EJ - Escola de Aviação Civil


Time EJ de Competições Aéreas

Você pode ser um piloto patrocinado EJ

Uma escola para pilotos profissionais


Todos os alunos da EJ poderão ser patrocinados, por mérito, e fazerem parte do time EJ de competições aéreas

Você pode ser um patrocinado da EJ nos Campeonatos Brasileiros de Acrobacias Aéreas.

A participação do time de Acrobacia Aérea tem doi objetivos: difundir a cultura da acrobacia aérea, que tem a função de melhoria na habilidade e segurança dos pilotos, e a função de formar um time de excelência nas competições de acrobacia de precisão.

O programa de formação do time é baseada em dois aspectos, a fidelidade do cliente EJ e o mérito dos aviadores.


Programa de pontos

Piloto Privado Teórico

5 Pontos

Piloto Privado Prático

12 Pontos

Piloto Comercial Teórico

4 Pontos

Piloto Comercial Prático

17 Pontos

Multimotor

7 Pontos

IFR

5 Pontos

INVA Teórico

4 Pontos

INVA Prático

10 Pontos

Piloto Agrícola

18 Pontos

Navegação com Novas Tecnologias

3 Pontos

Operação de Aeronaves Convencionais

3 Pontos

Introdução ao Voo a Vela

3 Pontos

Manobras de Confiança

4 Pontos

Treinamento G-1000

4 Pontos

Jet Training

7 Pontos

Performance Based Navigation

5 Pontos

Aeronaves a Jato de Grande Porte - Teórico

5 Pontos

Inglês Técnico

4 Pontos

RVSM

4 Pontos

Proficiência Linguística

4 Pontos


* Cada ponto equivale a porcentagem de desconto no Curso de Acrobacia Aérea que consiste em 10 horas de voo na aeronave Super Decathion

* A soma máxima da pontuação passa de 100% de desconto. A EJ escolheu fazer assim porque nem todos os alunos fazem todos os cursos. Ex.: Quem pretende fazer o curso de Piloto Agrícola geralmente não faz o Multimotor. E o desconto máximo é, obviamente, 100%.

* Alguns cursos podem ser feitos dentro de outros cursos, e os pontos acumulam. Ex.: O curso de Manobras de confiança pode ser feito dentro do curso de Piloto comercial.

* Para fazer o curso de Acrobacia é obrigatório ter experiência em avião convencional.


Sobre a seleção dos patrocinados:

Anualmente, pouco antes do Campeonato Brasileiro de Acrobacias Aéreas, será feito um campeonato interno onde cada aluno formado na EJ no curso de Acrobacias Aéreas, poderá participar com o mesmo desconto baseado nos pontos, que inclue:

Campeonato interno com o desconto de pontos

Duas Seções de 30 minutos de treinamento no box acrobático

Dois voos da competição de definição avaliados pelos juízes

* Cada um formado no curso de acrobacia da EJ poderá participas dois anos seguidos da seleção de patrocinados usando os descontos


Quantidade de selecionados

Competição entre 5 e 10 pilotos

5 selecionados

entre 11 e 29 pilotos

10 selecionados

30 ou mais pilotos

15 selecionados


Os melhores ranqueados ganham

Um emblema de metal de Piloto competidor do time EJ

Inscrição do Campeonato Brasileiro

Hospedagem e Alimentação durante a competição

Camisetas e bonés

2 horas de voo de treinamento

Horas de voo na competição


Perguntas frequentes


  • Em qual unidade EJ é oferecido o curso de Acrobacia?

    Apenas na Unidade Itápolis, porque apenas lá existe um box acrobático ao lado da pista de pouso. O Box é regulamentado pelas autoridades aeronáuticas do país através de um NOTAM. (Notice to Air Men).

  • Como funcionam os campeonatos?

    Os campeonatos de Acrobacia funcionam dentro de um box acrobático, onde juízes, a partir do chão, observam a sequência que o piloto está executando. O foco é a precisão das manobras. O box acrobático é uma marcação no chão e tem 1000 metros cúbicos. Ou seja. 1 km de largura, um km de comprimento e 1km de profundidade. As regras são do IAC (International Aerobatic Club).

  • Participar de campeonatos é seguro?

    Sim, é. No Brasil existem campeonatos desde os anos 80, nunca houve nenhum acidente durante competições. E durante campeonatos, no mundo todo, o índice de acidentes é baixíssimo. Existe uma grande diferença entre demonstrações, show aéreos e campeonatos. As demonstrações e shows aéreos são muito próximas do chão, onde não há muito espaço para correções em casos de erros dos pilotos ou panes de equipamento. Em campeonatos, e nas categorias que pretende-se formar os pilotos formados pela EJ, a altura mínima é de 1500 pés. Cerca de 450 metros.

  • Quais são os tipos de acrobacia que existem?

    Existem três tipos: a acrobacia aérea de show aéreo, que não é o foco da formação EJ, a acrobacia aérea clássica e a de competição. Que são as duas acrobacias que desenvolvem as habilidades do piloto.

  • Qual a diferença da acrobacia clássica e de competição?

    A acrobacia de competição vem da acrobacia clássica. As duas formam aviadores seguros. E a de competição tem outras preocupações como a estética de quem vê do solo. Por exemplo: na acrobacia de competição, em um looping, o foco é que ele seja o mais redondo possível, para que ganhe mais notas. Ou seja, a acrobacia de competição põe o foco nas regras que geram as notas dos competidores. As duas são seguras de maneira igual e as duas trazem o mesmo resultado do ponto de vista de segurança, consciência situacional e produz habilidade nos pilotos.

  • Eu não tenho muito o espírito competidor, mas quero fazer o curso pela experiência e pela acrobacia, posso?

    Sim. Os nossos instrutores dão essa oportunidade aos alunos. Também pode-se voar simplesmente pelo prazer de voar sem o objetivo de competir.

  • Quanto é o máximo que eu posso ganhar?

    O seu máximo, é ganhar 10 horas do curso. 1 hora de treinamento no primeiro ano. Mais aproximadamente 40 minutos de dois Voos de competição do campeonato interno, mais duas horas de treinamento para o campeonato, mais aproximadamente 40 minutos de dois Voos do campeonato nacional. Mais 1 hora do campeonato interno do ano seguinte, mais 40 minutos. Mais duas horas para o campeonato, mais 40 minutos de Voos em campeonatos. Totalizando 18,8h, aproximadamente.

  • Eu não fiz os cursos anteriores ao curso de Acrobacia na EJ, apenas o curso de acrobacia, eu posso ser patrocinado?

    Sim. Mas os voos do campeonato interno serão cobrados o valor cheio. Ou seja, partindo do princípio que você foi selecionado nas duas vezes que participou do campeonato interno, você pagou 10 + 1 + 0,7 + 1 + 0,7 e ganhou 5,4 hs de Voo.

Aluno voa e navega solo. De verdade.
Este é um princípio de formação de
aviadores na EJ Escola de Aeronáutica

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    Mural Informativo


  • Editorial: ao que parece, a ANAC ainda não entendeu que há uma pandemia global e uma crise humanitária

    Nós, do Grupo EJ, reconhecemos que a ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, tem produzido, ao longo do tempo, resultados positivos para a aviação nacional. Isso é fruto de um estreitamento das relações entre os órgãos reguladores, os operadores da aviação e a comunidade aeronáutica. E como tudo que evolui, em alguns aspectos, as melhoras foram significativas, enquanto em outros, as evoluções foram menores. Mas há consistência na evolução. E o rumo da agência reguladora, no geral, tem sido correto. Entretanto, ao que parece, a agência ainda está longe de entender a excepcionalidade do momento: uma pandemia global e uma crise humanitária de grandes proporções. Tudo acontece agora, em todos os países do mundo. Vamos para a explicação na prática: uma parte imensa das aeronaves executivas são “tipo”. Ou seja, os pilotos, para operarem esses modelos, precisam de treinamentos específicos nestas aeronaves, seguindo as designações dos fabricantes. Em um cenário de normalidade na circulação global, isso jamais foi um problema. Entre os diversos modelos “tipo” existentes na frota brasileira, está o Cessna Citation da EJ Taxi Aéreo. Para operar este modelo, nossos pilotos, além do treinamento inicial, precisam, anualmente, refazer os treinamentos das emergências em simuladores de voo. Ali, todos os tipos de emergências são ensaiadas, como fogo nos motores, condições de operações excepcionais, falhas de equipamentos em momentos críticos dos voos, até situações inusitadas de mau tempo. São treinamentos feitos em simuladores porque não são recomendados para serem feitos em aviões de verdade, em um voo real. Ali, os pilotos são levados até os limites de situações extremas, onde os problemas vão se somando, como panes de motores ocorridas simultaneamente a temporais se formando, por exemplo. Os modelos “tipo”, como o helicóptero Agusta, o Embraer Phenom 100 ou o Cessna Citation, entre outros, possuem graus diferentes de exigência de treinamento de seus tripulantes por parte da ANAC. Varia dependendo do tipo de utilização. Se esses modelos forem operados como taxi aéreo, os pilotos precisam treinar anualmente. Se a aeronave for operada por uma empresa particular para voos de seus próprios executivos, esse treinamento é feito a cada dois anos. Em um mundo globalizado e de fácil acesso, essas exigências sempre representaram procedimentos relativamente simples. Os pilotos brasileiros de Citation iam até os EUA ou Europa, onde estão presentes os simuladores desse modelo, e em poucos dias voltavam certificados, com os treinamentos rotineiros atualizados. No Brasil, por exemplo, há o simulador do Phenom 100. Os pilotos brasileiros que operam este modelo não precisam fazer viagens internacionais para se manterem treinados. Neste caso, o inverso ocorria. Muitos pilotos do exterior se dirigiam para cá para treinar. Mas com a pandemia tudo mudou. Em uma recente notícia, publicada site do Ministério da Infraestrutura, formos informados: “EUA permitem entrada de pilotos brasileiros para treinamento em CTACs”, dizia o título da nota publicada em 5 de março. “Não haverá necessidade de quarentena prévia em terceiros países para o ingresso em território americano para fins de realização do treinamento em CTACs (Centros de Treinamento de Aviação Civil), que é exigido para habilitação de tipo”, informou. Mas com os cenários de novas mutações do vírus causador da COVID-19, como a variante P1 de Manaus, entre outras que tem surgido simultaneamente em diversos locais do mundo, como a variante inglesa, a cada dia as regras de entrada e de saída dos países tornam-se voláteis. Ou seja, o informado pelo ministério há menos de dois meses já não reflete a realidade. Assim, para estes treinamentos obrigatórios das tripulações da EJ Taxi-Aéreo, já tivemos que determinar, como parte do procedimento de entrada nos EUA, o cumprimento de quarentena de nossos pilotos no México. Deste modo, um ciclo de treinamento completo, que levava cerca de 10 dias em situações normais, tornou-se uma via sacra de quase dois meses. Nesta semana mesmo, ao agendarmos um treinamento de rotina, fomos informados da necessidade de quarentena para uma de nossas tripulações. Eles iriam para o centro de treinamento em Orlando, Flórida, EUA. Todos esses novos procedimentos geram uma insegurança não só na EJ Taxi Aéreo, mas em todas as empresas do ramo. A falta de pilotos devidamente habilitados, disponíveis, desarruma toda a previsibilidade de funcionamento do transporte doméstico, com todos os reflexos previsíveis disso. Vale lembrar que é um ramo essencial, inclusive no combate contra a pandemia. Ao mesmo tempo, a própria ANAC, devido as dificuldades do momento, tem demonstrado ineficácia até em situações em que viagens internacionais não são necessárias, demonstrando assim não entender o momento até em questões internas. Explicamos: nós tivemos alguns pilotos treinados em simuladores nos EUA, que depois de cumprirem todos procedimentos de quarentenas, e de volta ao Brasil, levaram quase quatro meses para serem checados pelas autoridades brasileiras da ANAC. Isso é uma realidade que precisa de uma atenção urgente, e apenas brasileira, sem a necessidade de acordos internacionais. Neste contexto, nós, da EJ, fazemos algumas demandas. A primeira é que, em situações excepcionais que geram dificuldades em viagens internacionais, que as habilitações dos taxis-aéreos sejam encaradas pela ANAC no mesmo patamar dos aviões executivos privados de empresas: que as habilitações e treinamentos sejam renovados a cada dois anos. Não pedimos um relaxamento eterno de todas as regras, mas a possibilidade de manter organizado um ramo essencial: o de transporte. Este “plano b” poderia ser acionado a partir do ponto em que as empresas comprovem, naquele momento, que há dificuldade em viagens internacionais. Nós, diretores da EJ, com larga experiência como comandantes de grandes jatos na aviação comercial e com a experiência de termos construído o maior centro de formação de pilotos da América Latina, afirmamos que, em um cenário de crise humanitária, falta de insumos em hospitais e distribuição de vacinas, equalizar aos taxis aéreos com a aviação executiva privada não trará nenhum prejuízo significativo para a segurança de voo. Isso era, inclusive, uma das demandas do projeto governamental do “Voe Simples”, ainda não concluído. Entendemos essa atual necessidade, na verdade, como uma questão de soberania nacional. Na prática, hoje, uma pequena mudança de regra em outro país, desde tempo de quarentena ou tipo de visto solicitado, afeta o funcionamento de todo um ramo essencial brasileiro. Informamos mais: em casos de precisarmos transportar medicamentos para intubação, respiradores, médicos intensivistas para UTIs lotadas, nós, por razões humanas, quebraremos as regras que considerarmos necessárias em cada situação. E temos um nome para isso: chama-se bom senso.Link para a matéria no site governamental

  • Vídeo: entenda como é o curso de Jet Training

    Veja o vídeo sobre o Jet Training EJ. Conheça nosso simulador do Airbus A320.

  • 2021: EJ Taxi Aéreo inicia decolagem sólida

    O Taxi Aéreo do Grupo EJ está em operação há pouco mais de um ano e meio. Até o momento, operava com apenas uma aeronave, o nosso Citation Jet. Durante este período, trabalhamos sem o objetivo de atingir a capacidade máxima nas escalas de voos. Para nós, era como se fosse um projeto piloto.Não operar em capacidade total, principalmente no começo, foi uma estratégia conservadora que escolhemos. De aviação sempre conhecemos, afinal, nós, fundadores da EJ, fomos comandantes de grandes jatos internacionais e criamos o que é hoje o maior centro de formação de pilotos da América Latina. Entretanto, não tínhamos todo o domínio do ramo do taxi aéreo. É uma operação com peculiaridades que vão muito além de decolar do ponto A e pousar no ponto B em segurança.Uma “decolagem lenta” nos deu tempo de ajustar todos os procedimentos internos. Desde operações, segurança de voo, até qualidade de atendimento. Nosso foco sempre foi a excelência e a pontualidade. Com mais tempo entre uma operação e outra, houve a oportunidade de pensar em cada detalhe. Em nosso pensamento, não bastava apenas cumprirmos os regulamentos governamentais e de treinamentos internacionais das tripulações. Nós precisávamos estar à frente, sendo mais rigorosos que os padrões exigidos.Deu certo. Foi um crescimento constante e seguro. Agora demos o segundo passo: começamos a incluir mais aeronaves na frota e aumentar o número de tripulantes. O segundo avião é um Seneca. Começou a operar essa semana. É uma aeronave bimotora extremamente versátil. Para sermos um Taxi Aéreo completo, no Brasil, precisávamos oferecer essa opção. O Seneca cumpre voos que o jato não cumpre. É perfeito para voos mais curtos, em raios de até 800 km, ou quando são operações em pistas despreparadas, como as de fazendas. Agora estamos cumprindo um amplo espectro do ramo. Além disso, o Seneca também é um avião muito seguro e confiável.Assim ampliamos nossa equipe e contratamos mais pilotos. Para nós, não houve nenhuma dificuldade em promover instrutores mais experientes da EJ e professores da EJ - Escola Superior de Aviação Civil, para a aviação executiva. Afinal, eles estavam sendo preparados para isso, tanto para o mercado em geral, de linha aérea, como aviação executiva.Estamos prontos para ampliar cada dia mais nossa escala e frota, de acordo com as necessidades do marcado. Nossos clientes estão gostando e sempre retornam. Além disso, poderemos oferecer oportunidades para mais e mais pilotos. É interessante dominar todo o ciclo, desde a formação básica, comercial, de nível superior, e agora, até oportunidades de trabalhos na aviação executiva.Devagar o Brasil está retomando. As oportunidades também. O mundo andava um pouco em marcha lenta em 2020. Foi a necessidade do momento. Agora há muito a fazer e há muitos horizontes para explorar, com a mesma qualidade de sempre.Edmir Gonçalves e Josué Andrade, diretores.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

Americana-SP 55 19 3467-4454 - Campo Verde-MT 55 66 3419-4157