EJ - Escola de Aviação Civil


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''Entrei na aviação, estou super feliz de ter mudado'', diz Thatiane


Formada em Administração, com pós-graduação em controladoria e finanças. Ela foi colaboradora de grandes empresas onde tinha bons salários e estabilidade. Thatiane Santos, aos 30 anos, decidiu que não era de números, fórmulas e tabelas de Excel que gostava. “Se fosse dinheiro eu teria continuado na área financeira, que pagava muito bem. Eu estava com uma carreia feita”, afirma.

A primeira vez que pensou na possibilidade de ser tornar comissária foi quando Thatiane começou a dar aulas de inglês para um amigo comissário de uma grande empresa área nacional. “Eu sei que tem muitas histórias assim que são bonitas, bem bonitas, que as pessoas nascem com isso, não nasci com esse sonho”, afirma.

Logo ela se matriculou em um curso de comissária em uma escola de São Paulo, isso há 3 anos atrás. Seu pai havia financiado todos seus estudos na UNISA - Universidade Santo Amaro, e ela tinha receio de algum tipo de reprovação. Durante o curso que tinha duração de alguns meses, Thatiane começou a enviar currículos para empresas aéreas internacionais. Para sua surpresa, foi chamada para uma entrevista e logo contratada pela Etihad Airways, empresa aérea dos Emirados Árabes. Isso ocorreu mesmo antes de terminar o curso, porque nos Emirados não há a necessidade de habilitação de agência reguladora, mas sim, apenas treinamento interno. “Fui fazer uma dessas seleções e acabei passando”, diverte-se.

Por um ano trabalhou na Etihad morando no oriente médio. Por questões culturais de adaptação e outras necessidades, decidiu voltar. “Voltei por motivos mais familiares e queria ficar próximo da minha mãe que não estava muito bem de saúde”. Entretanto, novamente no Brasil, voltar para a área financeira não era seu objetivo. “Tenho um amigo meu que faz um curso de piloto na EJ, e ele comentou comigo que eu conseguia fazer o curso em um mês”, afirma.

Matriculou-se na EJ e logo após o final do curso, em novembro do ano passado, foi aprovada na ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil. No início de fevereiro deste ano, recebeu o convite de Azul Linhas Aéreas para uma seleção. Tathiane já está voando nas aeronaves azuis, no final do treinamento interno prático. “Tô muito contente de ter tido a oportunidade que a EJ deu de colocar nosso currículo praticamente na mão dos selecionadores, isso me agradou muito. Isso é muito bom para quem está tentando entrar no mercado”, conta Tathiane que foi aprovada na ANAC logo de primeira.

O contraste sobre trabalhar com financeiro e trabalhar em uma companhia aérea a agrada. “Não lidar com uma só equipe, uma só pessoa, não gosto muito de ficar presa, isso é o que fez eu gostar muito da aviação, e óbvio, conhecer os lugares”, diz.

Dicas para quem está começando? “Uma coisa importante, que muita gente acaba não dando muita prioridade, foi o fato de eu ter tido o inglês, o inglês abriu portas em todas as empresas que eu estive. Hoje o comissário tem que ter o inglês, não é só passar na prova da ANAC e pronto, é necessário”.

“Só agora descobri o que eu quero ser quando crescer”, resume Tathiane sobre sua experiência.

Publicado em 30/04/2018


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  • Editorial: por uma necessária evolução conceitual na ANAC

    Nós não negamos a consistente evolução que tem havido na ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, nos últimos anos. Ultimamente tem sido em avanços relacionadas ao bom uso da tecnologia que a agência tem feito. Isso tem agilizado diversos tipos de processos. A agência também tem frequentemente ouvido os operadores da aviação para desenvolverem todas as regulamentações. Tudo isso é benéfico e tem produzido bons resultados no âmbito geral. O que falta é uma necessária evolução conceitual e de reposicionamento de toda a agência. Muitas vezes sentimos que a ANAC ainda não tem a completa consciência do salto que ela pode dar em influência positiva para o país. Há algum tempo a EJ solicitou que fossem feitas provas em inglês para todas as habilitações que a agência emite: do piloto privado ao mecânico de aeronaves. Isso ainda não foi atendido e não há previsão para que ocorra. E é algo simples de ser feito. Acreditamos que a ANAC ainda não tenha feito isso possivelmente por uma deficiência de compreensão da grandiosidade que há na aviação brasileira, algo que pode ser reflexo da falta de consciência geral de muitos de nós brasileiros, inclusive pilotos, sobre o tema. Entretanto, se há algo que o Brasil pode ser orgulhar, é de sua aviação. Não custa lembrar: temos uma das maiores frotas da aviação geral e de agrícolas do mundo, temos uma das maiores frotas de helicópteros do planeta, o Brasil criou a Embraer, a terceira maior fábrica de aviões do hemisfério, que produz aeronaves com muitas tecnologias que são consideradas superiores à Boeing e Airbus. Durante a segunda Guerra Mundial, os pilotos brasileiros do “Senta a Pua” tiveram um desempenho percentual superior à média da Força Aérea dos EUA. As nossas companhias aéreas são reconhecidas globalmente como excelentes. O país exporta pilotos para empresas do mundo todo por serem reconhecidamente bons. Temos uma esquadrilha militar admirada nos cinco continentes, e voando aviões projetados e fabricados aqui. E finalmente, um brasileiro foi o primeiro a decolar um avião de uma superfície plana. Sim, inventamos o avião. Isso são fatos. Nós brasileiros somos fortes na aviação, e o mundo, ao olhar para a nossa capacidade na área, vê com admiração. A EJ já recebeu e formou dezenas de alunos de Angola, na África, mas neste caso é um país que também fala português. Resultado também do esforço dos países lusófonos em padronizar e aproximar as regras ortográficas para que haja uma maior troca cultural e comercial. Também já recebemos alunos, poucos, da América Central. Bem poucos da América Latina e já recebemos também alunos da Espanha, França e Itália. Entre todos eles, além do esforço de estudo da aviação, também tiveram que se esforçar na língua portuguesa para fazer as provas, ou, por algum motivo, já tinham uma familiaridade com a língua. Por isso pedimos as provas em inglês. Dito isto, podemos afirmar com tranquilidade que o Brasil tem condições de disputar de igual para igual com escolas da Europa e EUA, tanto em qualidade como em preço, principalmente nos mercados da América Latina, África e Ásia. A EJ tem hoje condições de implantar rapidamente turmas para os cursos desde o piloto privado ao comercial e especializações, no teórico e prático, totalmente em inglês, a língua universal da aviação, e conhece outras escolas também podem fazer o mesmo, nos diversos ramos de ensino da área. O povo brasileiro é acolhedor e hospitaleiro, é diferente das dificuldades que encontram os asiáticos, os africanos e os latinos, hoje em dia, nos EUA e Europa. Estrategicamente a nação pode ser aproveitar de maneira mais eficiente de todo esse prestígio aeronáutico, e isso traria, além de divisas e empregos, uma maior projeção e influência para o país.

  • Guilherme Moura, instrutor da EJ Campo Verde, é contratado pela Avianca

    Carioca do Méier, quando criança, duas coisas o faziam vibrar: Tulio Maravilha fazendo gols pelo Botafogo, seu time do coração, e quando aviões passavam sobre sua casa em aproximação para pouso no aeroporto Santos Dumont. “Jogar bola e avião, ia correndo para a janela para ver qual era”, relembra Guilherme Moura, 28 anos, instrutor da EJ recentemente contratado pela Avianca Brasil para ser copiloto de aeronaves da linha Airbus. Sem aviadores na família, com mãe professora e pai advogado, na adolescência o gosto por aviões diversificou: além dos aviões comerciais que passavam sobre sua casa, passou a admirar os aviões de propaganda, que passavam puxando faixa, na praia da Barra da Tijuca, onde frequentava. Com a ideia consolidada, obteve apoio da família tanto emocionalmente como financeiramente. “Não haveria outra profissão a qual pudesse me dedicar com tanto amor e satisfação”, conta Moura, que logo se matriculou e graduou-se em Ciências Aeronáuticas a Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Formado, seguiu para fazer pós-graduação em Segurança da Aviação Civil também na Estácio enquanto fazia os cursos práticos de pilotagem. A partir de 2012 ele fez desde o piloto privado ao INVA - Instrutor de voo de avião, na QNE Escola de Aviação, em Maricá. O aeroporto da cidade na região metropolitana do Rio de Janeiro acabou sendo fechado e Guilherme ficou sem saber onde dar prosseguimento em sua carreira e produzir experiência de voo o suficiente para ser contratado por uma linha aérea. “Todo dia ficava mandando currículos para todas as escolas e taxis aéreos”, relembra. Em um momento também de alta do mercado, foi chamado para uma entrevista no Aeroclube de Itápolis e logo foi contratado, onde atuou por um ano e meio como instrutor de voo nos Aero Boeros e Paulistinhas da instituição. “Tinha bastante gente sendo contratada e bastante gente indo para a EJ”, relembra. Logo ingressou na EJ para atuar na Unidade Campo Verde da escola, no Mato Grosso, também como instrutor de voo. “Foi de grande aprendizado e aperfeiçoamento dos meus conhecimentos como piloto: meteorologia, navegação e conhecer novas regiões e culturas”, afirma Moura que deu aulas teóricas de diversas matérias e chegou a ser o coordenador de cursos para turmas de Piloto Privado e Comercial da unidade, onde atuou por um ano e meio. Sobre o período como instrutor? “Não pode desanimar ninguém mesmo que a pessoa esteja fazendo alguma coisa errada. Tem que ensinar o caminho certo para motivar e dar mais ânimo”, explica. Um conselho aos alunos que continuam seus cursos na EJ? “Se dediquem e trabalhem com ética, entrega e responsabilidade sempre e que não tenham desculpas de deixar algo para depois, ou de esperar que alguém faça alguma coisa por vocês. Não espere alguém te ligar, ou te buscar em casa. Sonhos se realizam. Mas é preciso muita paciência, foco, determinação”. Guilherme está finalizando a primeira fase do treinamento na Avianca, onde estuda em simuladores fixos todo o processo de cabine. Logo mais iniciará o simulador full motion para depois finalizar seu treinamento em rota, já voando com passageiros e um terceiro piloto na cabine, no jump seat por alguns voos. Hora ou outra, após este intenso período de treinamento, ele poderá se dar ao luxo de uma vibração, como as que fazia quando era criança, ao comemorar gols do fogão ou ao correr para a janela para ver os aviões passarem. Fará isso possivelmente quando sobrevoar o Méier, aproximando para pouso no aeroporto Santos Dumont ou Galeão, também ali perto. A EJ agradece ao Guilherme por seu tempo dedicado ao ensino e deseja boa sorte em seu novo passo na carreira.

  • Conheça as matérias do curso de nível superior da EJ

    A EJ Escola Superior de Aeronáutica oferece o curso de Pilotagem Profissional de Aeronaves. É um curso de graduação de nível superior já devidamente aprovado pelo MEC - Ministério da Educação. Será realizado no Campus EJ Itápolis, onde também são oferecidos todos os cursos práticos para quem deseja ser tornar piloto profissional. Desde o piloto privado, passando pelo comercial, e especializações como Upset Recovery e Jet Training. A distribuição de aulas foi cuidadosamente formatada para que alunos possam, no decorrer de 2 anos, concluir a formação superior e obter todas as suas carteiras de piloto. 1º Período  Aerodinâmica e Teoria de Voo 1  Meteorologia Aeronáutica 1  Regulamentos de Tráfego Aéreo 1 Navegação Aérea 1 Conhecimentos Técnicos das Aeronaves 1 Fatores Humanos na Aviação Legislação e Sistema de Aviação Civil Língua Portuguesa I Segurança de Voo Matemática para Pilotagem 2º Período  Aerodinâmica e Teoria de Voo 2 Meteorologia Aeronáutica 2 Regulamentos de Tráfego Aéreo 2 Navegação Aérea 2 Conhecimentos Técnicos das Aeronaves 2 Ética, Filosofia e Psicologia na Aviação Direito Aeronáutico Língua Portuguesa II Medicina na Aviação Física para Aeronáutica 3º Período Aerodinâmica e Teoria de Voo 3 Meteorologia Aeronáutica 3 Regulamentos de Tráfego Aéreo 3 Navegação Aérea 3 Conhecimentos Técnicos das Aeronaves 3 Gestão Aplicada à Aviação - (Planej./Org. do Transporte Aéreo) Emergência e Sobrevivência Inglês I 4º Período Performance/Peso e Balanceamento de Aeronaves Projeto de Especificidade Sistemas de Aeronaves Modernas Fraseologia e Tráfego Aéreo Internacional Gerência de Operação e Manutenção Gerencia de Recursos de Equipes (CRM) Técnica de Operação de Jato Inglês II Período do curso - O curso tem duração de 2 anos, dividido em 4 semestres. A primeira turma terá início no dia 30/07/18; - As aulas acontecem de segunda a sexta no período noturno, das 19h10 às 22h40, havendo algumas aulas aos sábados. Processo seletivo - A inscrição para o processo seletivo deve ser realizada até o dia 22/06/18; - O processo seletivo acontecerá no dia 01/07/18 (domingo) às 9h00; - Turma limitada a 40 vagas. Valores - Inscrição processo seletivo: R$ 30,00 (R$ 15,00 se o aluno for utilizar nota do ENEM); - Alunos que realizaram curso na EJ Escola de Aviação, possuem desconto na mensalidade (consulte).

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

QUALIDADE
ISO 9001:2008

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510