EJ - Escola de Aviação Civil


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Led Santos ministra palestra sobre Segurança Operacional na Aviação Geral, na EJ Itápolis

Led Santos com alunos e pilotos da EJ


Na última Sexta-feira, dia 22/11/2019 , os alunos da Faculdade EJ Escola Superior de Aviação Civil acompanharam a palestra do Luis Eduardo Santos conhecido como Led Santos, Instrutor de voo e SGSO (Gestor de Segurança Operacional) formando pela ANAC. Led Santos ficou conhecido na aviação após a criação de um canal no Youtube que aborda vídeos sobre aviação geral e de treinamentos durante as fases de formação dos futuros pilotos. Ele esteve pela primeira vez no campus Itápolis, onde conheceu as instalações da Faculdade EJ.

Antes da Palestra Led Santos teve a oportunidade de realizar um tour com pelas instalações da EJ. Eles conheceram as salas de aula, laboratório, biblioteca e áreas administrativas da escola. Na sequência, visitaram os alojamentos e as áreas operacionais, passando pelos hangares onde ficam guardadas as aeronaves de treinamento da escola e pelo hangar da oficina, onde puderam ver vários aviões em diferentes estágios de manutenção corretiva e preventiva e terminaram o tour nas salas de briefing, planejamento de voos de instrução e simuladores.

Led pode experimentar os simuladores da EJ escola, um do C-172 equipado com G1000, a mesma aviônica disponível nos aviões da escola EJ e outro do Seneca-V, ambos usados no treinamento de voo por instrumentos.

A palestra teve início às 19 horas para as turmas do 1°, 2° e 3° semestre da Faculdade EJ. O tema da palestra foi a segurança, como de praxe nas apresentações do Led, com o título “Sobreviva ao seu voo”, a palestra foi muito interativa, onde os participantes puderam, por meio de seus smartphones, responder a questionamentos e contribuir com conteúdo para a exposição.

Led pediu a todos que escrevessem uma palavra que significasse segurança e os resultados foram compilados em seus slides. Led reforçou a importância de seguir os procedimentos e de treinar corretamente as emergências a bordo de modo a preparar os pilotos para essas situações. Ele também abordou um pouco do estudo da psicologia por trás do comportamento humano em situações de emergência e apresentou vídeos de situações reais, onde emergências aconteceram e os procedimentos não foram corretamente seguidos. Com enquetes ao longo de toda a apresentação, Led concluiu com exemplos de situações de voo por instrumentos, onde a falta de treinamento ou de compreensão da situação pode levar o piloto a tomar decisões equivocadas e concluiu com a seguinte frase: “Se não parece certo, provavelmente não está certo”.
A palestra foi enriquecedora e reforçou a importância do constante treinamento, dos procedimentos e do uso dos checklists pelos pilotos tanto em situações normais, como em situações de emergência.
 
“As palestras oferecidas pela faculdade são diferenciais importantes na formação do futuro piloto, pois trazem informações que os cursos teóricos não abrangem. Isso faz os alunos terem uma visão diferente e mais profissional. Entender sobre SGSO me ajudou a ver diferentes procedimentos que antes não eram tão focados, considero isso um grande diferencial oferecido pela faculdade.”, comentou o aluno Antonio Rinaldi, do 3° semestre , 20 anos.


Publicado em 27/11/2019


Vídeo: tour pelo campus itápolis

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    Mural Informativo


  • Formação que ultrapassa fronteiras: intercambista Gael conhece a EJ e se aproxima do sonho de se tornar piloto

    A EJ Escola de Aviação recebeu a visita do jovem Gael, que está realizando um intercâmbio no Brasil e teve a oportunidade de conhecer de perto a rotina e a estrutura da maior escola de aviação da América Latina.Apaixonado pela aviação, Gael compartilhou durante a visita o sonho de se tornar piloto e seguir carreira profissional no setor. Acompanhado de amigos, irmãos e pessoas que fazem parte de sua experiência de intercâmbio no Brasil, ele conheceu as aeronaves, instalações e parte do ambiente de formação vivenciado diariamente pelos alunos da EJ.A visita aconteceu a convite do Sr. Edmir Gonçalves e proporcionou ao intercambista um contato mais próximo com a profissão que pretende seguir, transformando uma aspiração até então distante em uma experiência concreta dentro do universo da aviação.Receber estudantes de outros países faz parte da história da EJ. Ao longo de sua trajetória, a escola já recebeu mais de 200 alunos estrangeiros, vindos de diferentes partes do mundo em busca de formação aeronáutica no Brasil. Essa presença internacional reforça o alcance da instituição e a experiência da EJ na formação de pilotos de diferentes nacionalidades.Para Gael, a passagem pela escola representa mais uma experiência marcante durante seu período no Brasil e, possivelmente, um dos primeiros passos em direção à carreira que deseja construir.A EJ agradece a visita e deseja que Gael continue avançando em seu objetivo de se tornar piloto. O céu pode ser apenas o começo.

  • EJ inaugura seu maior hangar na base de Itápolis

    A EJ Escola de Aviação inaugurou um novo hangar em sua base sede, em Itápolis (SP), reforçando seu compromisso com a expansão da infraestrutura e a qualidade da formação oferecida aos alunos. O novo espaço foi desenvolvido para acompanhar o crescimento contínuo da escola e proporcionar ainda mais eficiência às operações, conforto e suporte às atividades de instrução.Projetado para ampliar a capacidade de atendimento da instituição, o hangar reúne uma estrutura completa de apoio às operações de voo. O espaço conta com cinco novas salas de briefing, duas salas dedicadas aos simuladores de voo, sala de instrutores e um novo ambiente para as operações de voo, concentrando em um único local os principais setores que dão suporte ao treinamento prático.Todas as salas foram planejadas para oferecer um ambiente mais organizado, confortável e funcional aos alunos e instrutores. Os espaços são individualizados e equipados com computadores, monitores e manuais de familiarização das aeronaves, proporcionando melhores condições para o planejamento, preparação e acompanhamento das missões de voo.A concepção do novo hangar foi inspirada nos padrões adotados por grandes centros internacionais de formação de pilotos, onde a integração entre infraestrutura, tecnologia e operação faz parte do processo de ensino. Ao investir em ambientes dedicados para briefing, simuladores e apoio operacional, a EJ aproxima ainda mais sua estrutura das melhores práticas utilizadas pelas principais escolas de aviação do mundo, proporcionando aos alunos uma experiência de treinamento alinhada às exigências da aviação moderna.A inauguração representa mais um investimento da EJ na evolução de sua estrutura, acompanhando o aumento da demanda por formação aeronáutica e contribuindo para uma operação cada vez mais eficiente. Com a nova infraestrutura, a escola amplia sua capacidade de atendimento, otimiza a logística das atividades práticas e oferece uma experiência ainda mais completa aos alunos durante toda a jornada de formação.A entrega do novo hangar faz parte do processo contínuo de expansão da EJ Escola de Aviação, que segue investindo em infraestrutura, tecnologia e qualidade operacional para oferecer um ambiente de ensino cada vez mais moderno, preparado para formar as próximas gerações de pilotos.

  • Editorial: os aeroclubes não são nossos concorrentes. São nossa origem.

    Somos a maior escola de aviação da América Latina. Mais de 60 aeronaves, quatro bases operacionais espalhadas pelo Brasil, mais de 10 mil pilotos formados, simuladores de última geração, aviões equipados com Glass Cockpit, cursos complexos de voo por instrumentos, multimotores, e temos uma faculdade reconhecida pelo MEC. Falamos isso não para nos vangloriarmos. É para que o que vem a seguir tenha o peso que merece.Os aeroclubes não são nossos concorrentes. Os aeroclubes são nossa raiz."Deem asas ao Brasil"Nos anos 1940, o Brasil era um país imenso e desconectado. Amazônia, sertão, planalto central, regiões inteiras onde estradas não chegavam, onde o rio era a única via, onde o isolamento definia o destino das pessoas. Foi nesse contexto que Getúlio Vargas, num dos gestos mais visionários de sua era, encampou a campanha "Deem Asas ao Brasil", idealizada pelo jornalista Assis Chateaubriand, e assinou em 1941 a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira.O plano era ousado: usar a aviação como instrumento de integração nacional. E o veículo escolhido para isso foram os aeroclubes, associações civis sem fins lucrativos, espalhadas por cada canto do território, que receberiam a missão de formar pilotos, difundir a cultura aeronáutica e costurar, pelo ar, um país que o asfalto ainda não tinha alcançado.Centenas de aeroclubes surgiram naquele período. Em cidades do interior de São Paulo, do Nordeste, da Amazônia, do Sul. O Aeroclube de Itápolis, cidade onde a EJ nasceria décadas depois, surgiu em 1941, nesse mesmo espírito.Foi política de Estado bem sucedida.A base que ninguém vêHoje o Brasil colhe os frutos daquele projeto. Somos um dos únicos países continentais do mundo autossuficientes em profissionais da aviação. Temos a Embraer, a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, nascida de uma cultura aeronáutica que precisou ser construída do zero, tijolo por tijolo, instrutor por instrutor, voo por voo. Nossas companhias aéreas são respeitadas globalmente. Nossos pilotos são exportados para o mundo: voam no Cazaquistão, nos Emirados, na Europa, na Ásia, nos EUA. O Brasil é um exportador líquido de mão de obra aeronáutica de altíssima qualificação, o que gera divisas para o país.De onde vem tudo isso?Vem do rapaz que, numa cidade do interior, foi ao aeroclube pela primeira vez. Que voou num Paulistinha ou num Aerobero envelhecido. Que voava planadores no fim de tarde enquanto aprendia a ler as térmicas. Que descobriu, ali, que era possível voar. Que era possível fazer disso uma vida.Os aeroclubes foram, e ainda são, a porta de entrada da aviação brasileira. O lugar onde a cultura aeronáutica se democratiza, onde o sonho de voar se torna acessível, onde jovens de cidades pequenas encontram seu primeiro contato com o céu.Não somos concorrentes. Somos complementares.A EJ nasceu dentro desse ecossistema. Seus fundadores presidiram o Aeroclube de Itápolis por anos e anos. A escola cresceu ao lado do aeroclube, em simbiose, e esse não é um detalhe da história. É a história.O aeroclube pequeno que ensina a voar no Paulistinha, no Aeroboero, no planador, dando o curso inicial, está ensinando amor ao voo. Esse aeroclube não está disputando espaço com a EJ. E quando esses mesmos alunos decidem se profissionalizar, quando querem o Piloto Comercial, o IFR, o multimotor, o simulador, o Glass Cockpit, o diploma de nível superior na área, quando querem a carreira nas companhias aéreas, é aí que eles procuram uma estrutura como a nossa.São mercados distintos. São públicos distintos. São sonhos distintos, mas complementares.O aeroclube planta. A aviação toda colhe junto.Destruir os aeroclubes não nos beneficia. Nos empobrece. Fecha a porta por onde entram os futuros aviadores que, um dia, vão sentar na cadeira do comandante de um Airbus, de um Embraer ou de um Boeing.O que está em jogo e quem está por trásÉ preciso ser direto sobre o que está acontecendo. Nas décadas de 1940 e 1950, os aeroportos eram distantes das cidades. Os aeroclubes se instalavam ali, no limite do perímetro urbano, construíam seus hangares, suas pistas, suas salas de aula. Eram pioneiros. Formavam a infraestrutura do nada.O tempo passou. As cidades cresceram. E chegaram até os aeroportos.O terreno que era barro virou asfalto. O entorno que era canavial virou loteamento. O aeroporto que era regional virou hub. E o aeroclube, que estava lá antes de tudo isso, passou a ser visto não como patrimônio, mas como obstáculo. Como área subutilizada. Como espaço que "poderia render mais".Essa é a lógica que está ameaçando os aeroclubes hoje. É a lógica imobiliária.Concessionárias privadas que assumiram aeroportos enxergam no aeroclube um ocupante inconveniente porque ocupa metros quadrados que poderiam virar hangar de luxo, estacionamento ou área comercial. E usam instrumentos administrativos, cobranças incompatíveis e ações de despejo para pressionar entidades que, por definição, não têm finalidade de lucro e não são capazes de competir nesse jogo. São 22 aeroclubes já despejados no Brasil. Outros 10 sob ameaça.Uma ameaça à toda a aviação brasileiraA lógica mercadológica tem seu lugar. Mas ela não pode ser o árbitro final de questões que transcendem o mercado. O Brasil construiu, ao longo de quase um século, algo raro no mundo: um ecossistema aeronáutico completo, robusto, soberano. Da pista de terra do aeroclube ao Embraer E2. Do planador ao cockpit do A320. Essa cadeia não comporta improvisos. Ela é um cultivo de longo prazo. Ela tem raízes.Quando um aeroclube fecha, não fecha uma empresa. Fecha uma escola. Fecha uma comunidade. Fecha uma porta. E essa porta, uma vez fechada, raramente se abre novamente.A EJ existe porque alguém, décadas atrás, teve a visão de espalhar a aviação, via aeroclubes, pelo Brasil. Nós devemos nossa existência a esse projeto.Por isso, nos posicionamos claramente: os aeroclubes devem ser protegidos como infraestrutura viva do presente e do futuro da aviação brasileira.O Brasil que voa tão alto hoje aprendeu a voar nos aeroclubes. Não podemos deixar que essa base seja demolida para virar estacionamento.EJ Escola de Aviação Civil — a maior escola de aviação da América Latina.Itápolis | Jundiaí | Americana | Campo Verde

DOU 03/05/18
Homologação ANAC Número 051