EJ - Escola de Aviação Civil


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A nossa vida é feita de detalhes e são eles que fazem a total diferença.


"Imagine um menino de uma cidade lá do interior de Minas Gerais, sentado na calçada da sua casa juntamente com a sua mãe, observando o céu e os aviões voando alto "soltando fumaça". Aquela cena me prendia total atenção, eu só queria estar ali dentro da cabine de comando da aeronave. Não parava de olhar enquanto a aeronave não sumisse de vista. Eu falava sempre com a minha mãe: Mainha, eu vou fazer faculdade e ser piloto de avião. Minha mãe concordava com o meu sonho, porém, sempre falava: Isso é muito perigoso meu filho, mas se é o seu sonho então vamos lutar por ele.

Um dia tive a oportunidade de estar em um voo executivo, a convite do meu amigo e cmte. José Vanderlei Gil da Cruz, onde pude confirmar a minha paixão e o caminho a seguir profissionalmente. A chama dentro de mim fortificou e cresceu, tomou conta, meu primeiro voo em uma palavra: inesquecível.

Tive que estudar muito para conseguir uma vaga na faculdade através das oportunidades oferecidas. As dificuldades financeiras nunca foram motivo para me desanimar e consequentemente desistir do meu sonho, não deixava isso me abalar de forma alguma. Fui para a capital mineira, estudei por 2 anos em um cursinho pré-vestibular onde estava me preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), realizei a prova e depois de um tempo me escrevi no Programa Universidade para Todos (PROUNI), onde consegui uma vaga 100% integral no curso de Aviação Civil, na Universidade Anhembi Morumbi na cidade de São Paulo.

O 1º semestre do curso de aviação na faculdade, engloba as matérias teóricas do curso de piloto privado de avião, logo após, realizei a prova teórica onde obtive aprovação. E agora? E as tais famosas horas de voo? Como pagar? Por motivos financeiros, só pude fazê-las depois de um certo período. Desânimo? Jamais! Durante as férias da faculdade entre o 3º e o 4º semestre, juntamente com a minha mãe, fizemos um empréstimo no Banco e com este conseguimos pagar o curso prático de piloto privado de avião, o qual realizei em Minas, durante as férias da faculdade. Estudei por 3 anos na faculdade, adquiri muitos conhecimentos com os excelentes professores.

Cursando o último semestre de aviação civil na faculdade, eis que surge uma notícia através da Secretaria de Aviação Civil (SAC) - "Projeto Bolsa Piloto". Lendo o edital, pude observar que para realizar a inscrição no programa, os candidatos tinham que ter a aprovação do exame teórico da ANAC para ambas as bolsas, tanto para a bolsa de piloto privado e também para a bolsa de piloto comercial de avião, a famosa "banca da ANAC". Fiquei impedido de me inscrever, visto que só tinha o meu "brevê" de piloto privado e não tinha feito o exame teórico da ANAC para PC/IFR, por alguns motivos, dentre prazos da ANAC entre outros.

Surge então no site da SAC: Edital Retificado em 22/09. Prazos postergados para entrega do CMA e do comprovante de aprovação na Banca da Teórica da ANAC. O Matheus Carvalho (amigo com quem dividia um quarto e morava em uma república, perto da Universidade), me liga infroma sobre a retificação do edital. Imediatamente me inscrevi no programa e fui pessoalmente na agência da ANAC em São Paulo, não tinha vaga na agência até a data estipulada pelo edital para fazer a prova. Então, pedi ao atendente para marcar a prova para Belo Horizonte - MG, também não tinha vaga, fui consegui uma vaga para a cidade de Curitiba-PR, mas enfim consegui marcar a minha prova. Então, eu tinha praticamente 15 dias para estudar para a prova de PC/IFR e também tirar o CMA de Primeira Classe.

Me organizei, coordenei com professores, sobre faltas, visto que teria que faltar na faculdade durante uma semana onde estaria só estudando me preparando para a prova. Estudei aproximadamente 10 horas por dia e com pequenos intervalos, afinal, tive que aproveitar o máximo possível do tempo que me restava para a prova. Dia da prova, não tive muita dificuldade na maioria das matérias, exceto em Regulamentos de Tráfego Aéreo, onde caiu muitas questões sobre lei do aeronauta, (Direito aeronáutico), nem imaginava que cairia na prova esses tipos de questões. Aí, lembrei-me das aulas de Direito Aeronáutico do querido Professor Nelson Marques.

Terminando de fazer a prova confirmei duas vezes para finalizar o exame, mas na terceira e última confirmação, parei e olhei para o tempo restante para o término da prova - 00:06 min - e pensei: ainda tenho mais 6 minutos, vou rever a matéria que tive mais dificuldade no exame. Analisando bastante uma questão de Regulamentos, desmarquei a letra "B" e marquei a letra "D", resultado final? Acertei 20, 19, 18, 16 nas outras matérias e por fim 14 em Regulamentos, a questão que revi estava errada e a revendo marquei alternativa correta.

A nossa vida é feita de detalhes, e são esses detalhes que fazem a total diferença, fui aprovado na "banca da ANAC' e com essa aprovação consegui disputar uma vaga no "Projeto Bolsa Piloto".

No dia 06/11/15 a alegria transbordava na minha vida, consegui a minha bolsa no Projeto e ainda tive a oportunidade de escolher onde faria o curso prático de piloto comercial de avião, as tais "horas de voo", lembra? Sem dúvida, optei por uma escola onde analisei: a qualidade do ensino, segurança de voo, manutenções de aeronaves, estrutura, entre outras.

Aqui estou na maior e melhor escola de formação de pilotos da américa latina, a EJ. Muito feliz e a cada dia mais perto do meu sonho, aproveitando ao máximo o curso, aprendendo com os excelentes "Professores" Instrutores de Voo (INVA'S) da EJ. Quando olho para trás muitas vezes me emociono e sempre me orgulho por tudo o que passei, pelas lutas, dificuldades, momentos de felicidades e muita perseverança.

Agradeço primeiramente a Deus, aos meus pais, namorada e aos meus amigos queridos, que desde sempre me apoiaram e me incentivaram a lutar pelo meu sonho: SER PILOTO DE AVIÃO!

Gostaria de finalizar incentivando a você leitor a lutar pelos seus objetivos, não desanime jamais, VOCÊ PODE, VOCÊ CONSEGUE, NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS!"


Essas foram as palavras do aluno Wemerson Santos Rocha de Medina/MG, participante do Projeto Bolsa Piloto, provando que devemos sonhar e sempre lutar, mesmo que as dificuldades estejam no caminho.

Parabéns Wemerson, e bons voos!

Publicado em 02/06/2016


Vídeo: tour pelo campus itápolis

Vídeo


    Mural Informativo


  • Editorial: os aeroclubes não são nossos concorrentes. São nossa origem.

    Somos a maior escola de aviação da América Latina. Mais de 60 aeronaves, quatro bases operacionais espalhadas pelo Brasil, mais de 10 mil pilotos formados, simuladores de última geração, aviões equipados com Glass Cockpit, cursos complexos de voo por instrumentos, multimotores, e temos uma faculdade reconhecida pelo MEC. Falamos isso não para nos vangloriarmos. É para que o que vem a seguir tenha o peso que merece.Os aeroclubes não são nossos concorrentes. Os aeroclubes são nossa raiz."Deem asas ao Brasil"Nos anos 1940, o Brasil era um país imenso e desconectado. Amazônia, sertão, planalto central, regiões inteiras onde estradas não chegavam, onde o rio era a única via, onde o isolamento definia o destino das pessoas. Foi nesse contexto que Getúlio Vargas, num dos gestos mais visionários de sua era, encampou a campanha "Deem Asas ao Brasil", idealizada pelo jornalista Assis Chateaubriand, e assinou em 1941 a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira.O plano era ousado: usar a aviação como instrumento de integração nacional. E o veículo escolhido para isso foram os aeroclubes, associações civis sem fins lucrativos, espalhadas por cada canto do território, que receberiam a missão de formar pilotos, difundir a cultura aeronáutica e costurar, pelo ar, um país que o asfalto ainda não tinha alcançado.Centenas de aeroclubes surgiram naquele período. Em cidades do interior de São Paulo, do Nordeste, da Amazônia, do Sul. O Aeroclube de Itápolis, cidade onde a EJ nasceria décadas depois, surgiu em 1941, nesse mesmo espírito.Foi política de Estado bem sucedida.A base que ninguém vêHoje o Brasil colhe os frutos daquele projeto. Somos um dos únicos países continentais do mundo autossuficientes em profissionais da aviação. Temos a Embraer, a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, nascida de uma cultura aeronáutica que precisou ser construída do zero, tijolo por tijolo, instrutor por instrutor, voo por voo. Nossas companhias aéreas são respeitadas globalmente. Nossos pilotos são exportados para o mundo: voam no Cazaquistão, nos Emirados, na Europa, na Ásia, nos EUA. O Brasil é um exportador líquido de mão de obra aeronáutica de altíssima qualificação, o que gera divisas para o país.De onde vem tudo isso?Vem do rapaz que, numa cidade do interior, foi ao aeroclube pela primeira vez. Que voou num Paulistinha ou num Aerobero envelhecido. Que voava planadores no fim de tarde enquanto aprendia a ler as térmicas. Que descobriu, ali, que era possível voar. Que era possível fazer disso uma vida.Os aeroclubes foram, e ainda são, a porta de entrada da aviação brasileira. O lugar onde a cultura aeronáutica se democratiza, onde o sonho de voar se torna acessível, onde jovens de cidades pequenas encontram seu primeiro contato com o céu.Não somos concorrentes. Somos complementares.A EJ nasceu dentro desse ecossistema. Seus fundadores presidiram o Aeroclube de Itápolis por anos e anos. A escola cresceu ao lado do aeroclube, em simbiose, e esse não é um detalhe da história. É a história.O aeroclube pequeno que ensina a voar no Paulistinha, no Aeroboero, no planador, dando o curso inicial, está ensinando amor ao voo. Esse aeroclube não está disputando espaço com a EJ. E quando esses mesmos alunos decidem se profissionalizar, quando querem o Piloto Comercial, o IFR, o multimotor, o simulador, o Glass Cockpit, o diploma de nível superior na área, quando querem a carreira nas companhias aéreas, é aí que eles procuram uma estrutura como a nossa.São mercados distintos. São públicos distintos. São sonhos distintos, mas complementares.O aeroclube planta. A aviação toda colhe junto.Destruir os aeroclubes não nos beneficia. Nos empobrece. Fecha a porta por onde entram os futuros aviadores que, um dia, vão sentar na cadeira do comandante de um Airbus, de um Embraer ou de um Boeing.O que está em jogo e quem está por trásÉ preciso ser direto sobre o que está acontecendo. Nas décadas de 1940 e 1950, os aeroportos eram distantes das cidades. Os aeroclubes se instalavam ali, no limite do perímetro urbano, construíam seus hangares, suas pistas, suas salas de aula. Eram pioneiros. Formavam a infraestrutura do nada.O tempo passou. As cidades cresceram. E chegaram até os aeroportos.O terreno que era barro virou asfalto. O entorno que era canavial virou loteamento. O aeroporto que era regional virou hub. E o aeroclube, que estava lá antes de tudo isso, passou a ser visto não como patrimônio, mas como obstáculo. Como área subutilizada. Como espaço que "poderia render mais".Essa é a lógica que está ameaçando os aeroclubes hoje. É a lógica imobiliária.Concessionárias privadas que assumiram aeroportos enxergam no aeroclube um ocupante inconveniente porque ocupa metros quadrados que poderiam virar hangar de luxo, estacionamento ou área comercial. E usam instrumentos administrativos, cobranças incompatíveis e ações de despejo para pressionar entidades que, por definição, não têm finalidade de lucro e não são capazes de competir nesse jogo. São 22 aeroclubes já despejados no Brasil. Outros 10 sob ameaça.Uma ameaça à toda a aviação brasileiraA lógica mercadológica tem seu lugar. Mas ela não pode ser o árbitro final de questões que transcendem o mercado. O Brasil construiu, ao longo de quase um século, algo raro no mundo: um ecossistema aeronáutico completo, robusto, soberano. Da pista de terra do aeroclube ao Embraer E2. Do planador ao cockpit do A320. Essa cadeia não comporta improvisos. Ela é um cultivo de longo prazo. Ela tem raízes.Quando um aeroclube fecha, não fecha uma empresa. Fecha uma escola. Fecha uma comunidade. Fecha uma porta. E essa porta, uma vez fechada, raramente se abre novamente.A EJ existe porque alguém, décadas atrás, teve a visão de espalhar a aviação, via aeroclubes, pelo Brasil. Nós devemos nossa existência a esse projeto.Por isso, nos posicionamos claramente: os aeroclubes devem ser protegidos como infraestrutura viva do presente e do futuro da aviação brasileira.O Brasil que voa tão alto hoje aprendeu a voar nos aeroclubes. Não podemos deixar que essa base seja demolida para virar estacionamento.EJ Escola de Aviação Civil — a maior escola de aviação da América Latina.Itápolis | Jundiaí | Americana | Campo Verde

  • Piloto formado na EJ torna-se o brasileiro mais jovem a se tornar comandante na American Airlines

    A construção de uma carreira na aviação é marcada por etapas, desafios e, principalmente, pela solidez da formação desde os primeiros passos. É essa base que permite transformar sonhos em conquistas concretas ao longo do tempo. A trajetória de Paulo Ramos reflete exatamente esse caminho, que começou ainda antes mesmo da existência física da EJ e o levou a alcançar um dos cargos mais relevantes da aviação mundial.“A minha história com a EJ começou antes mesmo de a escola existir fisicamente. Tenho uma foto marcante de 1998, onde eu apontava para o terreno vazio que, anos depois, se tornaria a sede da escola.” Anos depois, aquele mesmo local faria parte de sua formação como piloto. “Concluí minha formação lá por volta de 2012, levando comigo a base que me permitiria voar muito mais longe do que eu imaginava naquela época.”Após sua formação, Paulo trilhou uma jornada profissional marcada por diferentes experiências e decisões importantes. No Brasil, teve uma passagem significativa fora da aviação, até enfrentar um momento que o levou a recomeçar sua trajetória nos Estados Unidos. Nesse novo cenário, iniciou trabalhando com tradução simultânea em simuladores de voo, o que o colocou em contato direto com operações de alto nível e profissionais experientes. Com dedicação, evoluiu dentro do ambiente de treinamento, conquistando certificações, habilitações e acumulando experiência prática que sustentariam seus próximos passos na carreira.“Foi ali, com muito esforço e dedicação, que as portas começaram a se abrir: fui convidado para atuar como Right Seat Support (copiloto de simulador).” Durante esse período, avançou tecnicamente e ampliou sua vivência no ambiente aeronáutico internacional.O objetivo, no entanto, sempre esteve bem definido. “Sempre mantive o foco no meu sonho principal: a aviação comercial.” Esse direcionamento o levou à American Eagle, onde atuou como copiloto por dois anos e meio, consolidando sua experiência operacional e se preparando para novos desafios.Hoje, sua trajetória atinge um marco expressivo. “Tenho a honra de ser um dos pilotos mais jovens da companhia e o brasileiro mais jovem a atingir o cargo de Comandante na American Airlines.” Uma conquista que reflete anos de dedicação, preparo e consistência ao longo de toda a carreira.Ao analisar sua formação, Paulo destaca um dos principais diferenciais que facilitaram sua adaptação no cenário internacional. “Muitas vezes me perguntam como a formação na EJ ajudou nessa transição internacional. A resposta é a padronização. Os conceitos de SOP (Standard Operating Procedures), flows e a disciplina operacional que aprendi no início da carreira eram muito semelhantes aos padrões exigidos pelas grandes empresas americanas.” Segundo ele, essa base foi essencial para sua evolução. “Essa base sólida facilitou muito a minha adaptação e evolução técnica.”Por fim, ele deixa uma mensagem para quem está iniciando na aviação. “O caminho nem sempre é linear e, por vezes, exige que você recomece em funções que não esperava. Mas com dedicação, mente aberta e foco na excelência técnica, os sonhos que pareciam distantes em um terreno vazio se tornam realidade no comando de um jato de grande porte. A EJ seguramente faz parte da minha história.”Para a EJ, é motivo de grande orgulho acompanhar a trajetória de alunos que transformam dedicação em conquistas de alcance internacional. Participar da formação de profissionais como o comandante Paulo Ramos é mais do que cumprir um propósito institucional, é fazer parte de histórias que inspiram e elevam o nome da aviação brasileira no mundo.Foi uma honra fazer parte dessa jornada desde o início, contribuindo para a construção da base que sustentou cada etapa de sua carreira. Ao comandante Paulo Ramos, desejamos ainda mais sucesso, novos desafios e voos cada vez mais altos. A EJ segue firme em seu compromisso de formar pilotos preparados para atuar em todo o mundo.

  • Vestibular de Inverno 2026: EJ abre mais um processo seletivo após número recorde de alunos

    A EJ Faculdade, referência nacional na formação de pilotos, anuncia a abertura do Vestibular de Inverno 2026 para o curso superior de Pilotagem Profissional de Aeronaves. Após registrar um número recorde de alunos na turma do início do ano, a instituição dá sequência à expansão com a formação de uma segunda turma, atendendo à crescente demanda por pilotos qualificados no mercado.Reconhecida por oferecer uma formação completa e alinhada às exigências do setor, a EJ possibilita que seus alunos conquistem, em apenas dois anos, todas as licenças e habilitações necessárias — do Piloto Privado (PP) ao Piloto Comercial (PC), incluindo IFR e Multimotor — além do diploma de nível superior. Trata-se de uma formação integrada, pensada para preparar o aluno desde os primeiros passos até a inserção no mercado profissional.O curso é voltado para quem busca construir uma carreira sólida como piloto e combina teoria e prática em um ambiente totalmente imerso na aviação. A grade contempla disciplinas acadêmicas e treinamento prático na maior e mais moderna frota de instrução da América Latina, além do contato direto com profissionais experientes do setor, ampliando as oportunidades de networking e inserção no mercado.Localizado em Itápolis (SP), o Campus EJ oferece uma estrutura completa para a formação dos alunos. São salas de aula equipadas, simuladores de voo, ampla frota de aeronaves modernas e uma infraestrutura de apoio que inclui alojamentos, restaurante, cafeteria, área de lazer, quadras esportivas, piscina e lavanderia, proporcionando conforto e permitindo dedicação total à formação.Outro diferencial importante está nas oportunidades internas. A EJ seleciona alunos com melhor desempenho para programas de estágio e, em muitos casos, para o próprio quadro de instrutores de voo. Essa experiência inicial é fundamental para o acúmulo de horas e desenvolvimento profissional, acelerando o caminho até companhias aéreas e outras operações de maior porte.Cronograma – Vestibular de Inverno EJ 2026Período de inscrições: 25/03/2026 a 25/06/2026Data do vestibular: 28/06/2026, às 13h30 (via Teams)Divulgação do resultado: 30/06/2026 (no site oficial)Período de matrículas: 30/06/2026 a 24/07/2026Provas agendadas: 01/07/2026 a 24/07/2026Número de vagas: 30 vagasInício do semestre: 27/07/2026Com mais de 15 mil pilotos formados ao longo de sua trajetória, a EJ segue ampliando sua capacidade de formação e reafirma seu compromisso em preparar profissionais prontos para voar mais alto e conquistar espaço em um mercado cada vez mais exigente.Acesse o Edital de Inscrição para saber maisClique aqui para realizar sua inscrição

DOU 03/05/18
Homologação ANAC Número 051