduzimos o mercado novamente com a implantação do curso de Upset Recovery, que é apenas uma recomendação da ANAC - na FAA, agência dos EUA, já é obrigatório para instrutores - e aqui incentivamos todos nossos alunos que o façam para melhorar seus currículos, proficiência e habilidade técnica. Hoje, algumas outras escolas e aeroclubes já foram na mesma direção, em favor do Upset Recovery, e juntos, todos, na concorrência do livre mercado, estamos contribuindo com a melhoria da qualidade dos aviadores no país todo. Hoje o instrutor começa sua carreira com cerca de 170 horas de voo, que é a formação do curso de PC mais INVA, aqui exigimos o completo conhecimento de parafusos, na prática, para que se inicie na instrução. Com essas horas, seguindo rigorosamente a lei, que está correta, mas com uma sólida formação e doutrina, o instrutor está plenamente apto a iniciar os primeiros degraus dando instruções, e aqui na EJ, quanto mais horas ele vai adquirindo na função, mais para frente na instrução ele segue, até chegar a dar aulas em bimotores e operações IFR, voo por instrumentos, em aeroportos complexos. Neste ponto o aviador está pleno, com cerca de 1000 horas de voo, e pronto para assumir um avião com mais de 100 passageiros a bordo. Isso chama-se oportunidade. Normalmente quando um instrutor atinge os requisitos das linhas aéreas, dependendo do humor do mercado e do ritmo das contratações pelas empresas na aviação executiva, eles automaticamente seguem em frente, dando oportunidade aos novos INVAs recém formados. E os formados na casa tem a oportunidade de participar desse processo seletivo. Portanto hoje nós temos uma boa rotatividade de instrutores, sem deixar de lado a segurança de voo, para dar mais chances para mais pessoas terem experiência, aprendizado e currículo o suficiente para entrar em uma companhia aérea. E claro, nós temos instrutores que ficam mais tempo, juntam muito mais horas e atingem um rendimento melhor. Eles são o que internamente chamamos de “disseminadores de doutrina”, são os mestres dos professores. Em setembro agora, a EJ voou 3.252,5 horas, e mais 425,5 h de simuladores, com um total de 70 instrutores na instrução regular de PP/PC/INVA - já tivemos 120 simultâneos e momentos de alta do mercado - Eles voaram uma média de 46.4 horas de voo por instrutor. O quê o SNA propôe? Aumentos de salários. E isso vai gerar uma menor demanda de instrutores. Com instrutores voando dentro do regulamento, de 80 horas por mês, precisaremos de apenas 40 profissionais aproximadamente. Além disso, pelas novas burocracias, teremos um desestímulo para fazer a renovação e rotatividade de profissionais, e daremos menos oportunidades para esses aviadores, oportunidades que já nem são tantas. Como resultado teremos poucos instrutores, mas com muitas horas de voo cada um. Tudo isso vai gerar uma legião de aviadores com 170 horas de voo, não só entre nossos clientes, mas em todo o Brasil. Ficarão travados nesta quantidade de horas. Com PC/INVA, mas sem empregos, sem oportunidades e sem horizontes. Afinal, quem, além das escolas e aeroclubes, empregam um piloto com essa quantidade de horas? As linhas aéreas, que mudam constantemente seus requisitos para admissão devido ao mercado, pedem geralmente entre 1000 e 1500 horas de voo, e em algumas raras excessões, pedem 500 horas. Vamos elitizar mais ainda a aviação fazendo as pessoas comprarem, no mínimo, mais 300 horas de voo e fazer seu custo de formação, que já é caro e elitizado, custar o triplo? E mais: a fila para ser contratado como instrutor começará a andar de modo excessivamente lento, deixando os aviadores formados afastados, sem vivenciar a aviação por um bom tempo. Isso é benéfico para a aviação como um todo? Nós acompanhamos a legislação referente a figura do Piloto de Tripulação Múltipla, novidade polêmica, mas que a EJ não vê como prática do mercado nos próximos, pelo menos, 10 anos. Esta seria a única saída para um profissional da linha aérea sem horas de voo. Vislumbramos o risco de voltar aquela velha prática do meio, de tempos atrás: a famosa canetada, que é a falsificação de horas de voo, atitude que a EJ tem combatido ferozmente desde que foi fundada. E esse combate por nós travado é exatamente o que fez com que os currículos de aviadores formados aqui tenham peso no mercado: a confiabilidade de horas voadas lançadas da EJ. É comum quando uma empresa aérea recebe um currículo de um aluno formado por nós, entrarem em contato conosco para pedir a confirmação de horas, porque fazemos isso de maneira rápida por nosso sistema, que é avançado, onde temos todos os voos, desde 2008, lançados e anotados à distância de um click. E esta deveria ser a preocupação séria do SNA: a segurança de voo. Inclui a formação como parte importante do processo. Não deveriam apenas manter a preocupação com profissionais já empregados e campanhas para aumentar o número de associados. E mesmo se fosse apenas uma questão apenas monetária, de lucros e salários, para a EJ, todo o sistema, se remodelado assim, pode fazer com que nos faça atingir uma participação maior no mercado. Obviamente todas as horas de voo em todo o sistema aumentarão de preços, em todas as escolas e aeroclubes, mas o aumento será ainda maior nos aeroclubes e escolas menores. A EJ tem 70 aviões e 80 instrutores, somando os instrutores de acrobacia, agrígola e outras especialidades, e monta, se for o caso, sua escala para maximizar as horas de voo dentro do regulamento: as 80 horas mensais, e faz todos os instrutores regulares chegarem próximos a essa quantidade, minimizando o impacto de custos. E um aeroclube que voa 100 horas? Ele não consegue aumentar em 50% suas vendas e colocar dois instrutores para fazer cerca de 80 horas cada. Ele terá que reduzir seus voos para oitenta horas. E a escola que voa duzentas horas? Como eles fecham a conta? A tendência é a inviabilidade dessas instituições como formadora de aviadores, reduzindo a concorrência. Neste modelo a EJ teria apenas custos iniciais, para a dispensa desses 30 instrutores, que por meio das mudanças propostas, poderiam vir a perder oportunidades, e no longo prazo, teríamos vantagem. Mas é em todo o processo, globalmente, que estamos pensando. Nunca praticamos atos desleais como dumping e, inclusive, até porque pagamos impostos que aeroclubes não pagam, cobramos um pouco mais caro, geralmente. Nós somos as maiores por investimento em qualidade. Além disso, nossos instrutores que mais voam chegam ao limite da regulamentação: 80 horas mensais, e a média dos que menos voam gira em torno de 30 horas, isso porque em nosso sistema o aluno pode escolher, no momento de agendar, com qual instrutor deseja voar. Com o pensamento do SNA, isso terá que mudar, pois teremos, com menos instrutores, que maximizar cada um deles para o limite de horas. Nós acreditamos na meritocracia, mas claro, a partir do momento em que todos partem das mesmas possibilidades. E meritocracia é uma palavra que nunca esteve presente no dicionário desse velho sindicalismo. Para a EJ, a evolução das relações pessoais e do relacionamento humano é parte da formação de um bom aviador. Não acreditamos que precisaremos explicar para o SNA os benefícios do CRM - Corporate Resource Management, onde, com esse formato, melhoramos o entendimento e atendimento entre instrutores e alunos, e além disso, geramos uma saudável competição interna onde cada instrutor busca melhoria constante na qualidade de seus briefings, da preparação de materiais de apoio, das aulas, da segurança e relacionamentos interpessoais. Sabemos que isso é bom bom quando eles chegam em uma cabine de comando de uma grande empresa. Em sua ruidosa retórica sobre segurança de voo quando pleiteiam qualquer coisa, o SNA deveria ter uma preocupação com o integral. Deveriam ajudar na luta contra com a cultura das escolas onde o piloto finaliza seu PC/MULTI/IFR/INVA com 20 minutos de voo solo, ou com o ainda pior “solo psicológico”. Deveriam ajudar na luta contra a cultura da canetagem de horas. Deveriam ajudar na luta contra cultura de escolas que vendem as horas baratas porque voam uma parte e canetam o restante. Qualquer um que esteja minimamente por dentro da aviação ouve histórias de pilotos que fizeram seus cursos, não solaram, depois viraram copilotos de um taxi aéreo ou malote onde não podiam colocar a mão no manche, juntaram suas horas sem qualidade e entram na linha aérea. E só fizeram, um voo no comando realmente, com duzentos passageiros sob sua responsabilidade. É isso que combatemos. Por isso discordamos com esse velho sindicalismo travestido de novo. Que solta uma nota onde julga, sentencia e condena a EJ de “irregular”, publicamente, jogando para a torcida, como parte de sua campanha para adquirir mais associados. E obviamente os instrutores não tem seus rendimentos equivalentes a de um tripulante de um Boeing, de um Airbus, de um Embraer, ou ATR em alguma grande empresa aérea. Mas a EJ está regular, cumpre e está em pleno acordo com o Ministério Público do Trabalho, com seus instrutores em regime de CLT, e com a última homologação no MTE - Ministério do Trabalho e Emprego, de Jundiaí, em 21/02/13. Portanto, a EJ repudia esse populismo propagandista, feito de modo difamatório pelo SNA, e tomará as medidas cabíveis, além de informar aqui, seus grosseiros erros conceituais.

  • Prova ICAO: entenda as mudanças

    Nos dias 27 e 28 de Setembro, ocorreu em São José dos Campos o Simpósio Comemorativo ANAC-ICEA, dos Requisitos de Proficiência em Inglês Aeronáutico no Brasil. O Simpósio marca a celebração de 10 anos de implementação dos requisitos de proficiência linguística no Brasil e teve como objetivo a troca de experiências entre os profissionais da área. A partir desta reunião, foi atualizado o modelo de prova ICAO, que entrou em vigor desde de 30/09/2017. Resumo das atualizações: PART 1: AVIATION TOPICS A primeira parte da prova é como se fosse uma entrevista; a novidade é que das sete perguntas, do modelo anterior, agora são apenas três, porém existe a possibilidade do avaliador aumentar os questionamentos se achar que o candidato não se comunicou o suficiente. PART 2: INTERACTING AS A PILOT Na segunda parte do teste o piloto interage com o controle de tráfego aéreo, o callsign é ANAC 123. O candidato pode, se desejar, pedir a repetição de cada áudio apenas uma vez. A novidade é que em vez de três situações como na prova anterior, agora são cinco, aumentando essa exigência. Além disso, todos esses áudios foram atualizados. O formato das primeiras três situações mantém-se semelhante ao da prova anterior: o candidato ouve o controlador e tem que responder. Posteriormente, o examinador vai explicar uma situação em que o candidato precisa se comunicar com o controlador. Em seguida, ele ouve novamente o controlador e precisa respondê-lo. Após a resposta, o examinador perguntará o que foi entendido de toda a comunicação. As novidades estão nas situações quatro e cinco da Parte 2: primeiramente o candidato ouve o controlador e tem que responder. Na hora de apresentar a situação a ser comunicada para o controlador, o examinador mostrará uma foto e o candidato terá que resolver o problema representado pela fotografia. Deverá comunicar a situação e as suas intenções, e posteriormente, responder ao controlador como nas primeiras três situações. E novamente, o examinador perguntará o que foi entendido de toda a comunicação simulada. PART 3: UNEXPECTED SITUATIONS A terceira parte do teste, “Unexpected Situations”, avalia sua capacidade de compreender situações reais de emergência e explicar tais situações. O candidato vai ouvir cada situação duas vezes. A única coisa que mudou nesta parte da prova é que agora os callsigns não são mais ANAC123, são de várias companhias aéreas diferentes. E todos os áudios foram atualizados. Nesta parte, o candidato ouvirá três situações de emergência. Depois de cada situação o examinador perguntará o que foi entendido e fará uma pergunta sobre a situação. Depois de respondida a pergunta sobre a terceira situação, o examinador pedirá para fazer uma comparação das três situações, devendo o candidato explicar qual é a mais difícil. PART 4: PICTURE DESCRIPTION AND DISCUSSION Na quarta parte da prova, “Picture Description and Discussion”, o examinador mostrará uma foto em que a situação precisará ser narrada. A única novidade é que depois da sua descrição, o examinador pode fazer até cinco perguntas sobre a situação na foto, aumentando a quantidade de questões em relação a prova anterior, que eram apenas três. Além disso, todas as imagens foram atualizadas. Link: A ANAC já disponibilizou o novo modelo teste no seguinte endereço: http://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/profissionais-da-aviacao-civil/arquivos/sdeamodelo.pdf A EJ oferece o Curso de Inglês Técnico preparatório para a prova ICAO da ANAC: - O curso é ministrado 100% em inglês por professores nativos com larga experiência na área, e tem por objetivo preparar o piloto para realizar o exame de proficiência linguística da ANAC; - Formato intensivo com duração de 5 dias, as aulas são de segunda a sexta das 8h30 às 16h30. Carga horária total de 35h; - Curso oferecido exclusivamente pela Unidade de São Paulo; - Diferencial: a EJ oferece também a prova ICAO na Unidade de Jundiaí. Normalmente os alunos preferem agendar a prova na sequência do curso. Contato por Whatsapp: WhatsApp São Paulo (11) 94159-2768 WhatsApp Jundiaí: (11) 95203-9968 Telefones fixos: Jundiaí: (11) 4815-1984 São Paulo: (11) 3459-5233

  • Bryan Malkin, instrutor da EJ, é contratado pela Azul

    Bryan Malkin, 28 anos, de Araçatuba-SP, instrutor da EJ, foi contratado pela Azul Linhas Aéreas para ser copiloto de ATR, aeronave comercial turboélice. Bryan é formado no curso de Aviação Civil pela Universidade Anhembi Morumbi, e atuou por dois anos e meio como instrutor da EJ. Na EJ, como instrutor, ele voou 913,9 horas, dividindo seus voos entre os Cessnas 152, 172 e no Embraer Tupi. Também deu 132 horas de instrução nos simuladores para alunos do curso de IFR (voo por instrumentos). “Gostava bastante de ser instrutor, porém no inicio foi bem desafiador devido eu ser um tanto tímido”, conta. Sobre os melhores voos? “Eu já era instrutor, porém foi fazer o curso de Upset Recovery, e o momento mais memorável foi definitivamente fazer 3 loopings na vertical do aeródromo de Jundiai”, lembra. Confira seu depoimento: “Desde criança eu gostava de aviões, e com 16 anos quando próximo de terminar o colégio decidi que iria me tornar piloto, e iniciei a minha jornada cursando a faculdade de aviação civil. Sempre consultando minha família, e principalmente com meu pai que desde sua juventude atua na área, iniciei a faculdade e o curso de PP no aeroclube de Bragança Paulista. Após checar o PP e terminar a faculdade, ingressei na EJ e realizei os cursos de PCA, IFR, MLTE, INVA e Jet Training e Upset Recovery, assim me tornando elegível para as oportunidade futuras. Após o termino dos cursos, a EJ me deu a oportunidade de atuar como um dos seus instrutores, o que me fez adquirir uma experiência que com certeza fez a diferença na hora das seleções”. A EJ deseja parabéns e boa sorte a Bryan em seu novo passo na carreira de aviador.

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510