EJ - Escola de Aviação Civil


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Augusto Maschio, instrutor da EJ, é contratado pela LATAM. Conheça sua história.

Maschio em um de seus voos de Cessna 172


Em seus próximos voos, ao invés de voar ensinando, Augusto Miniussi Maschio, 26, de Santo André, voará aprendendo com um comandante ainda mais experiente. Em vez de voar com uma só pessoa por vez, ele voará com cerca de duzentos passageiros. Ele estará a bordo de um Airbus.

Mas o ar que a LATAM vai incentivar que Augusto respire é o mesmo que a EJ Escola de Aeronáutica incentivou que ele respirasse: segurança de voo.

A história de Maschio não é muito diferente das outras pessoas que desenvolveram paixão pela aviação. Ela começou quando ainda era criança, quando despedia-se de seu pai em embarques nas suas viagens de trabalho. “Lembro de ficar colado no vidro no terminal de passageiros em Guarulhos observando o movimento dos jatos e ficava fascinado. Só saia de lá quando minha mãe me puxava dizendo que era hora de ir”, conta, entusiasmado.

Augusto seguiu seu caminho, e logo após terminar o colegial, iniciou a Faculdade de Aviação Civil em São Paulo, e aos 18 anos, paralelamente, já buscou estar próximo dos aviões, quando arrumou emprego no Check-in da TAM Linhas Aéreas, no aeroporto de Congonhas. “Esse contato diário com a aviação comercial me dava cada vez mais vontade de seguir meu objetivo e me tornar piloto”, explica Maschio.

Em 2012 ele saiu da TAM e seguiu direto para Itápolis, sede da EJ Escola de Aeronáutica, onde começou seus cursos de pilotagem até formar-se instrutor. Em 2014 já iniciou sua carreira dando aulas, onde trabalhou por pouco mais de 3 anos na Base Jundiaí da EJ. Ele voou modelos como o Cessna 152, 172, o Embraer Tupi, o Corisco, os Seneca II e III e Baron 55, somando 1800 horas de instrução. “Na EJ fui sempre reconhecido pelo meu trabalho tendo a possibilidade de voar diversos equipamentos”, diz.

Como foi a experiência como instrutor da EJ? Augusto conta: “me permitiu acumular horas de voo, e mais que isso: a lidar com as responsabilidades sobre a segurança das operações e aprendizado do aluno. Para ensinar alguém é preciso conhecer bem o assunto, então o instrutor é sempre incentivado a estudar e manter-se atualizado”.

“Levo da EJ praticamente tudo o que aprendi de aviação e muitos amigos”, conta Augusto, enquanto prepara-se para seu primeiro voo fazendo parte da tripulação da LATAM.

A EJ deseja a Augusto uma boa sorte em seu próximo passo da carreira como aviador, e que seus voos de Airbus sejam tão bonitos quanto seus voos em nossos pequenos aviões.

Publicado em 31/10/2017


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    Mural Informativo


  • Vídeo: entrevistamos ex-instrutores da EJ

     Assista ao vídeo do encontro de ex-instrutores da EJ, que ocorreu na unidade Jundiaí da escola.

  • Membro Honorário: carteirinha lançada

    Foi lançada a Carteirinha de Membro honorário EJ. Foi criado exclusivamente para ex-instrutores da escola, por fazerem parte da história da maior Escola de aviação da América Latina. Vantagens de ser membro honorário: - Desconto de 40% no valor da hora de voo (tabela normal) para recheques; - Prioridade e agilidade nos recheques; - Desconto especial aos alunos indicados pelo Membro honorário EJ; - Com a apresentação do cartão, acesso geral em todas as unidades EJ para visitação, etc.

  • Jogou tudo para o ar e foi ser piloto

    Sem parentes na aviação que o incentivasse, e uma família para criar, uma vontade exótica veio em sua cabeça: chutar uma faculdade, duas pós graduações no exterior e bom salário garantido, tudo para o alto. Além de gastar as reservas em cursos de pilotagem de aviões para iniciar em uma nova profissão, começando tudo de novo. “É aquele lance da paixão, que você não olha muito a razão”. Todos os dias, Clovis Martins Costa Filho acordava cedo, ajustava o nó na gravata, dava um beijo na esposa, nos dois filhos bem novinhos, e se dirigia a um conceituado escritório de advocacia, onde era coordenador, em Campinas, sua cidade natal. Isso era em 2011, ele tinha 31 anos e já havia alcançado a tão almejada estabilidade financeira. Além do ótimo posicionamento, tinha boas perspectivas profissionais. Entre as rotinas de processos, de audiências, de cuidar da esposa e brincar com os filhos, sempre que sobrava algum tempinho, pesquisava assuntos de aviação, seu interesse desde a infância. Geralmente terminava vendo vídeos de pousos e decolagens no youtube. “Decisões como essa nunca são fáceis. Na verdade, as pessoas no começo não te levam a sério”, conta Clovis sobre a guinada na profissão que havia conquistado com bastante esforço. Logo quando terminou o ensino médio, incentivado financeiramente pelos pais, começou a estudar direito da PUC - Pontifícia Universidade Católica, de Campinas, para o curso de direito e logo depois de formado foi aprovado na OAB - Ordem dos Advogados do Brasil. Buscando melhores colocações no direito, seguiu para Portugal para fazer uma pós graduação na Universidade de Lisboa, em contratos e arbitragem internacional, onde permaneceu estudando por um ano. Para custear sua pós, morava em um apartamento com outros dois estudantes, trabalhou em um McDonalds e fazia horas extras em mais um outro restaurante, como garçom. “Vivi com poucos recursos. Eu não queria envolver meus pais nesta decisão de morar fora do país”, relembra. Logo que voltou de Lisboa, se inscreveu em um programa de bolsas de estudo da Espanha patrocinado pelo Banco Santander e foi um dos selecionados para as duzentas vagas destinadas para América Latina do programa. Morou em Madrid por um ano e fez sua segunda pós na Universidade de Alcalá, onde se especializou em marcas e propriedades intelectuais, ramo também do direito empresarial. Quando voltou de Madrid, casou-se e logo arrumou emprego no departamento jurídico de uma empresa, e pelo seu destaque, foi convidado a trabalhar em um grande escritório, atendendo empresas proeminentes da região. “Tenho grande apreço e respeito pelo direito, em parte ajudou a pagar minha formação”, afirma. Sedento por livros e conhecimento, começou, ainda enquanto atuava como advogado, a estudar por conta para o curso de piloto privado, sem estar em uma escola homologada, não necessário para prestar a prova da ANAC no curso inicial. “Foi uma maneira que encontrei de ver se realmente eu queria aquilo”. Aprovado na agência, matriculou-se no Aeroclube de Campinas, onde fez algumas horas práticas. Conversando com outros alunos e amigos, resolveu trocar de escola. “Se você quiser avançar logo na carreira, melhor ir para a EJ, você vai conseguir voar mais”, falaram. Na EJ terminou seu curso de piloto privado e em menos de dois anos já estava com todos os cursos profissionalizantes finalizados, inclusive o de instrutor de voo. Na época, enquanto estudava aviação, ainda dava algumas consultorias em direito empresarial. Formado, enquanto aguardava na fila a oportunidade para se tornar instrutor de voo prático, começou a dar aulas para os cursos teóricos da EJ, principalmente Regulamentação da Aviação Civil, a área que mais se aproximava de sua especialidade anterior. “Meu alicerce na minha formação pela aviação foi minha esposa”, diz. Depois de um ano apenas ministrando aulas teóricas, iniciou na instrução de voo prática, que é um dos modos para se conseguir experiência e horas de voo para estar apto para atuar em uma grande empresa área. Como instrutor, voou por três anos, onde acumulou aproximadamente 1000 horas nos Cessnas 152, 172 e Tupi, experiência o suficiente para encarar desafios maiores na aviação. Na EJ ensinava voo VRF, IFR, além de dar aulas em simuladores de voo e Garmin 1000. “Meu tempo na instrução foi muito engrandecedor. Me realizei como instrutor. Gostava muito de dar aula, gosto na verdade.”. Depois de 9 anos de aviação, aos 40, Clovis foi contratado para ser copiloto de Airbus A319, 20 e 21, na Latam. Neste momento está fazendo treinamentos em simuladores estáticos, logo começa em simuladores oficiais, e em outubro já deve começar sua instrução em rota, já com passageiros, até se formar, internamente, copiloto pleno. “O sonho da aviação era desde criança, mas achava que não era para mim”, resume sua história. A EJ deseja a Clovis boa sorte em sua carreira, bons voos, e agradece o tempo dedicado ao ensino.

Homologação ANAC
Número 051

DOU 03/05/18

QUALIDADE
ISO 9001:2008

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510