EJ - Escola de Aviação Civil


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Ele fez uma parte do EAD da cama do hospital depois de um queda de moto. 'Eu não tenho tempo', diz.

Victor em um de seus voos


Três filhos, dois meninos e uma menina recém nascida. Já tinha na cabeça o objetivo de aprender a pilotar, “por hobby”, enfatiza. Estava fazendo o EAD, Ensino a Distância do curso de Piloto Privado teórico da EJ. Um tombo de motocicleta, uma mão quebrada e queimaduras de asfalto. Na cama do hospital, entre visitas de médicos e trocas de curativos doloridos pelos enfermeiros, entre as pomadas, entre as visitas da esposa e dos filhos, Victor Sarfartis, 36 anos, resolveu fazer mais uma coisa: estudar. “eu estava na cama do hospital e fazendo o curso pelo celular”, conta rindo.

Ele está concluindo o curso de piloto privado, já solou e tem 40 horas de voo, faltam apenas seis para ele conquistar sua habilitação. É paulistano e desde criança gostou de aviões, mas a vida o levou para outros caminhos: formou-se em direito e atua como advogado. Agora, com a vida em uma correria frenética, mas estabilizada, decidiu que era hora de aprender a aviação.

Victor não teve nenhum parente piloto que o influenciasse, e seu entusiasmo renasceu com uma curiosidade que o acabou levando para simuladores caseiros de computador, o que virou um desafio, porque alguns aviões eram difíceis de pilotar, “comecei a me interessar pelo assunto”, explica.

Por recomendação de um amigo, procurou a EJ. “Entrei em contato e rapidamente entendi que existia o EAD, o que foi bom, porque não teria condição alguma de fazer o curso presencial, não tenho tempo”, comenta.

Victor fez todo o curso teórico de piloto privado em pouco menos de três meses, mesmo com o acidente e o nascimento da filha no intervalo, e passou na prova da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) na primeira tentativa. “O material é muito bom, me dedicava só a noite, depois que chegava do trabalho, fazia um determinado número de vídeos por dia, e nos fins de semana bombava”. E ele recomenda: “e você tem a possibilidade de utilizar os tutores, fluiu bem, eles respondem rápido”, diz.

“Para mim a questão da disciplina não foi problemática, acho que é do meu perfil, eu prefiro muito mais ter o curso na frente, os vídeos, onde decido se assisto agora, ou daqui meia hora. Tem gente que desanima, eu não”, conta Victor. Realmente, Victor não desanima.

E sobre ser advogado, paulistano, entre idas e vindas de reuniões, fóruns, sem família na aviação, como foi a reação deles ao dizer que queria ser piloto? “Para meus pais, eu ainda não contei. Eles iam ficar preocupados. Logo mais eu conto”, conta. E a esposa? “100%” (de apoio), explica.

Os filhos maiores? “Só falam disso”. “Só não consigo levar as crianças pro aeroporto quando vou voar porque não tem quem cuide de dois malucos correndo pra lá e pra cá e uma bebê chorando. A esposa não ia dar conta”, complementa sendo solidário.

A EJ dá parabéns a Victor por ter conseguido conciliar tudo junto ao mesmo tempo ao perseguir seu desejo de ser aviador. Toda a equipe EJ deseja bons e seguros voos, e convida para que Victor traga as crianças para conhecer os aviões, que a equipe EJ dará um jeito de ajudar a tomar conta dos futuros pilotos, porque é assim que começa.


Saiba mais sobre o EAD - Ensino a distância, da EJ.

Publicado em 21/11/2017


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