EJ - Escola de Aviação Civil


Cursos

EAD - Piloto Comercial (Ensino a distância)


Ensino a distância na EJ funciona assim: você faz o curso teórico online e aprovado na ANAC, ganha a primeira hora de voo prático. Sem pré-condições. Sem pegadinha. É voo de treinamento que vale oficialmente para sua habiitação.

O Cursos de Piloto Comercial/IFR EAD da EJ permite que o aluno realize o curso individualmente sem a necessidade de iniciá-lo e concluí-lo em turmas e datas específicas, ou seja, o aluno adquire o curso e pode inicia-lo imediatamente.


Orientações sobre as atividades

Em nossa plataforma de ensino você encontrará aquilo de que necessita para bem conduzir os seus estudos. Você navegará pelas disciplinas de forma dinâmica e prática, sendo informado pelo sistema aquilo que já foi completado e aquilo que ainda resta ser feito.

O sistema lhe avisará sobre aquilo que é obrigatório e aquilo que é opcional. Encontrará aulas em vídeos, mas também exercícios propostos e leituras recomendadas.


Grade Curricular e Distribuição das Disciplinas

Em cumprimento às diretrizes estabelecidas pela a ANAC, a programação do curso obedece a distribuição por ciclos (básico, técnico e complementar). Durante o curso haverá obrigatoriamente 02 encontros presenciais.

O aluno deverá realizar o seu curso respeitando as seguintes regras:

- As disciplinas são organizadas em três blocos sequenciais: Básico, Técnico e Complementar;
- Considera-se concluída a disciplina em que o aluno, tendo percorrido todo o seu conteúdo e realizado as atividades propostas, realizou avaliação online;


As disciplinas que serão cursadas

- Palestra “O piloto comercial de Avião: Preparação e Atividade” e “Apresentação da EJ”;
- Segurança de Voo;
- Inglês Técnico;
- Conhecimentos Técnicos da aeronave;
- Meteorologia;
- Teoria de Voo;
- Regulamentos de Tráfego Aéreo;
- Navegação Aérea;
- A Aviação Civil;
- Segurança na aviação contra atos de interferência ilícita;
- Regulamentação da Profissão de Aeronauta;
- Regulamentação da Aviação Civil;
- Física;
- Matemática;
- Instrução Aeromédica.


Tutoria

O curso é projetado para que o aluno usufrua de autonomia em seus estudos, entretanto, seguem muito relevantes as interações humanas. Para cada tipo de necessidade de interação, desenhou-se um tipo de tutoria. São elas:

Tutoria de conteúdo
O professor-tutor responde a dúvidas sobre o conteúdo ministrado, propõe exercícios e atividades

Tutoria da plataforma
A equipe técnica esclarece dúvidas sobre o uso de recursos da plataforma de ensino à distância

Tutoria de curso
A Coordenação orienta sobre questões referentes à organização do curso, de suas disciplinas, de seus pré-requisitos, além de colher sugestões e reclamações para a melhoria contínua dos processos de ensino


O contato entre aluno e escola estabelece-se sob duas formas:

Canais interativos
São aqueles em que os interlocutores encontram-se simultaneamente disponíveis para o ato de comunicação. São eles:
Chat - Para as tutorias de conteúdo (agendadas em dia e hora divulgados ao longo do curso)
Telefone - Para as tutorias de tecnologia e de curso (de segunda a sexta, entre 9:00 e 18:00 hs)

Canais não interativos
São aqueles em que os interlocutores não estão simultaneamente disponíveis para o ato de comunicação.
Os canais não interativos respondem em até 48 horas úteis do acionamento.


Aprovação

Para cada disciplina, o aluno fará dois exames: o primeiro, em modalidade online. O segundo, em modalidade presencial;

O contínuo acompanhamento dos alunos é feito no transcorrer de cada uma das partes do curso, significando dizer que o aluno será avaliado em todas as disciplinas curriculares.

O aluno será avaliado quanto à sua:

- Aprendizagem (ou rendimento):
- Participação em cada disciplina da parte teórica:
- Frequência em cada disciplina da parte teórica:


Certificado de Conclusão do Curso Teórico

O Certificado será entregue diretamente ao aluno ao término do curso via online, mediante aprovação dentro dos limites anteriormente citados.


Promoção

Fez o EAD de PPA ou PCA da EJ?
Foi aprovado na ANAC?
Você GANHA 01 HORA de voo prático do curso que fez o EAD!
É voo de treinamento já valendo oficialmente.
Sem exigência de terminar todo o prático na EJ.
É sem pegadinha.

Válido a partir cursos adquiridos em NOV/2017, com prazo para estar aprovado e realizar o voo em até 1 ano a partir da compra do curso online.


Vídeo de exemplo

EAD - Piloto Comercial - Assista essa aula de exemplo do ensino a distancia do curso de PCA.


Uma estrutura de apoio de primeira
linha está à sua espera, saiba mais
sobre o que a EJ oferece

Infraestrutura


    Mural Informativo


  • Membro da Esquadrilha EJ conclui curso de Airboss nos EUA

    Lucas Delcaro, membro da esquadrilha EJ, concluiu, no início do mês, o curso de Airboss promovido pelo ICAS (Internacional Council of Air Shows), em sua convenção anual, que ocorreu em Las Vegas, EUA. O curso foi um workshop avançado sobre a atividade e tem o objetivo de formar profissionais que coordenam eventos aéreos. O foco principal é a segurança das operações durante apresentações acrobáticas para o público. Delcaro, além de piloto da Esquadrilha EJ, havia sido o coordenador principal de eventos aeronáuticos ocorridos em Itápolis, como o Itápolis Air Show e o I Troféu Alberto Bertelli de acrobacias aéreas, eventos foram patrocinados pela EJ Escola de Aeronáutica e visam fomentar a paixão pela aviação e que se repetirão em 2018. Durante a convenção foi apresentado o regulamento da FAA (Federal Aviation Administration), o órgão fiscalizador da aviação nos EUA, equivalente a brasileira ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), para a função do Airboss, que é, além de coordenador dos shows e atividades em si, o responsável legal pelos eventos. “Nos EUA, a partir de 2019 será mandatória a habilitação de Airboss. Hoje essa atividade não é regulada, assim como no Brasil”, afirma Lucas. “Foram 5 anos de desenvolvimento deste regulamento e ainda está gerando uma série de comentários”, complementa. O ICAS convidou a comunidade brasileira de show aéreo para participar da quinquagésima edição de sua convenção. Antes, o presidente do ICAS, John Cudahy, já havia palestrado na segunda Convenção ASA, que é uma iniciativa da Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, para a criação de uma entidade representativa voltada para o desenvolvimento da atividade. “Existe um grande esforço pela comunidade aeronáutica em transformar o show aéreo no Brasil em uma atividade séria e profissional”, afirma Lucas. Além de Delcaro, mais membros da comunidade aeronáutica brasileira estavam presentes, como Líbero Caldas, comandante da Esquadrilha da Fumaça e Carlos Edo, da Esquadrilha Extreme, que deverá ser o presidente da entidade que está sendo criada, entre outros. “O objetivo é de buscar conhecimento, entender o que se passa não só no EUA mas em diversos países do mundo como Canadá, China, Austrália, Inglaterra, para depois discutir com a comunidade do show aéreo no Brasil e também com a ANAC como podemos fortalecer e transformar a atividade que hoje é mantida por amor à aviação em um negócio mais seguro, mais lucrativo e maior”, afirma Josué Andrade, diretor da EJ. Além dos temas relacionados à organização de eventos e regulações, houve a oportunidade de debater apresentações aéreas com Sean Tucker, Sue Gardner e membros da US Navy Blue Angels, reconhecidos pilotos e organizadores dos maiores shows aéreos dos EUA, conceitos que envolvem o espetáculo em si, com o objetivo de melhorar a apresentação da Esquadrilha EJ. “Além da segurança de voo, de como explorar as aeronaves e o display de apresentação, além das atividades não relacionadas ao voo, mas de enorme importância na compreensão e encantamento do público”, afirma. “O saldo foi muito positivo”, conclui.

  • Mário Villela, instrutor da EJ, é contratado pela Copa Airlines, do Panamá

    Na madrugada de céu limpo no dia 27 de novembro, estacionado no finger 232 do Aeroporto de Guarulhos, um Boeing 737-800 da Copa Airlines se preparava para o embarque de passageiros com destino a Cidade do Panamá. Mário Henrique Villela, 26 anos, estava concentrado ao momento do embarque. Os pilotos e comissários não sabiam que naquele avião, um dos passageiros logo mais fará parte também da equipe de tripulantes da companhia. Dali a 30 ou 40 minutos, depois de acomodado, ele poderia se dar ao luxo de uma comemoração silenciosa: ele se dirigia ao centro de treinamento da Copa Airlines, para ser copiloto dos Boeing 737 da frota da empresa, entre eles, o avião que estava voando. Foi uma longa jornada até este momento. O gosto por aviões, não diferente de muitas pessoas, veio da infância: “Tive influência de meu pai que me levava para o aeroporto de Congonhas quando era muito criança”, conta. “Após, com o passar do tempo, eu tenho um irmão engenheiro que trabalha na Latam e me convidou pra conhecer o centro de manutenção da empresa, e foi ali que o desejo pela aviação comercial se iniciou“, lembra. Mário trabalhava na World Tennis, rede de lojas com centenas de unidades no país, e o segredo, ali, no momento, era fazer muita economia. “Complicado era trabalhar com vendas pensado unicamente nas horas de voo”, conta. Aos 19, matriculou-se na EJ e seguiu trabalhando como vendedor, juntamente com um apoio decisivo dos pais: “meu dinheiro era para as minhas horas, mas sempre tive o apoio moral e financeiro de meus pais”, afirma. “Éramos como uma sociedade, cada um ajudava um pouco”, complementa. Logo, durante o curso de piloto comercial, ele trocou de emprego e conseguiu uma vaga na EJ. “O trabalho de estagiário foi um diferencial muito bom onde aprendi, digamos, os bastidores da aviação, cuidando da parte de diário de bordo e documentações”, diz. Com 22 já era instrutor, onde somou mais de 1800 horas de voo nos Cessnas 152, 172, Corisco e Seneca, além de instruções IFR nos simuladores de voo da escola. Atualmente acumulava mais um cargo: era coordenador dos cursos teóricos. “A EJ me deu toda a bagagem de experiência na aviação, que foi o suficiente pra obter uma vaga na aviação comercial, e o mais importante, em uma empresa internacional“, afirma. “Como instrutor, os voos mais memoráveis foram para o litoral, Ubatuba e para aeroportos de grande operação como Campinas para fazer ILS (aproximação por instrumentos) e dividir nossa operação com as demais aeronaves de voos comerciais”, afirma. Mário solou no final de 2011, em um Cessna 152 da EJ, de prefixo PR-EJQ, liberado solo pelo instrutor Marco Antônio Franco, que hoje é copiloto da Gol Linhas Aéreas, e fala sobre o dia: “Inesquecível, por que jamais imaginava que um sonho de criança estaria se tornando realidade, de decolar e pousar uma aeronave, sentir a sensação de ser, pela primeira vez, o piloto em comando. Foi a realização de um sonho pessoal”, afirma. “E também de toda a minha família, que embora não estivesse presente no dia, sempre aguardou e torceu pra que esse momento acontecesse”, complementa. “Independente de onde você esteja, sempre humildade para receber e passar as informações. Esse sempre é o lema, que levo para mim e sempre falava para todos os alunos”, finaliza. Mário está no Panamá, no centro de treinamento da Copa Airlines, fazendo, primeiramente, os cursos de convalidação das habilitações para o país, e logo já inicia o ground school do 737. Na sequência, inicia os treinamentos em simulador e de instrução em rota. A EJ deseja sucesso e bons voos.

  • Felipe Craveiro, instrutor da EJ, advogado e carioca da gema, é contratado por companhia aérea internacional

    Carioca da gema, formou-se em direito na Universidade Estácio de Sá em 2010, aos 22 anos de idade, logo passou na prova da OAB - Ordem dos advogados do Brasil e tornou-se advogado. “Porém não gostava da profissão”, conta. E um pensamento sempre rondava sua mente: “sempre gostei de aviação porque tinha costume de levar meus avós ao aeroporto quando eles viajavam pra Portugal”, conta. Durante dois anos Felipe trabalhou na oficina mecânica de seu pai e a noite estudava para concurso público, ele queria ser agente da Polícia Federal, e mesmo estudando para a prova, vislumbrava a oportunidade de ser piloto, desta vez, dentro da instituição, “a ideia era conseguir me tornar piloto depois, internamente”, explica. Com os voos sempre em mente, resolveu cortar caminho, conversou com a família e matriculou-se em um curso teórico de piloto privado em uma escola no Rio e logo começou a voar em um aeroclube próximo. “Após algumas horas de voo e já aprovado na banca de PP da ANAC, conheci a EJ e gostei muito da estrutura e da ideia do voo solo, que não aconteceria no aeroclube”, diz Craveiro. Na EJ ele terminou o prático de piloto privado, seguiu com os cursos de piloto comercial e outras especializações, como o curso de instrutor de voo e Jet Training. Com todas as habilitações conquistadas, não havia vaga naquele momento para Felipe assumir o posto de instrutor de voo, “Optei por aguardar a fila da EJ (para ser instrutor), trabalhando inicialmente na operações de voo por seis meses antes de ingressar como instrutor”, relembra Craveiro. Entre outras coisas, “puxava avião e abastecia”, conta, “me ensinou a ser humilde e dar um passo de cada vez”, complementa. Durante os últimos três anos, Craveiro atuou ensinando a voar, onde acumulou pouco mais que 1300 horas nas aeronaves da frota da escola, além disso, a EJ soube aproveitar sua expertise anterior e Felipe foi instrutor teórico de direito aeronáutico, aulas que só podem ser ministradas por quem é, pelo menos, bacharel em direito. “Entrei provisoriamente pra cobrir um outro professor que tinha saído, porém deu certo, gostei e fiquei de vez”, relembra. “E me mantinha atualizado, sempre estudando”, complementa. Voos mais legais enquanto atuava como instrutor? “Rio de Janeiro: pousar no Santos Dumont, Angra dos Reis e Cabo Frio”, responde Craveiro, apaixonado pelo seu estado. Ensinamento que aprendeu na EJ e fez questão de repassar para seus alunos de voo? “Responsabilidade e maturidade. Não estava ali pra brincar e sabia a responsabilidade da minha futura profissão”. Agora Felipe, aos 29, foi contratado pela Copa Airlines, companhia com sede no Panamá, que faz voos de Boeing 737-800 para cidades como Nova Iorque, Los Angeles, Las Vegas, Cidade do México e Buenos Aires, entre diversas outras, mas também para o Rio de Janeiro do Cristo Redentor, do Corcovado, de Ipanema, de Copacabana e do Leblon, cidade que ele realmente gosta de ver de cima, a partir das cabines dos Cessnas da EJ ou agora, a partir, de inicialmente, do assento de copiloto de Boeing 737. “Eu sou apaixonado pelo Rio”, conclui. A EJ agradece Craveiro pelo tempo que se dedicou ensinando a voar e deseja boa sorte em sua carreira.

Tel.: Itápolis-SP: 55 16 3263-9160 - Jundiaí-SP 55 11 4815-1984

São Paulo-SP 55 11 3459-5233 - Campo Verde - MT 55 66-3419-1510