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Boletim NEEA-EJ: A ciência do pouso


Com intuito de cada vez mais melhorar a qualidade técnica de nossos pilotos, o Núcleo de Ensinos e Estudos Avançados da EJ (NEEA-EJ) inicia as publicações de conteúdo técnico mais aprofundado, afim de estimular a busca pela melhoria contínua. Trataremos neste artigo sobre ‘o problema do pouso’, um boletim técnico que trata sobre quais fatores são responsáveis por executar um bom pouso.

Dizem que para um piloto, as três melhores sensações do mundo são o pouso, o voo e a decolagem, respectivamente. A emoção em pousar suavemente um avião, por menor que ele seja, é quase indescritível. É uma experiência empírica e única em cada procedimento. Você pode pousar em um aeroporto um milhão de vezes, e ainda assim, os seus pousos serão diferentes.

Tecnicamente, um pouso depende de três fatores: velocidade, ângulo e inércia. Cientificamente, o 'problema do pouso' ao que fala Enrico Pistolesi em um artigo escrito para um boletim técnico italiano chamado 'L' Aeronautica' de Janeiro de 1921, e traduzido em agosto do mesmo ano para biblioteca técnica da NASA, o pouso depende de três fatores essenciais para um pleno sucesso. São eles: o voo horizontal sobre o campo, as dimensões do campo de pouso e a força sobre o trem de pouso. Pistolesi não era piloto, mas sim um matemático e engenheiro italiano conhecido pelos seus estudos no campo da aerodinâmica.

Sobre a pista


Não é novidade a ninguém que para o pouso 'sair legal', temos que saber o momento certo de ‘cabrar’ nossa aeronave a baixa altura, e flutuar sobre a pista afim 'consumir' uma força oculta em nosso voo: a inércia. Mas cientificamente a coisa tem um motivo mais sofisticado. Na realidade, existe um ângulo chamado 'Ângulo de Mínima Tração' (ou AMT) que faz com que o pouso se torne suave e curto ao mesmo tempo.


O AMT na realidade tem a ver com o ângulo de incidência da asa, ou seja, o angulo entre a corda e o eixo longitudinal e o ângulo de ataque, que formam o ângulo de trajetória de voo. Como você já deve saber, este ângulo varia conforme a utilização dos flapes. Logo, aqui entra uma questão prática: quanto maior a corda, maior será o seu angulo de incidência, e consecutivamente, o seu AMT será maior. Isto na prática é chamado flare ou arredondamento. Cada aeronave tem o seu AMT ideal, isso porque depende único e exclusivamente do formato aerodinâmico das assas, e de velocidades de controle para configuração exercida (incluso a correção do vento). Engana-se quem acha que pouso suave é impossível com aeronaves pesadas: como no planado, o peso apenas influência no tempo de reação do piloto. Isto porque o peso diminui o tempo de planeio, logo, tudo tem que ser mais 'ágil'.


De acordo com Pistolesi, o espaço percorrido no voo sobre a pista, já sem tração, é o AMT dividido por duas vezes a força da gravidade, multiplicado pela diferença da velocidade de pouso e velocidade de aproximação. Podemos assim definir que, quanto maior o ângulo, maior será o espaço percorrido, se acompanhado de uma grande diferença entre a sua velocidade de pouso e sua velocidade de aproximação.


Na prática, estamos 'consumindo' a energia inercial que resta em nossa aeronave, até o ponto que não teremos mais o suficiente para manter o voo, e ela estola a baixa altura. Lógico que, devemos sempre respeitar a janela de segurança de operação da aeronave. Basicamente, muito ângulo de incidência e pitch (trajetória de voo), ocasionará um tail-strike. Pouco, um 'hard-landing'.


Dimensão do campo de pouso


Creio que uma das maiores limitações para que aeronaves sejam utilizadas em determinadas aeroportos seja justamente o campo de pouso. Toda aeronave deve ser capaz de parar em segurança no máximo peso operacional proposto, além de contar com temperatura e pressão atmosférica que influenciam na altitude densidade.


A performance do pouso tem sido palco de grandes processos evolutivos e atualizações de equipamentos. Algumas fabricantes, como a Boeing lançou o pacote SFP (Short Field Performace) que modificou spoilers, slats, freio, os motores e outros componentes afim de reduzir a distância de pouso.


De nada adianta um longo flare, para um pouso suave se você não respeitar as marcas de segurança de sua pista. Elas definem qual o ponto de decisão do 'land or no land'. Isso é na realidade oriundo de um controle operacional de sua aeronave, inteligência emocional e principalmente consciência situacional.

Em um voo comercial é muito comum termos saídas preferenciais. Isso evita o prolongamento do uso da pista. O que deve haver é um equilíbrio entre pouso suave e o pouso curto, que é resultado apenas de prática. A performance de pouso também deve ser observada. Em aeronaves comerciais de grande porte, você tem o sistema de auto brakes que garante uma frenagem uniforme sem abusos. Mas em aeronaves pequenas, isto está a cargo do piloto em comando.

O toque


A força exercida sobre o trem de pouso é uma preocupação estrutural. O toque deve acontecer entre a velocidade onde a aeronave não tem mais potencial inercial, e a não consegue mais se manter voando, e a mínima velocidade de voo controlável, também conhecido como pré-estol. O problema aqui está em dosar o ponto de 'idle', pois ele influenciará diretamente na força com a qual você tocará o solo.


Manual EJ


Os manuais técnicos da EJ ainda acrescentam que a aproximação para pouso deve ser realizada com a velocidade apropriada em consonância com o flap utilizado. O piloto deve sempre observar a rampa de descida, pois é importante o seu julgamento para determinar se aeronave encontra-se acima ou abaixo da mesma. 


A rampa de aproximação deve ser definida de forma que, na curta final, haja altura suficiente para reduzir o motor para idle. Após, deve-se apontar o nariz para a cabeceira, baixando-o a fim de manter a velocidade e, quando a aeronave estiver a aproximadamente 3 metros sobre a pista, iniciar o arredondamento cabrando suavemente o manche com o objetivo de estabelecer um voo reto e nivelado sobre o pavimento (a aproximadamente 1m de altura).
Na medida em que a aeronave for afundando, o manche deve ser cabrado gradualmente para reduzir a velocidade (sem, contudo, ganhar altura), trazendo a aeronave para a atitude de pouso e garantindo o toque com os trens principais. 


Sempre que a aproximação estiver desestabilizada (aeronave acima da rampa ou desalinhada com a pista), o piloto deve tomar a iniciativa de arremeter e fazer nova aproximação. No través da cabeceira em uso, deve-se efetuar o "LANDING CHECKLIST" (cheque para o pouso).


Erros mais comuns


• Não manter a altitude de tráfego;
• Não manter as pernas paralelas e eqüidistantes da pista;
• Não efetuar as ações previstas no checklist;
• Não manter o alinhamento na final;
• Não manter a velocidade de aproximação constante, resultando na perda da razão de decida, e ficando acima ou abaixo da rampa;
• Não reduzir o motor na curta final com pouso garantido. Muita velocidade (energia) resultará em um longo flare;
• Não apontar o nariz para a cabeceira da pista na curta final;
• Aproximar-se com o nariz alto e velocidade reduzida;
• Arredondar muito alto ou não arredondar, vindo “de nariz” de encontro à pista;
• Na quebra do planeio, cabrar demasiadamente o manche, fazendo com que a aeronave ganhe altura e perca velocidade, tocando o solo com violência;
• Não iniciar uma arremetida quando em uma aproximação não estabilizada. Arredondar baixo demais, poderá resultar em um toque brusco, ou pouso com o trem do nariz primeiro, resultando em um ‘bounced-landing’.
• Não corrigir o vento cruzado;

Voe mais alto.

Publicado em 15/05/2019


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  • 8 motivos que vão fazer você escolher a EJ para seu curso de comissário de voo

    Ser comissário ou comissária de bordo exige alguns sacrifícios pessoais, muitas vezes você vai passar um Natal ou um Reveillon fora de casa, apenas com colegas de tripulação, contribuindo para o transporte com segurança de outras pessoas, para que eles, os passageiros, encontrem seus amigos e parentes em um abraço no aeroporto.Mas a grande maioria que segue nessa carreira, ama o trabalho, ama viajar e adquirir cultura em cada um dos destinos, mesmo que a pessoa saia agasalhada de Porto Alegre e no fim do dia esteja na praia, em Fortaleza, com 30 graus de temperatura. É um trabalho diferente de tudo, cada hora você vê uma paisagem diferente. Da EJ você sai preparado para a seguinte frase: “Comandante, faço parte da sua tripulação”. Veja o porque:1 - Na EJ você tem um ensino sólido que te prepara para o mercado de trabalho O custo (consulte) inclui as apostilas, as aulas teóricas e as práticas, de sobrevivência na selva e no mar, além dos treinamentos no simulador mockup. Não vamos fazer você comprar curso completo de maquiagem, de etiqueta, de inglês ou comprar uniformes que depois não servirão para nada, apenas para assistir as aulas. Coisas que fariam seu curso aumentar de valor substancialmente. 2 - Foco na aviação e segurança operacional Curso concentrado no manual da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), sem vendas casadas. O foco da EJ é segurança operacional e conhecimentos aeronáuticos. Somos uma escola de aviação, e para nós, para a ANAC e para as empresas aéreas, a segurança é o que interessa. Assim você estuda mais o que é pedido pela agência, evita dispersar, e aumenta sua chance de aprovação, que na EJ, passa de 90% na primeira tentativa, uma das mais altas do mercado. 3 - Duração de 30 dias Tem rapidez, são 30 dias, não três ou quatro meses, o que faz reduzir seu seu custo com transporte, gasolina, estacionamento, ou até evita custos de se mudar para a cidade onde o curso é oferecido. Nossas aulas são intensivas, das 8h30 às 18h10, de segunda a sexta, e aos sábados apenas pela manhã. E as aulas práticas estão incluídas dentro desses 30 dias totais. Sim, é possível fazer o curso completo no caso de férias. 4 - Treinamento de sobrevivência em campo reconhecido pela ANAC O local de treinamento é preparado, instrutores são excelentes, e são os mesmos locais usados pelas maiores companhias aéreas regulares da América Latina em seus cursos de reciclagem para comissários, tripulantes e pilotos. O treinamento é com mockup de avião para procedimentos de combate a incêndio, fuga com fumaça pela escorregadeira, etc. 5 - É a maior Escola de Aviação da América Latina Possui mais de 60 aeronaves, são três bases operacionais: Itápolis, Jundiaí e Campo Verde. A EJ já formou milhares de profissionais que atuam como pilotos e comissários nas maiores companhias aéreas do Brasil, além disso, a EJ tem padrão de qualidade e segurança reconhecidos pelas grandes empresas aéreas nacionais e internacionais. 6 - Qualidade ISO 9001:2008 A EJ Escola de Aeronáutica Civil é a única escola de aviação do Brasil certificada com os padrões internacionais ISO que designam um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade. Somos a única escola de aviação no Brasil com esse selo, além de claro, todas as homologações da ANAC. 7 - Não é glamour, é segurança de voo! O curso é importante, todos os países filiados a ICAO (International Civil Aviation Organization) tem provas para comissários. Os testes abordam conhecimentos aeronáuticos, segurança de voo e só. Os comissários são os olhos e ouvidos do comandante na cabine de passageiros. Etiqueta, apresentação pessoal, maquiagem, entrevista de emprego? Conosco apenas o módulo básico, com 4 horas de aula cada item. Até porque cada empresa aérea tem seus próprios procedimentos nestas questões. E sim, você vai para a água aprender procedimentos sobre botes e salva-vidas. 8 - O melhor custo benefício Sim, os principais concorrentes vendem até mais barato, mas com todos os agregados completos que colocam como obrigatórios, custa muito mais caro, podendo chegar até ao dobro do custo da EJ. Além de todos os custos que você teria de frequentar aulas por meses, como alimentação, por exemplo. A EJ preza pelo respeito ao cliente. Se são válidos esses extra-curriculares? Sim, mas nada além do básico de 4h cada. O importante mesmo é você ir para o mato aprender sobre sobrevivência em selva. As próximas turmas serão em 24 de junho em Itápolis e 02 de julho em Jundiaí. Contato por Whatsapp: https://www.ej.com.br/a-escola-de-aviacao/whatsapp Voe mais alto.

  • Por que a EJ é uma das melhores escolas de aviação do Brasil?

    Em um universo de mais de diversas escolas homologadas no Brasil, por vezes pode ficar um complicado diferenciar claramente quais são as vantagens de cada uma. A formação de um piloto é delicada. Não pela complexidade dos estudos, mas sim porque uma atualização iminente de aeronaves, sistemas e até mesmo formas de navegação, poderá defasar o treinamento do piloto, e procurar uma escola que esteja à frente do seu tempo é essencial. Por isso, preparamos algumas dicas que podem servir de base para você entender como a EJ pode te ajudar:1- Um bom aeroclube/escola de aviação te permite experimentar a estrutura antes de efetivar a matrículaVocê já ouviu falar em voo de incentivo? Este voo vai te ajudar a conhecer a estrutura. Fazer amizades com alunos daquela instituição, acompanhar todos os processos desde o briefing, cheques, e até o voo em si. O que diferencia a estrutura e instrução na EJ é que, além da instrução qualificada, o aluno encontra checklists e procedimentos muito semelhantes aos usados em companhias aéreas. Isso é um grande diferencial para a formação do aluno.Além disso, um bom aeroclube/escola de aviação são formados por pessoas integradas com um propósito em comum, e conceitos bem definidos. É formado por gente, que forma gente. E o reflexo disso na EJ é o fator de ser a única escola na américa latina a possuir o ISO 9001, um selo internacional designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade. A função é promover a normalização de produtos e serviços, para que a qualidade dos mesmos seja permanentemente melhorada. Essa é a nossa garantia de um padrão de serviços e melhoria contínua da qualidade. Além disso a EJ tem o prazer de ter formado mais de 5000 pilotos que atuam no mercado profissional em grandes companhias aéreas, aviação agrícola e executiva.2 - Tem um método que desenvolva suas habilidadesQuais são as habilidades que um piloto deve ter? Várias, talvez inúmeras. Mas as principais dentro de uma escola de aviação/aeroclube são confiança, segurança, responsabilidade e conhecimento. Confiança em si, no seu voo. Isso, sem voo solo, não existe. E é voo solo mesmo! Na EJ o aluno voa e navega solo de verdade, sendo a melhor fase para o piloto adquirir confiança e habilidade de gerenciamento da cabine durante o voo. O aluno, ao fim do seu curso de PP, faz cerca de 10 horas de voo solo, inclusive navegações. E no PC a média de horas solo chega a 40. A EJ confia em sua instrução e tem por princípio ministrar suas aulas para que o aluno realmente aprenda e voe.O NEEA-EJ, Núcleo de Ensinos e Estudos Avançados da EJ, através dos cursos de Upset Recovery e Acrobacia Clássica permite ao aluno lidar com segurança as diferentes atitudes e configurações que as manobras exigem, tornando o piloto mais hábil e ágil.3 – Agrega conhecimento e padrão reconhecidos pelas empresas aéreasComo intuito de cada vez mais melhorar a qualidade técnica de nossos pilotos, o Núcleo de Ensinos e Estudos Avançados da EJ (NEEA-EJ) iniciou as publicações de conteúdo técnico mais aprofundado, a fim de estimular a busca pela melhoria contínua, como foi no artigo passado.Fora isso, o padrão de instrução é de alto nível, e tem, inclusive, o reconhecimento de grandes companhias aéreas como a a Azul Linhas Aéreas, no projeto ASA.4 – Trabalha com a vanguarda da tecnologiaA EJ Escola de Aeronáutica Civil desenvolveu e melhorou ao longo de 20 anos de atividade o Flight Center. Trata-se de um sistema completamente informatizado que são registradas todas as informações referentes a cada aluno. Lá o aluno encontra tudo sobre suas horas de voo, avaliações, recomendações dos instrutores, escala de voo, manuais, entre outras facilidades.Além disso foi uma das primeiras escolas a trabalhar com Blockchain, que além de garantir segurança de informação, promove a prática de uma cultura paperless, gerando benefícios ao meio ambiente.Ficou interessado? Chame nossa tripulação de atendimento no WhatsApp.Voe mais alto.

  • Esquadrilha EJ se prepara para o AVIASHOW

    A Esquadrilha EJ se prepara para mais uma apresentação, desta vez na cidade paulista de Regente Feijó - SP, como atração do evento AVIASHOW. A feira de aviação desportiva que consolidou-se no meio aeronáutico como um dos mais conceituados do Brasil. Nascido como um simples encontro de amigos, em 2001, e sempre valorizando prioritariamente a confraternização, ganhou grande prestígio e frequência – consequentemente, a cada ano aumenta o interesse por parte das empresas ligadas à aviação, seja expondo seus produtos e serviços ou simplesmente visitando-nos para um reconhecimento e avaliação.A Aviashow realiza-se sempre no Aeródromo José Martins da Silva (SDYJ), promovida pelo Aeropark Clube de Voo Desportivo, entidade sem fins lucrativos que reúne proprietários de aeronaves, pilotos e entusiastas da aviação desportiva, promovendo justamente a prática e a difusão da cultura aeronáutica. O que era um simples churrasco de confraternização entre amigos, nos primeiros anos, evoluiu para uma grande festa nacional, esperada pelos adeptos a cada ano que passa.Por si só, a movimentação gerada por mais de três centenas de aeronaves em um final de semana já atrai um grande número de visitantes espectadores, mesclados entre as classes A, B e C, e que já ultrapassaram a marca de 25.000 pessoas no evento de 2016.A Esquadrilha EJAs apresentações da esquadrilha EJ tem duração média de 35 minutos. Além de rasantes e sobrevoos em formação a esquadrilha performa manobras que levam ao público uma experiência única. Ela traz o know-how do NEEA-EJ, Núcleo de Ensinos e Estudos Avançados da EJ, que através dos cursos de Upset Recovery e Acrobacia Clássica permite ao aluno lidar com segurança as diferentes atitudes e configurações que as manobras exigem, tornando o piloto mais hábil e ágil.Não deixe de visitar o stand da Esquadrilha EJ na feira nos dias 24, 25 e 26 de maio.Veja como chegar:Aeropark Clube de Voo Desportivo – SDYJRodovia Raposo Tavares, km 555 – LesteCEP 19570-000 – Caixa Postal 50 – Regente Feijó -SPFixo: (18) 3941-2021Whatsapp: (18) 99623-2773Se vier voando:Aeropark Clube de Voo Desportivo – SDYJPista: Gramada 900 x 20 mResistência: 5.600 kgElevação: 507 m (1663 ft)Coordenação: Controle Presidente Prudente Freq. 125.45Coordenadas: S 22° 13′ 32″ – W 051° 20′ 53″Voe mais alto.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

QUALIDADE
ISO 9001:2008

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

Campo Verde - MT 55 66-3419-1510