EJ - Escola de Aviação Civil


Notícias

Demanda na aviação cresce e EJ contrata mais três instrutores de voo. Leia seus perfis.


A EJ contratou três novos instrutores para sua equipe. Desde o início do ano já são 15 as novas admissões. Elas são anunciadas logo após notícias de boas perspectivas do mercado nacional, como a recente divulgação pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) de um aumento da demanda de 5,7% na aviação doméstica em fevereiro, comparado com o mesmo mês de 2017.

A demanda internacional por voos entre Brasil e Europa, segundo números também divulgados pela agência, cresceu exultantes 12%, comparando os números de março deste ano e de 2017, agora totalizando 247 voos por semana. “Desde o ano passado temos visto uma retomada crescente da demanda das linhas aéreas e isso reflete na necessidade de formação de novos profissionais”, afirma Anderson Silva, diretor administrativo da EJ.

Dois dos três novos instrutores atuarão na unidade Itápolis e um na unidade Jundiaí da EJ. “Com a tendência de crescimento, muitos de nossos instrutores estão sendo contratados por companhias aéreas, abrindo espaço para novos juntarem suas horas de voo”, diz Josué Andrade, diretor da EJ. “Eles começam dando instrução visual diurna nos Cessnas 152 da escola, e quanto mais horas tem, mais sobem na função de instrutor, partindo para outras aeronaves, voos noturnos e no ensino de voo por instrumentos. Assim eles quando vão para as companhias aéreas, já estão bem experientes”, complementa.

Conheça os perfis:

Marcio Moraes Santos
Realizou todos os cursos na EJ nas unidades Itápolis e Jundiaí. É natural de São Paulo, tem 32 anos, e possui hoje 265 horas de voo. Graduou-se em sistemas de Informação pela Mackenzie e em Aviação Civil pela Anhembi Morumbi. “Me apaixonei pela Aviação ainda muito novo, me lembro que passava de carro por aeroportos com meus pais e ficava ansioso esperando que passasse alguma aeronave pra que eu pudesse tirar foto. Desde então cultivei esse sonho dentro de mim, mesmo que tão distante. Hoje, é um sonho realizado trabalhar na área, e não apenas meu, mas de minha família que sempre acreditou e me ensinou que quando queremos algo, basta se dedicar e nunca desistir”, afirma.

Tiago Vilaça Ribeiro
Formado integralmente, desde o piloto privado ao INVA, instrutor de voo, na EJ Jundiaí, é natural de São José dos Campos, no Vale do Paraíba. Tem 27 anos, 310 horas em aeronaves homologadas e 230 em ultraleves avançados. Graduou-se em Aviação Civil pela Anhembi Morumbi e concluiu sua pós-graduação em Segurança de Aviação e Aeronavegabilidade Continuada no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica). “Desde a minha primeira viagem de avião, com 6 anos, me apaixonei pela aviação. Após o meu primeiro voo na EJ em 2009, tive certeza do que queria como profissão, podendo desfrutar de paisagens, ter a sensação de liberdade e oportunidade de conhecer novos lugares”.

Hugo Mendes Vidigal
Natural de Recife, Pernambuco, tem 33 anos, mora em Itápolis desde 2002. Iniciou na aviação em 2012 na unidade Itápolis da EJ, onde realizou todo seu treinamento, do piloto privado à especializações. Possui 257 horas de voo, incluindo simuladores. É graduado em Administração de Empresas pela UNIP - Universidade Paulista. “Em 1994 a seleção brasileira foi tetracampeã da Copa do Mundo e no retorno ao Brasil a primeira parada foi no Recife, minha cidade natal. Enquanto todos estavam eufóricos com o título eu queria mais informações sobre a aeronave, um DC10 da Varig, trijato azul e branco com as faixas verdes e amarelas”, conta.

Publicado em 12/04/2018


Vídeo: conheça nossos aviões,
simuladores, infraestrutura e saiba
mais sobre a nossa escola

Confira o vídeo


    Mural Informativo


  • Vídeo: entrevistamos ex-instrutores da EJ

     Assista ao vídeo do encontro de ex-instrutores da EJ, que ocorreu na unidade Jundiaí da escola.

  • Membro Honorário: carteirinha lançada

    Foi lançada a Carteirinha de Membro honorário EJ. Foi criado exclusivamente para ex-instrutores da escola, por fazerem parte da história da maior Escola de aviação da América Latina. Vantagens de ser membro honorário: - Desconto de 40% no valor da hora de voo (tabela normal) para recheques; - Prioridade e agilidade nos recheques; - Desconto especial aos alunos indicados pelo Membro honorário EJ; - Com a apresentação do cartão, acesso geral em todas as unidades EJ para visitação, etc.

  • Jogou tudo para o ar e foi ser piloto

    Sem parentes na aviação que o incentivasse, e uma família para criar, uma vontade exótica veio em sua cabeça: chutar uma faculdade, duas pós graduações no exterior e bom salário garantido, tudo para o alto. Além de gastar as reservas em cursos de pilotagem de aviões para iniciar em uma nova profissão, começando tudo de novo. “É aquele lance da paixão, que você não olha muito a razão”. Todos os dias, Clovis Martins Costa Filho acordava cedo, ajustava o nó na gravata, dava um beijo na esposa, nos dois filhos bem novinhos, e se dirigia a um conceituado escritório de advocacia, onde era coordenador, em Campinas, sua cidade natal. Isso era em 2011, ele tinha 31 anos e já havia alcançado a tão almejada estabilidade financeira. Além do ótimo posicionamento, tinha boas perspectivas profissionais. Entre as rotinas de processos, de audiências, de cuidar da esposa e brincar com os filhos, sempre que sobrava algum tempinho, pesquisava assuntos de aviação, seu interesse desde a infância. Geralmente terminava vendo vídeos de pousos e decolagens no youtube. “Decisões como essa nunca são fáceis. Na verdade, as pessoas no começo não te levam a sério”, conta Clovis sobre a guinada na profissão que havia conquistado com bastante esforço. Logo quando terminou o ensino médio, incentivado financeiramente pelos pais, começou a estudar direito da PUC - Pontifícia Universidade Católica, de Campinas, para o curso de direito e logo depois de formado foi aprovado na OAB - Ordem dos Advogados do Brasil. Buscando melhores colocações no direito, seguiu para Portugal para fazer uma pós graduação na Universidade de Lisboa, em contratos e arbitragem internacional, onde permaneceu estudando por um ano. Para custear sua pós, morava em um apartamento com outros dois estudantes, trabalhou em um McDonalds e fazia horas extras em mais um outro restaurante, como garçom. “Vivi com poucos recursos. Eu não queria envolver meus pais nesta decisão de morar fora do país”, relembra. Logo que voltou de Lisboa, se inscreveu em um programa de bolsas de estudo da Espanha patrocinado pelo Banco Santander e foi um dos selecionados para as duzentas vagas destinadas para América Latina do programa. Morou em Madrid por um ano e fez sua segunda pós na Universidade de Alcalá, onde se especializou em marcas e propriedades intelectuais, ramo também do direito empresarial. Quando voltou de Madrid, casou-se e logo arrumou emprego no departamento jurídico de uma empresa, e pelo seu destaque, foi convidado a trabalhar em um grande escritório, atendendo empresas proeminentes da região. “Tenho grande apreço e respeito pelo direito, em parte ajudou a pagar minha formação”, afirma. Sedento por livros e conhecimento, começou, ainda enquanto atuava como advogado, a estudar por conta para o curso de piloto privado, sem estar em uma escola homologada, não necessário para prestar a prova da ANAC no curso inicial. “Foi uma maneira que encontrei de ver se realmente eu queria aquilo”. Aprovado na agência, matriculou-se no Aeroclube de Campinas, onde fez algumas horas práticas. Conversando com outros alunos e amigos, resolveu trocar de escola. “Se você quiser avançar logo na carreira, melhor ir para a EJ, você vai conseguir voar mais”, falaram. Na EJ terminou seu curso de piloto privado e em menos de dois anos já estava com todos os cursos profissionalizantes finalizados, inclusive o de instrutor de voo. Na época, enquanto estudava aviação, ainda dava algumas consultorias em direito empresarial. Formado, enquanto aguardava na fila a oportunidade para se tornar instrutor de voo prático, começou a dar aulas para os cursos teóricos da EJ, principalmente Regulamentação da Aviação Civil, a área que mais se aproximava de sua especialidade anterior. “Meu alicerce na minha formação pela aviação foi minha esposa”, diz. Depois de um ano apenas ministrando aulas teóricas, iniciou na instrução de voo prática, que é um dos modos para se conseguir experiência e horas de voo para estar apto para atuar em uma grande empresa área. Como instrutor, voou por três anos, onde acumulou aproximadamente 1000 horas nos Cessnas 152, 172 e Tupi, experiência o suficiente para encarar desafios maiores na aviação. Na EJ ensinava voo VRF, IFR, além de dar aulas em simuladores de voo e Garmin 1000. “Meu tempo na instrução foi muito engrandecedor. Me realizei como instrutor. Gostava muito de dar aula, gosto na verdade.”. Depois de 9 anos de aviação, aos 40, Clovis foi contratado para ser copiloto de Airbus A319, 20 e 21, na Latam. Neste momento está fazendo treinamentos em simuladores estáticos, logo começa em simuladores oficiais, e em outubro já deve começar sua instrução em rota, já com passageiros, até se formar, internamente, copiloto pleno. “O sonho da aviação era desde criança, mas achava que não era para mim”, resume sua história. A EJ deseja a Clovis boa sorte em sua carreira, bons voos, e agradece o tempo dedicado ao ensino.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

QUALIDADE
ISO 9001:2008

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510