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A EJ - Escola de Aviação Civil está com inscrições abertas para o Projeto Mecânico EJ, um programa que visa recrutar e formar jovens talentos para atuarem no mercado de manutenção em aeronaves. Com a alta demanda e a carência de profissionais capacitados em todo o território nacional, o projeto surge como uma grande oportunidade para jovens promissores que desejam imergir no mundo da aviação e desenvolver múltiplos talentos da formação pessoal, profissional e humana.
Para ingressar no mercado de trabalho, a EJ oferece aos alunos destaques a oportunidade de estágio/trabalho em parceria com a EJ Manutenção de Aeronaves, empresa do grupo EJ referência no setor de manutenção. Essa experiência pode ser um marco inicial na profissão, além de contar como período de experiência para a avaliação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Não perca essa chance de se especializar na área da manutenção em aeronaves e garantir um futuro promissor na aviação civil. Conheça as condições:
Objetivo do programa
O principal objetivo do Projeto Mecânico EJ é recrutar e formar jovens diferenciados para o mercado de trabalho em manutenção em aeronaves, atualmente com alta demanda e carência de profissionais capacitados em todo território nacional.
É a oportunidade de jovens promissores, imergirem no mercado da manutenção em aeronaves, desenvolvendo múltiplas facetas de formação pessoal, profissional e humana:
- Ensino profissionalizante;
- Imersão no mundo da aviação;
- Ambiente propício para prática;
- Possibilidade de inserção no mercado de trabalho de manutenção aeronáutica;
- Inovação de mercado;
- Acesso a ferramentas e técnicas mais atuais da área;
Público alvo
Jovens entre 16 e 27 anos com capacidade de aprender e abertos a novos desafios.
Fases do processo seletivo
Avaliação teórica:
Prova com 30 questões de nível médio, envolvendo:
- 10 questões de Língua Portuguesa;
- 10 questões de Matemática;
- 10 questões de Física;
- 1 redação.
Entrevista
Os alunos aprovados na avaliação teórico, passarão por entrevista e avaliação disciplinar e de conduta.
Requisitos
- Idade entre 16 e 27 anos;
- Estar cursando 3° ano ensino médio ou Ensino Médio Completo;
- Ter disponibilidade para cursar presencialmente o curso inicial na unidade EJ Escola de Aeronáutica - Itápolis – SP, no período noturno
Início das aulas
11/09/2023
Dias de semana
- Das 19h00 às 22h00
- Esporadicamente aos sábados das 09h00 às 12h00 horas
Cessão de bolsas de estudo
Os candidatos, ainda terão a possibilidade de cessão de bolsas de estudos em nossa instituição. A EJ vai te ajudar financeiramente nesse processo de formação profissional.
A cessão será de acordo com as notas avaliadas nos processos de seleção, podendo chegar a 100% do valor da mensalidade, se dispondo da seguinte forma:
- Bolsas de 100% do valor da matrícula para alunos com desempenho entre 80 e 100%.
- Bolsas de 50% de desconto do valor da mensalidade para alunos com desempenho entre 60 e 80%.
Para alunos com desempenho entre 50 e 60%: poderão efetivar sua inscrição, porém sem descontos no valor da mensalidade. (Esses alunos poderão no decorrer do curso, a depender do desempenho pessoal, ganharem descontos progressivos).
A cessão de Bolsas de estudo estará ainda sujeita ao desempenho dos alunos durante o curso, tendo de apresentar notas e frequência superiores a 85% para continuidade na cessão do desconto concedido via bolsa de estudos.
Sobre o curso
O curso de Mecânico de Manutenção Aeronáutica (MMA) na EJ tem o objetivo de formar profissionais capazes de identificar e aplicar manutenção corretiva e preventiva em aeronaves, tornando-os profissionais aptos a atuar em qualquer empresa que preste serviços de manutenção aeronáutica em aviões e helicópteros.
Este curso divide-se em duas etapas: a primeira é o Módulo Básico, obrigatório para todos que desejam se tornar um mecânico de aeronaves.
Módulo Básico (Teórico 590 hs) – 12 meses
É o primeiro passo para o aluno que deseja se tornar um profissional na área. Este módulo básico é composto por matérias que se distribuem pelas três áreas curriculares: área básica, área técnica e área complementar.
Ao término desse módulo, o aluno poderá escolher entre uma das especialidades de treinamento que a EJ oferece: Habilitação Célula – CEL ou Habilitação Grupo Motopropulsor – GMP.
* Mínimo para aprovação – nota 07.
* Índice de aprovação por presença – 75% de frequência.
* Alunos com concessão de bolsa de estudos deverão apresentar índices de nota e frequência superiores a 85% para manter os descontos aplicados à mensalidade.
Se especialize na EJ
Ao final do módulo básico, a EJ ainda oferece os cursos de especialização em GMP – Grupo motopropulsor e célula, onde os alunos poderão se aprofundar ainda mais em áreas específicas da manutenção de aeronaves, ambos com duração de 1 ano cada.
Habilitação Célula (CEL) (Teórico 690 hs + aulas práticas) – 18 meses
Permite que o mecânico trabalhe na estrutura de aviões e helicópteros em geral. Além da fuselagem das aeronaves, essa habilitação permite que o mecânico trabalhe com todos os sistemas de pressurização, ar condicionado, pneumáticos e hidráulicos.
Habilitação Grupo Motopropulsor (GMP) (Teórico 700 hs + aulas práticas) – 18 meses
Permite que o mecânico trabalhe com todos os tipos de motores de aviação geral (convencional ou a reação), com todos os sistemas de hélices e rotores e com todos os sistemas dos grupos motopropulsores.
* Mínimo para aprovação – nota 07.
* Índice de aprovação por presença – 75% de frequência.
* Alunos com concessão de bolsa de estudos deverão apresentar índices de nota e frequência superiores a 85% para manter os descontos aplicados à mensalidade
Trabalhe na EJ
A EJ ainda oferece aos alunos a possibilidade de entrada no mercado de trabalho. É através da EJ Manutenção de Aeronaves, empresa do grupo EJ referência no setor de manutenção, que vai oferecer aos alunos que se destacam a oportunidade de estágio/trabalho, que poderá ser um marco inicial na profissão, além de contar como experiência para a avaliação ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil.
Ao final do primeiro semestre do módulo básico, os alunos que tiverem os melhores desempenhos nas disciplinas e atividades propostas, além do perfil disciplinar, terão a oportunidade de uma vaga de trabalho.
Vestibulinho
Avaliação Teórica - 27/08/2023 - 13h30
A prova será presencial, na Sede da EJ, no aeroporto de Itápolis.
Início das Aulas - 11/09/2023
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Vídeo: tour pelo campus itápolis
Vídeo
Mural Informativo
Somos a maior escola de aviação da América Latina. Mais de 60 aeronaves, quatro bases operacionais espalhadas pelo Brasil, mais de 10 mil pilotos formados, simuladores de última geração, aviões equipados com Glass Cockpit, cursos complexos de voo por instrumentos, multimotores, e temos uma faculdade reconhecida pelo MEC. Falamos isso não para nos vangloriarmos. É para que o que vem a seguir tenha o peso que merece.Os aeroclubes não são nossos concorrentes. Os aeroclubes são nossa raiz."Deem asas ao Brasil"Nos anos 1940, o Brasil era um país imenso e desconectado. Amazônia, sertão, planalto central, regiões inteiras onde estradas não chegavam, onde o rio era a única via, onde o isolamento definia o destino das pessoas. Foi nesse contexto que Getúlio Vargas, num dos gestos mais visionários de sua era, encampou a campanha "Deem Asas ao Brasil", idealizada pelo jornalista Assis Chateaubriand, e assinou em 1941 a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira.O plano era ousado: usar a aviação como instrumento de integração nacional. E o veículo escolhido para isso foram os aeroclubes, associações civis sem fins lucrativos, espalhadas por cada canto do território, que receberiam a missão de formar pilotos, difundir a cultura aeronáutica e costurar, pelo ar, um país que o asfalto ainda não tinha alcançado.Centenas de aeroclubes surgiram naquele período. Em cidades do interior de São Paulo, do Nordeste, da Amazônia, do Sul. O Aeroclube de Itápolis, cidade onde a EJ nasceria décadas depois, surgiu em 1941, nesse mesmo espírito.Foi política de Estado bem sucedida.A base que ninguém vêHoje o Brasil colhe os frutos daquele projeto. Somos um dos únicos países continentais do mundo autossuficientes em profissionais da aviação. Temos a Embraer, a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, nascida de uma cultura aeronáutica que precisou ser construída do zero, tijolo por tijolo, instrutor por instrutor, voo por voo. Nossas companhias aéreas são respeitadas globalmente. Nossos pilotos são exportados para o mundo: voam no Cazaquistão, nos Emirados, na Europa, na Ásia, nos EUA. O Brasil é um exportador líquido de mão de obra aeronáutica de altíssima qualificação, o que gera divisas para o país.De onde vem tudo isso?Vem do rapaz que, numa cidade do interior, foi ao aeroclube pela primeira vez. Que voou num Paulistinha ou num Aerobero envelhecido. Que voava planadores no fim de tarde enquanto aprendia a ler as térmicas. Que descobriu, ali, que era possível voar. Que era possível fazer disso uma vida.Os aeroclubes foram, e ainda são, a porta de entrada da aviação brasileira. O lugar onde a cultura aeronáutica se democratiza, onde o sonho de voar se torna acessível, onde jovens de cidades pequenas encontram seu primeiro contato com o céu.Não somos concorrentes. Somos complementares.A EJ nasceu dentro desse ecossistema. Seus fundadores presidiram o Aeroclube de Itápolis por anos e anos. A escola cresceu ao lado do aeroclube, em simbiose, e esse não é um detalhe da história. É a história.O aeroclube pequeno que ensina a voar no Paulistinha, no Aeroboero, no planador, dando o curso inicial, está ensinando amor ao voo. Esse aeroclube não está disputando espaço com a EJ. E quando esses mesmos alunos decidem se profissionalizar, quando querem o Piloto Comercial, o IFR, o multimotor, o simulador, o Glass Cockpit, o diploma de nível superior na área, quando querem a carreira nas companhias aéreas, é aí que eles procuram uma estrutura como a nossa.São mercados distintos. São públicos distintos. São sonhos distintos, mas complementares.O aeroclube planta. A aviação toda colhe junto.Destruir os aeroclubes não nos beneficia. Nos empobrece. Fecha a porta por onde entram os futuros aviadores que, um dia, vão sentar na cadeira do comandante de um Airbus, de um Embraer ou de um Boeing.O que está em jogo e quem está por trásÉ preciso ser direto sobre o que está acontecendo. Nas décadas de 1940 e 1950, os aeroportos eram distantes das cidades. Os aeroclubes se instalavam ali, no limite do perímetro urbano, construíam seus hangares, suas pistas, suas salas de aula. Eram pioneiros. Formavam a infraestrutura do nada.O tempo passou. As cidades cresceram. E chegaram até os aeroportos.O terreno que era barro virou asfalto. O entorno que era canavial virou loteamento. O aeroporto que era regional virou hub. E o aeroclube, que estava lá antes de tudo isso, passou a ser visto não como patrimônio, mas como obstáculo. Como área subutilizada. Como espaço que "poderia render mais".Essa é a lógica que está ameaçando os aeroclubes hoje. É a lógica imobiliária.Concessionárias privadas que assumiram aeroportos enxergam no aeroclube um ocupante inconveniente porque ocupa metros quadrados que poderiam virar hangar de luxo, estacionamento ou área comercial. E usam instrumentos administrativos, cobranças incompatíveis e ações de despejo para pressionar entidades que, por definição, não têm finalidade de lucro e não são capazes de competir nesse jogo. São 22 aeroclubes já despejados no Brasil. Outros 10 sob ameaça.Uma ameaça à toda a aviação brasileiraA lógica mercadológica tem seu lugar. Mas ela não pode ser o árbitro final de questões que transcendem o mercado. O Brasil construiu, ao longo de quase um século, algo raro no mundo: um ecossistema aeronáutico completo, robusto, soberano. Da pista de terra do aeroclube ao Embraer E2. Do planador ao cockpit do A320. Essa cadeia não comporta improvisos. Ela é um cultivo de longo prazo. Ela tem raízes.Quando um aeroclube fecha, não fecha uma empresa. Fecha uma escola. Fecha uma comunidade. Fecha uma porta. E essa porta, uma vez fechada, raramente se abre novamente.A EJ existe porque alguém, décadas atrás, teve a visão de espalhar a aviação, via aeroclubes, pelo Brasil. Nós devemos nossa existência a esse projeto.Por isso, nos posicionamos claramente: os aeroclubes devem ser protegidos como infraestrutura viva do presente e do futuro da aviação brasileira.O Brasil que voa tão alto hoje aprendeu a voar nos aeroclubes. Não podemos deixar que essa base seja demolida para virar estacionamento.EJ Escola de Aviação Civil — a maior escola de aviação da América Latina.Itápolis | Jundiaí | Americana | Campo Verde
A construção de uma carreira na aviação é marcada por etapas, desafios e, principalmente, pela solidez da formação desde os primeiros passos. É essa base que permite transformar sonhos em conquistas concretas ao longo do tempo. A trajetória de Paulo Ramos reflete exatamente esse caminho, que começou ainda antes mesmo da existência física da EJ e o levou a alcançar um dos cargos mais relevantes da aviação mundial.“A minha história com a EJ começou antes mesmo de a escola existir fisicamente. Tenho uma foto marcante de 1998, onde eu apontava para o terreno vazio que, anos depois, se tornaria a sede da escola.” Anos depois, aquele mesmo local faria parte de sua formação como piloto. “Concluí minha formação lá por volta de 2012, levando comigo a base que me permitiria voar muito mais longe do que eu imaginava naquela época.”Após sua formação, Paulo trilhou uma jornada profissional marcada por diferentes experiências e decisões importantes. No Brasil, teve uma passagem significativa fora da aviação, até enfrentar um momento que o levou a recomeçar sua trajetória nos Estados Unidos. Nesse novo cenário, iniciou trabalhando com tradução simultânea em simuladores de voo, o que o colocou em contato direto com operações de alto nível e profissionais experientes. Com dedicação, evoluiu dentro do ambiente de treinamento, conquistando certificações, habilitações e acumulando experiência prática que sustentariam seus próximos passos na carreira.“Foi ali, com muito esforço e dedicação, que as portas começaram a se abrir: fui convidado para atuar como Right Seat Support (copiloto de simulador).” Durante esse período, avançou tecnicamente e ampliou sua vivência no ambiente aeronáutico internacional.O objetivo, no entanto, sempre esteve bem definido. “Sempre mantive o foco no meu sonho principal: a aviação comercial.” Esse direcionamento o levou à American Eagle, onde atuou como copiloto por dois anos e meio, consolidando sua experiência operacional e se preparando para novos desafios.Hoje, sua trajetória atinge um marco expressivo. “Tenho a honra de ser um dos pilotos mais jovens da companhia e o brasileiro mais jovem a atingir o cargo de Comandante na American Airlines.” Uma conquista que reflete anos de dedicação, preparo e consistência ao longo de toda a carreira.Ao analisar sua formação, Paulo destaca um dos principais diferenciais que facilitaram sua adaptação no cenário internacional. “Muitas vezes me perguntam como a formação na EJ ajudou nessa transição internacional. A resposta é a padronização. Os conceitos de SOP (Standard Operating Procedures), flows e a disciplina operacional que aprendi no início da carreira eram muito semelhantes aos padrões exigidos pelas grandes empresas americanas.” Segundo ele, essa base foi essencial para sua evolução. “Essa base sólida facilitou muito a minha adaptação e evolução técnica.”Por fim, ele deixa uma mensagem para quem está iniciando na aviação. “O caminho nem sempre é linear e, por vezes, exige que você recomece em funções que não esperava. Mas com dedicação, mente aberta e foco na excelência técnica, os sonhos que pareciam distantes em um terreno vazio se tornam realidade no comando de um jato de grande porte. A EJ seguramente faz parte da minha história.”Para a EJ, é motivo de grande orgulho acompanhar a trajetória de alunos que transformam dedicação em conquistas de alcance internacional. Participar da formação de profissionais como o comandante Paulo Ramos é mais do que cumprir um propósito institucional, é fazer parte de histórias que inspiram e elevam o nome da aviação brasileira no mundo.Foi uma honra fazer parte dessa jornada desde o início, contribuindo para a construção da base que sustentou cada etapa de sua carreira. Ao comandante Paulo Ramos, desejamos ainda mais sucesso, novos desafios e voos cada vez mais altos. A EJ segue firme em seu compromisso de formar pilotos preparados para atuar em todo o mundo.
A EJ Faculdade, referência nacional na formação de pilotos, anuncia a abertura do Vestibular de Inverno 2026 para o curso superior de Pilotagem Profissional de Aeronaves. Após registrar um número recorde de alunos na turma do início do ano, a instituição dá sequência à expansão com a formação de uma segunda turma, atendendo à crescente demanda por pilotos qualificados no mercado.Reconhecida por oferecer uma formação completa e alinhada às exigências do setor, a EJ possibilita que seus alunos conquistem, em apenas dois anos, todas as licenças e habilitações necessárias — do Piloto Privado (PP) ao Piloto Comercial (PC), incluindo IFR e Multimotor — além do diploma de nível superior. Trata-se de uma formação integrada, pensada para preparar o aluno desde os primeiros passos até a inserção no mercado profissional.O curso é voltado para quem busca construir uma carreira sólida como piloto e combina teoria e prática em um ambiente totalmente imerso na aviação. A grade contempla disciplinas acadêmicas e treinamento prático na maior e mais moderna frota de instrução da América Latina, além do contato direto com profissionais experientes do setor, ampliando as oportunidades de networking e inserção no mercado.Localizado em Itápolis (SP), o Campus EJ oferece uma estrutura completa para a formação dos alunos. São salas de aula equipadas, simuladores de voo, ampla frota de aeronaves modernas e uma infraestrutura de apoio que inclui alojamentos, restaurante, cafeteria, área de lazer, quadras esportivas, piscina e lavanderia, proporcionando conforto e permitindo dedicação total à formação.Outro diferencial importante está nas oportunidades internas. A EJ seleciona alunos com melhor desempenho para programas de estágio e, em muitos casos, para o próprio quadro de instrutores de voo. Essa experiência inicial é fundamental para o acúmulo de horas e desenvolvimento profissional, acelerando o caminho até companhias aéreas e outras operações de maior porte.Cronograma – Vestibular de Inverno EJ 2026Período de inscrições: 25/03/2026 a 25/06/2026Data do vestibular: 28/06/2026, às 13h30 (via Teams)Divulgação do resultado: 30/06/2026 (no site oficial)Período de matrículas: 30/06/2026 a 24/07/2026Provas agendadas: 01/07/2026 a 24/07/2026Número de vagas: 30 vagasInício do semestre: 27/07/2026Com mais de 15 mil pilotos formados ao longo de sua trajetória, a EJ segue ampliando sua capacidade de formação e reafirma seu compromisso em preparar profissionais prontos para voar mais alto e conquistar espaço em um mercado cada vez mais exigente.Acesse o Edital de Inscrição para saber maisClique aqui para realizar sua inscrição
EJ Escola Superior de Aviação Civil
Uma escola voltada para o mercado
Mais de 10 mil pilotos formados voando profissionalmente
Porque formamos os melhores aviadores do Brasil
Mecânico de Manutenção Aeronáutica
Performance Based Navigation (PBN)
Reduced Vertical Separation Minimum (RVSM)
Grupo EJ
EJ Escola Superior de Aviação Civil
DOU 03/05/18
Homologação ANAC Número 051
DOU 03/05/18
Homologação ANAC Número 051
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