EJ - Escola de Aviação Civil


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Editorial: EJ adquire um Super Decathlon, contrata mais um instrutor, e entra definitivamente na acrobacia de precisão em 2018


A EJ adquiriu um Super Decathlon, aeronave homologada para acrobacia aérea, e está iniciando o processo de sua importação e nacionalização. Com este passo a EJ pretende entrar definitivamente no ponto mais alto do treinamento da modalidade: a acrobacia de precisão.

Os primeiros passos na implantação da cultura da acrobacia aérea na EJ ocorreram há alguns anos. Iniciou-se com a implantação do curso de Upset Recovery, que utiliza técnicas da acrobacia aérea com o objetivo de aumentar a segurança de voo. O curso trabalha com o estudo e execução de algumas manobras acrobáticas, em especial o parafuso. Este treinamento é recomendado no Brasil pela ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, e nos EUA pela FAA - Federal Aviation Administration.

Com o Upset Recovery a EJ treinou dezenas de alunos que tiveram a oportunidade de diferenciar seu currículo. Este curso que é visto com muito bons olhos pelas companhias aéreas e outros ramos da aviação, como a executiva e agrícola. Além disso, com este curso no currículo, a EJ também teve a oportunidade de melhorar a segurança de voo em seus voos de instrução dando preferência na contratação de instrutores que concluíram este treinamento.

Nos EUA, a FAA exige o treinamento de entrada e saída de parafusos para habilitar um piloto apto a ser instrutor de voo. Isso ainda não é exigido no Brasil pela ANAC, e portanto, a EJ pode dizer que adiantou-se, internamente, em relação à regras brasileiras.

Junto com o Upset Recovery, foi implantado o curso de acrobacia aérea clássica, também nos nos Cessnas 152 Aerobat, aeronave homologada para o fim. Nestas acrobacias, a EJ teve a oportunidade de ministrar apenas o básico pois o Aerobat não sustenta voos invertidos, além de ter apenas 115hps de potência.

O processo de implantação da acrobacia de precisão seguiu com a formação da Juliana Fraschetti, instrutora da EJ, em aeronaves experimentais não homologadas. Ela foi formada por instrutores experientes em competições no RV-7 da EJ. O incentivo e busca de conhecimento seguiu-se com seu patrocínio em competições, onde ela sagrou-se, agora em 2017, a primeira campeã de acrobacias no Brasil em 76 anos. A pioneira, e campeã anterior, foi Joana Castilho, que venceu uma competição organizada na “Semana da Asa” de 1942.

Agora, com o Super Decathlon, a EJ tem a oportunidade ensinar a acrobacia de precisão. O avião, com 180hp de potência, passo de hélice, alimentação de combustível para voos no dorso e limites para 6gs positivos e 5gs negativos, tem desempenho suficiente para voar até três categorias do campeonato brasileiro, com possibilidades o suficiente para ser competitivo nas categorias Básica e Esporte, e com desempenho um pouco inferior, na categoria Intermediária.

“Se o aluno aprende o avançado de aerodinâmica, a entrar e sair de parafusos, treina o básico da acrobacia, ele já se torna um aviador mais seguro, e se ele gostar da atividade, o melhor caminho é ele seguir para a acrobacia de precisão, que é uma atividade muito segura. Nós vamos incentivar esse treinamento e estimular nossos alunos a participarem das competições. Nossa ideia é, inclusive, formar equipe e até patrocinar os alunos com melhor desempenho, nós queremos formar campeões”, afirma Josué Andrade, diretor da EJ. “Quem deseja manter a prática porque gostou, a evolução natural é a acrobacia de precisão”, complementa.

Além da incorporação do Super Decathlon à frota, a EJ contratou o instrutor de voo e de acrobacias Pedro Anunciação, que fará dupla com Juliana Fraschetti na instrução acrobática. Pedro, na competição em que Juliana sagrou-se campeã, qualificou-se em segundo lugar. “Agora, além da campeã, nós temos o vice em nossos quadros. Nosso objetivo sempre é oferecer uma instrução altamente qualificada em cada um dos ramos do ensino aeronáutico da escola”, afirma Antonio Andreoli, instrutor chefe da EJ. “Além do ensino das manobras e aerodinâmica do voo, eles já vão abordar as regras de competições durante o curso”, complementa.

“A disciplina e a busca pela precisão necessárias para a acrobacia de competição fazem com que você acabe desenvolvendo uma consciência situacional e uma intimidade maior com o avião em todos os cantos do envelope de voo, e inclusive em alguns pontos fora dele”, afirma Christiano Oliveira, comandante de Embraer 195 e vice presidente da CBA - Comitê Brasileiro de Acrobacia e Competições Aéreas, entidade organizadora do campeonato Brasileiro. “Quando levado este conhecimento para a aviação profissional, te traz mais conforto em situações marginais e mais eficiência nas operações normais, fazendo com que você se sinta mais seguro e ciente do seu voo”, complementa.

Como funciona o campeonato
As competições ocorrem dentro de um box acrobático, que é uma caixa virtual de 1km cúbico, onde o piloto desenha as manobras em sequência. Nas categorias Básica e Esporte, a low line, altitude que o piloto deve interromper as acrobacias, é de 1500 pés. Na categoria intermediária é um pouco mais baixo: 1200 pés. “Não é um campeonato para saber quem é piloto o mais ousado, assemelha-se mais a um jogo de xadrez no ar, onde o piloto precisa seguir sua sequencia, ter um bom posicionamento no box, sem inventar manobras, e com grande altura e folga, para interromper seu voo por qualquer motivo com muita margem de segurança”, afirma Josué Andrade.

Os pilotos devem manter o foco em desenvolver no céu os ângulos corretos, como uma parada de um parafuso na proa correta, um looping redondo, sem segmentações, ou subidas e descidas nas verticais. Cada 5 graus de erro, ou segmentação de arcos, o piloto perde um ponto, contabilizado por juízes que ficam no solo.

Os desenhos das manobras são do Catálogo da FAI - Fédération Aéronautique Internationale, com sede na França, que desenvolve as regras e figuras a serem executadas em competições.

O início das instruções de acrobacia estão previstas para o início de março deste ano.


Juliana e Pedro, os instrutores de acrobacia da EJ.

Publicado em 03/01/2018


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    Mural Informativo


  • EJ Campo Verde: os destinos comuns para quem navega solo no curso de PP a partir desta unidade

    Para os alunos do curso de piloto privado (PP) e comercial (PC) da EJ Unidade Campo Verde-MT, dois destinos são os mais comuns nas navegações solo a partir desta unidade: Primavera do Leste e Rondonópolis. As navegações solo, além de fazerem parte do regulamento da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, é política da EJ. “É necessário para o desenvolvimento do aluno, ele precisa voar sozinho, é a última fase do aprendizado, a consolidação do conhecimento”, afirma Edmir Gonçalves, diretor da EJ. A região tem algumas particularidades como extensas fazendas, formação rápida de nuvens de chuva devido as particularidades do clima local, além de fatores ambientais, onde durante o período de seca, são normalmente promovidas queimadas que reduzem a visibilidade devido à fumaça. “O cuidado aqui é maior para liberar o aluno solo devido a esses fatores. É por isso que há uma cobrança mais especial dos INVAs (instrutores de voo) antes de liberar o aluno solo nessas navegações.”, afirma Antonio Legramante Junior, 33 anos, natural de Várzea Grande_MT, aluno do curso de piloto comercial e que já conta com 96 horas de voo. “Sempre alertamos e conscientizamos a respeito da meteorologia. Os alunos que realizam os cursos aqui absorvem essa experiência, e com certeza será um diferencial para que quando profissionais, tenham uma operação mais segura”, afirma Fabricio Luizetti, chefe dos instrutores da unidade. No curso de piloto privado, entre as 46 horas de voo, o aluno, entre voos locais e navegações, voa 10 horas sozinho. Confira as dicas de alunos que executaram navegações solo para os destinos: Primavera do Leste Dimensões (m) 1100 x 23 Distância de Campo Verde: 93km Tanto para os alunos de piloto privado como comercial, primeiramente as navegações são feitas em voo duplo, acompanhado de instrutor. Tanto o planejamento quanto a navegação em si. “Todos os erros são corrigidos pelo instrutor tomando os devidos cuidados para não infringir os regulamentos de trafego aéreo”, afirma Kassio Fernandes, 24 anos, que já possui 69 horas de voo, natural de Nova Xavantina-MT e aluno do curso de piloto comercial na EJ Campo Verde desde o curso inicial, o piloto privado. “Como aqui navegamos apenas na livre, então o cuidado maior que temos que ter é com a altitude correta para não entrar em rota convergente com outra aeronave. Como a nossa navegação é visual, temos que calcular o estimado de voo e ver se está batendo nos pontos que escolhemos de referencia”, complementa. “Plotamos na WAC (carta da navegação) os pontos de referência visual e traçamos as rotas”, explica Anderson Militz Stasczak, 28 anos, aluno do curso de piloto comercial, natural de Nova Xavantina-MT, e conta com 57 horas de voo. Rondonópolis Dimensões (m) 1.850 x 30 Distância de Campo Verde: 118 km “Rondonópolis tem AFIS (Serviço de informação de voo de aeródromo), o que de certa forma aumenta a segurança do voo. A pista é um pouco maior, o que também aumenta nossa segurança. O aeroporto fica afastado da cidade, em uma região desabitada e de plantação” explica Anderson Stasczak. “Eu acredito que a navegação solo é a hora de colocar em prática o que aprendemos no curso. Você está sozinho na aeronave e precisa tomar todas as decisões necessárias. Você tem ciência de que ninguém vai te corrigir, te ajudar, então a responsabilidade é muito grande. Pra mim foi uma etapa muito importante e de grande aprendizado no curso”, complementa. “Como temos poucas cidades como ponto de referência, estimulamos sempre que os planejamentos de navegação sejam feitos com primor. Utilizamos todos os recursos que a carta WAC oferece: estradas, relevo, linhas de transmissão de energia, ferrovias, aeroportos, vilas, etc. Buscamos inserir todos esses itens no planejamento para que o aluno esteja bem situado durante toda navegação, principalmente nos períodos em que a visibilidade é restrita. Os alunos de Campo Verde crescem e se desenvolvem nesse meio desafiador, o que culmina em pilotos com melhor qualidade técnica e com uma consciência situacional muito mais aguçada”, afirma Fabricio Luizetti. Outros destinos No caso de alunos já cursando o Piloto Comercial, outros destinos para navegação solo são incentivados, apenas cumprindo que o aluno deve previamente fazer a navegação desejada acompanhado de um instrutor. São eles Cuiabá, Santo Antonio do Leverger, Diamantino e Morro do Chapéu. Uso de GPS Na EJ o aluno aprende a navegar usando os recursos como bússola e mapa, a base da navegação aérea. Normalmente os alunos possuem celulares com GPS e aplicativos de navegação aérea, o que é permitido pela EJ. “O ideal é o aluno usar apenas como backup ou no caso de sentir alguma insegurança em sua navegação apenas, porque é necessário treinar a base da navegação, com bússola e mapa”, afirma Josué Andrade, diretor da EJ. “Eu particularmente fiz a navegação com estimados, usando a bússola. Até levei o celular mas acabei não usando. Acho importante saber navegar sem usar o GPS pois são equipamentos que podem falhar e deixar na mão”, afirma Aderson Stasczak.

  • Demanda na aviação cresce e EJ contrata mais três instrutores de de voo. Leia seus perfis.

    A EJ contratou três novos instrutores para sua equipe. Desde o início do ano já são 15 as novas admissões. Elas são anunciadas logo após notícias de boas perspectivas do mercado nacional, como a recente divulgação pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) de um aumento da demanda de 5,7% na aviação doméstica em fevereiro, comparado com o mesmo mês de 2017. A demanda internacional por voos entre Brasil e Europa, segundo números também divulgados pela agência, cresceu exultantes 12%, comparando os números de março deste ano e de 2017, agora totalizando 247 voos por semana. “Desde o ano passado temos visto uma retomada crescente da demanda das linhas aéreas e isso reflete na necessidade de formação de novos profissionais”, afirma Anderson Silva, diretor administrativo da EJ. Dois dos três novos instrutores atuarão na unidade Itápolis e um na unidade Jundiaí da EJ. “Com a tendência de crescimento, muitos de nossos instrutores estão sendo contratados por companhias aéreas, abrindo espaço para novos juntarem suas horas de voo”, diz Josué Andrade, diretor da EJ. “Eles começam dando instrução visual diurna nos Cessnas 152 da escola, e quanto mais horas tem, mais sobem na função de instrutor, partindo para outras aeronaves, voos noturnos e no ensino de voo por instrumentos. Assim eles quando vão para as companhias aéreas, já estão bem experientes”, complementa. Conheça os perfis: Marcio Moraes Santos Realizou todos os cursos na EJ nas unidades Itápolis e Jundiaí. É natural de São Paulo, tem 32 anos, e possui hoje 265 horas de voo. Graduou-se em sistemas de Informação pela Mackenzie e em Aviação Civil pela Anhembi Morumbi. “Me apaixonei pela Aviação ainda muito novo, me lembro que passava de carro por aeroportos com meus pais e ficava ansioso esperando que passasse alguma aeronave pra que eu pudesse tirar foto. Desde então cultivei esse sonho dentro de mim, mesmo que tão distante. Hoje, é um sonho realizado trabalhar na área, e não apenas meu, mas de minha família que sempre acreditou e me ensinou que quando queremos algo, basta se dedicar e nunca desistir”, afirma. Tiago Vilaça Ribeiro Formado integralmente, desde o piloto privado ao INVA, instrutor de voo, na EJ Jundiaí, é natural de São José dos Campos, no Vale do Paraíba. Tem 27 anos, 310 horas em aeronaves homologadas e 230 em ultraleves avançados. Graduou-se em Aviação Civil pela Anhembi Morumbi e concluiu sua pós-graduação em Segurança de Aviação e Aeronavegabilidade Continuada no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica). “Desde a minha primeira viagem de avião, com 6 anos, me apaixonei pela aviação. Após o meu primeiro voo na EJ em 2009, tive certeza do que queria como profissão, podendo desfrutar de paisagens, ter a sensação de liberdade e oportunidade de conhecer novos lugares”. Hugo Mendes Vidigal Natural de Recife, Pernambuco, tem 33 anos, mora em Itápolis desde 2002. Iniciou na aviação em 2012 na unidade Itápolis da EJ, onde realizou todo seu treinamento, do piloto privado à especializações. Possui 257 horas de voo, incluindo simuladores. É graduado em Administração de Empresas pela UNIP - Universidade Paulista. “Em 1994 a seleção brasileira foi tetracampeã da Copa do Mundo e no retorno ao Brasil a primeira parada foi no Recife, minha cidade natal. Enquanto todos estavam eufóricos com o título eu queria mais informações sobre a aeronave, um DC10 da Varig, trijato azul e branco com as faixas verdes e amarelas”, conta.

  • Gustavo entrou em um avião de grande porte pela primeira vez. Ele fez parte da tripulação

    Quando na última sexta-feira Gustavo Gorni, 25, instrutor da EJ contratado pela Latam, chegou ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, pouco mais de uma hora antes da decolagem, às 5 da manhã, ele encontrou um Airbus A320 e passageiros da companhia o esperando. O destino de seu voo era Goiânia. Depois dos briefings, devidas apresentações de todos envolvidos com o voo e checks externos da aeronave, às 6h20, pontualmente, o avião decolou como programado. Gustavo fez parte da tripulação da aeronave, e como de praxe para os recém contratados de companhias aéreas, após o curso teórico e simuladores internos na empresa, Gustavo fez o voo no jump seat, terceiro assento de tripulantes na cabine. Ele deverá fazer mais dois voos nesta posição antes de assumir o assento direito, do copiloto, e continuar sua instrução inicial. Foi a primeira vez que ele subiu em um avião a jato de grande porte, o que seria incomum para a grande maioria das pessoas que chegam a este cargo, mas não para Gustavo: a primeira vez que ele voou, há quatro anos, ele já havia passado na prova teórica da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) para ser piloto. Foi em um dos Cessnas 152 da EJ, avião de instrução inicial da escola e era a PS01, a primeira aula de pilotagem. “Quando eu entrei em um avião pela primeira vez eu apaixonei de verdade e era isso que eu queria”, afirma. A decisão de investir na carreira do filho foi difícil para Mauro, na época trabalhando como frentista de posto de gasolina, e Sirlei, funcionária da autoescola Nogueira, da mesma família do Despachante Nogueira, onde trabalhava Gustavo, como office boy, em Matão, sua cidade natal. A difícil decisão de Mauro e Sirlei girava em torno da venda da casa, a única da família. Por questões de má fé o imóvel acabou indo para leilão. Antes de decidir o destino do dinheiro conversaram com Gustavo. “Eles me perguntaram se era realmente eu queria, jogaram a real, que não tinham dinheiro, que iam investir tudo”, relembra. Gustavo, confiante, convenceu seus pais a apostarem todas suas fichas em seu sonho e transformou essa iniciativa em motivação. Sua resposta afirmativa foi devido ao fato que mesmo morando em uma cidade onde praticamente não há aviação, ele já tinha um fascínio pelo voo desde criança. “Os meus brinquedos preferidos eram os aviões, o assunto aviação sempre me despertava curiosidade”, conta. “No último ano do ensino médio, ano em que chegasse à hora de escolher o caminho e os vestibulares a prestar, eu era um dos poucos que não conseguia fazer a escolha. Então pesquisei mais sobre o mundo da aviação e por indicações de um primo fui até a EJ conhece-la”, complementa. Logo após o curso de piloto privado, Gorni iniciou o teórico de piloto comercial pela manhã em Itápolis, curso com duração quatro meses. “Pegava estrada todo dia, acordava cedo, e após a aula voltava para trabalhar no escritório de despachante, eu descontava no horário de almoço e saia mais tarde”, diz. A parte prática do piloto comercial ele fez voando apenas aos fins de semana, pois precisava trabalhar para ajudar no sustento da família e no custeio do curso. Formado piloto comercial, especializou-se fazendo o curso de instrutor de voo. Com as habilitações na mão, manteve-se trabalhando no despachante, onde aguardou na fila por um ano e meio a oportunidade para ser instrutor de voo da escola. “Fui chamado a realizar o processo seletivo da EJ. Aprendi muito, pois se assemelha com de algumas empresas aéreas e exige um preparo do candidato”, conta. “Ao ser contratado, passei por um treinamento interno o qual me preparou para todas as possíveis situações que possam acontecer na posição de INVA. Desde do inicio sempre fui encorajado a evoluir na escola, voando novos equipamentos, regras de vôo diferentes e também a ministrar aulas teóricas”, afirma Gustavo. “O instrutor da EJ é sempre encorajado para não ser estagnado, para manter os estudos e compreender que novos desafios são essenciais para o desenvolvimento profissional”, complementa. Por pouco mais de dois anos, Gorni voou 1300 horas como instrutor de voo. “Ser instrutor faz você procurar conhecimento dos mínimos detalhes da aeronave, regulamentação, leis que regem a aerodinâmica do voo, além de inconscientemente melhorar o CRM (gerenciamento de cabine), consciência situacional, liderança, fatores que são essenciais ao voo”, afirma. Logo Gorni chegou ao posto de chefe de instrução da unidade Itápolis, e em seu último projeto dentro da escola, ele liderou a implantação do RNAV (Rotas de navegação aérea). “Algo que renovou a instrução aérea, pois consiste em treinamento das últimas técnicas de pilotagem que existem”, afirma. “Algo complexo, porém que remete ao futuro, economia, sustentabilidade e o mais importante, segurança de voo”. Em breve Sirlei e Mauro também farão uma viagem. Será também para eles a primeira vez que voarão em um aeronave de grande porte. “Eles querem fazer uma rota em que eu esteja como piloto”, finaliza Gustavo. A EJ agradece a Gorni todo o tempo dedicado ao ensino e deseja sucesso em seu novo passo. Gorni voando com sua família em Matão, quando seus pais voaram pela primeira vez. O voo foi em um Cessna 172 da EJ.

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510